terça-feira, 6 de junho de 2017

«Morte a Jaime» + «I'me leaving the table»

-  Jaime ainda «sobreviveu» ao Funeral que o «Bloco B» ... ;
 - mas agora, Envelopes terminados e «Pautas Cozinhadas», chega o «Fim».

[ao som de «Leaving the table», inúmeras vezes repetido;
algum Apaga-Apaga ainda haverá, mas o 
«PERI» abre já, com o «jogo do costume»: leituras e «íntimas...»

[... impôs-se Mariano]

segunda-feira, 5 de junho de 2017

«Nome ( o que não há num)» - Ana Luísa Amaral

- poema em «contraponto» ao que dá título ao Livro?
- lido, pela própria A. L. A., em «A vida breve», de 5 de junho - AQUI

[para J. F. e A. C. B. e, um dia, para M. B. F....]

O QUE NÃO HÁ NUM NOME

Sentada a esta mesa, a varanda à direita,
como de costume, 
penso na minha filha e no nome que lhe demos,
eu e o seu pai, quando ela nasceu

Um nome é coisa de fala e de palavra,
tão espesso como aquelas folhas que, se pudessem olhar,
me haviam de contemplar daquele vaso,
perguntando-me por que se chamam assim

Porém, não fui eu quem escolheu o nome da flor
a quem pertencem essas folhas:
o nome já lá estava, alguém pensou nele
muito antes de mim, e foi decerto a partir do latim,
só depois: o costume

Mas não há nada de natural num nome:
como uma roupa, um hábito, normalmente para a vida inteira,
ele nada mais faz do que cobrir
a nudez em que nascemos

Com a minha filha,
o mais belo de tudo, a maior deflagração
de amor - foi olhar os seus olhos,
sentir-lhe o toque em estame
dos dedos muito finos

esses: sem nome ainda,
mas de uma incontrolável
perfeição                 inteira


Ana Luísa Amaral, What's in a name?, Assírio, 2017 (Abril), pp. 63,64 ( da segunda «Secção», »Povoamentos»

quinta-feira, 25 de maio de 2017

«os coitadinhos, os feios...» - Golgona Anghel

[é o quarto dia de Envelopes; como «Companhia», o quarto título de G. H.]

[este foi insc. num 1.º Bloco  - o de Mestre-Arq. J. P. - ontem, pelas 9 e 50]

Escreve sobre os coitadinhos, os feios,
os mal-amanhados.
Nas retretes das tardes da Júlia, 
por detrás dos anúncios de depilação e dos atentados,
estão eles. 
A servirem de decoração em salas de espera.
Uns de toga, outros de farda.
A viverem de biscates,
de dinheiro emprestado,
de roupa usada.
Acordam de joelhos.
Andam na pocilga.
Morrerão afogados em merda
mas serão recordados
eternamente
no mármore.


Golgona Anghel, Nadar na piscina dos pequenos, Assírio, 2017 (Maio), p. 27

[à tarde, antes do C. de DDT's:
- ó P., se calhar aquilo, de manhã, foi demasiado «Forte»...?
- qual quê, para aqueles, tudo é (...); não (ou)viste o COM. que aquele M.  fez à palavra M.?....»
[pois está bem, se assim é...]

                                     

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Álvaro de Campos: a cadeira (de Convés de)


Encostei-me para trás na cadeira de convés e                                                                fechei os olhos,
E o meu destino apareceu-me na alma como um                                                                        precipício.
A minha vida passada misturou-se com a futura,
E houve no meio um ruído do salão de fumo,
Onde, aos meus ouvidos, acabara a partida de  xadrez           
                                 Álvaro de Campos

sábado, 20 de maio de 2017

A. S., «que tem agora 25 anos»

- (re)encontro, no LDL; magrinha e pequenina continua, com cabelo azulado-esverd., acinzentado, «ratado»....
- vizinha, «divide casa», na R. da P. de F.,  trab. na REP. da FAC., onde conclui o MEST.; para isso, continua a vir ao Paraíso, assistir ao 3.º Bloco (agora não com A. C. - de Baixa - com o Substit.)
- quando a (re)vê, J, (re)vê as Imagens,  de 0607, na tal turma dir. por Mestre M. O., de FILO (pela 3.º vez na E. do Paraíso, mas que não sabe aonde o actual CONC. a «levará...»)

Well

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Mapa do dia Final (ainda não)

- na prática, será o último - a próxima sem. é para ENV., a seguinte, para «pardais ao Ninho» (os dois últimos Dias, para RECIC.)
- [venha o próximo - no (Eterno) Palácio 1718...]

- dia com «pouca» história...
 - (excepto a CONV., com J., no C. de R., que se identificou como filha do ESCRITOR....; )
....mas alegre, pois J. recordava a Paródia de Ontem quando «foi para o Chão», como Escadote de M.

sábado, 13 de maio de 2017

«What's in a name» - Ana Luísa Amaral

[na quarta, 10, trocar uma «daquelas» REU pela Leitura do novo livro de Ana Luísa Amaral - com 33 poemas...
- «Livro do Dia» TSF,  a 8 - com leitura de recortes do poema final: "ALEPPO, LESBOS...»
...foi uma excelente OP (porque Nunca se falta a um Qd.o....]

WHAT'S IN A NAME?

Pergunto: o que há num nome?

De que espessura é feito se atendido,
que guerras o amparam,
paralelas?

Linhagens, chãos servis,
raças domadas por algumas sílabas,
alicerces da história nas leis que se forjaram
a fogo e labareda?

Extirpado o nome, ficará o amor,
ficarás tu e eu - mesmo na morte,
mesmo que em mito só

E mesmo o mito (escuta!),
a nossa história breve
que alguns lerão como matéria inerte,
ficará para o sempre do humano

E outros
o hão-de sempre recolher,
quando o meu século dele carecer

E, meu amor, força maior de mim,
seremos para ele como a rosa -

Não, como o seu perfume:

ingovernado            livre


Ana Luísa Amaral, What's in a name, Assírio & Alvim, 2017 (Abril), pp. 24, 25  

sexta-feira, 5 de maio de 2017

«Tal soturnidade...» OU «essa sou eu todos os dias»

- quinta, durante o castigo no «C. de R.»... [o que J. por Lá apre(e)nde...]
- um «par» (de «pré-finalistas») preparava um daqueles «Raspões» - no caso [Inventário de «palavras Difíceis»] com «O Sentim. dum Ocid.»... (Coitado de C....)

- J. disse de Cor a primeira Quadra [...]
- «soltou-se» a Menina:
«Essa sou Eu todos os dias.»

[ah, o famoso Efeito de Identificação da (Grande) Poesia...]

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Marilyn no Quadrado - Rosa Oliveira

- é Dia de «L.as TRav.as» - (e do Princeso, que está em Nice, já agora...) entraram duas Qd.as, da «Sala do Lado»,  e leram «Perfilados...», o conhecido poema de O'Neill...

- como «TrocO», este poema, do recente livro de R. O. [e também porque o Qd.o é de ADV....]

salto da fé

aí vem o inevitável poema sobre marilyn
percebi ao pequeno almoço
no dia mais quente do ano

norma jean gostava de esvaziar a tripa
talvez de barriga menos inchada
os vestidos niagaras fossem indolores
talvez o intestino limpo
lhe desse a leveza que os analistas
não logravam
talvez quisesse preparar o traseiro
para presidentes
senadores, capatazes
sem contar com dramaturgos.
enfim, rapazes...

de qualquer modo
esvaziava a tripa
antes de ler obras difíceis
e sérias
pois era rapariga de alto
saturno

ler kierkegaard
de intestino solto
é outra coisa

a pobre da regine olsen
é que provavelmente não sabia


Rosa Oliveira, Tardio, Tinta-da-china, 2017 (março), p. 78

[entrevista a D. Vaz Pinto, a 24, no «ionline»]


terça-feira, 25 de abril de 2017

«Caligramas» - Almada

recorte do Público:

No vídeo desta quarta-feira [19-04] , falámos com Mariana Pinto dos Santos, que, em conjunto com Ana Vasconcelos, é curadora da exposição [«José de Almada Negreiros: Uma maneira de ser moderno»]

AQUI

sexta-feira, 14 de abril de 2017

«O lagarto» - Saramago, por Adriana Calcanhoto...

... leitura, em vídeo de Gonçalves Mendes - no Público

Recortes da »Legenda»:
[...] Uma das iniciativas [da F. J. S.] é a exposição O Lagarto, do artista plástico brasileiro  J.Borges e de José Saramago [...] que tem como ponto de partida a edição ilustrada de 2016 do livro que o Nobel português publicou pela primeira vez há 40 anos. [...]

- no Endereço da Fundação, também [xilogravuras de J. Borges]: AQUI e AQUI

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Junho em Abril...

... no Rugido - Paraíso, fora de Agosto...
- ontem, a habitual visita à Barragem, ao Clã «G. da S.»; segundo M., o «nível da água estará cerca de 8 metros abaixo do habitual» (é bem visível tal); quanto à (re)abertura, está «quase...»

quarta-feira, 5 de abril de 2017

«Suspenso...» + «filho(a) de Peixe....»

Foi na quinta, pelas 13 e 20, no C. de R., onde J. cumpria um dos «castigos...»

A conversa inicial do costume: 
Ano (2.º Bloco); Área (A.D.V., «coitadita»); Class. a P. (16; «boa»)

Depois mostrou o filme - «C. de G.»; disse «que já o tinha visto»; a seguir, o livro; replicou «que já o tinha lido»;  tranquilamente, informou que «era filha da E. de A. L. A.» (falecida há cerca de 8 anos...)
Aleluia.
- à tarde, em frente do 502, continuou(-se) a conversa sobre a enorme biblioteca que «herdou»...
S. é o seu Nome; se «filho(a) de Peixe(s) sabe (vier a saber) Nadar...»

domingo, 2 de abril de 2017

48 anos...

- é domingo; 
com o Velho J. «agarrado» ainda aos últimos Envelopes e outros «Instrumentos» (grande palavra técnica) «só dá» para reproduzir o «Bartoon» de Luís Afonso, do Público de ontem:


quarta-feira, 29 de março de 2017

«Heróis do Mar» + Pomar + Almada + Sena + João P. Vale + Hugo Dinis...


"Heróis do Mar", o farol de areia de João Pedro Vale no Atelier Múseu Júlio Pomar
- a inaugurar amanhã...

- imagem do artigo do Dn, de hoje

- DAQUI

segunda-feira, 27 de março de 2017

TRatado da Mão - A. Silva Carvalho

[livro de 2015, atentamente lido (e registado) no Rugido; (re) localizado... com 9 «marcas» (o da Ímpar ou o da Par? Impossível, o «porquê»...; Marcas «percorridas» pela Menina P. - do 2.º Bloco -, num destes dias...]

MÚLTIPLAS MÃOS

As mãos amadurecem, sorvem todo o sol
a que cada corpo tem direito
apenas porque nasce.

Mas há mãos excessivas e maduras de sonhos,
conchas duma maré que erra nas dunas
e se arrasta entre as areias mortas
e as nuvens térreas, brônzeas,
não santificadas.

Eu vejo-me nas mãos dos outros animais,
castigam-me pesadas
contra os umbrais da noite.
São as graças do chumbo, fotos negativas
da alegria do mundo,
recolhem todo o peso dos corpos
naufragados.

E são as mãos da alma, mãos recolhidas da vida,
tão belas e tão fúnebres,
que o fogo, o fogo apenas as acaricia
com a leve e muda labareda 
de deus.

Armando Silva Carvalho, A sombra do mar, 2015 (Julho) Assírio & Alvim, p. 90


sexta-feira, 17 de março de 2017

Tolentino, por Cargaleiro


Poema de José Tolentino de Mendonça, «autopsicografado» por Cargaleiro
(pintura a óleo de 2014 - Colecção da Fundação Manuel Cargaleiro)

Reproduzido de artigo do «Ipsilon»

DAQUI

quarta-feira, 15 de março de 2017

MAPA DO DIA

- Difícil Dia, o da «Dona Prost.» - parece «não haver azar». Por ora, espera-se que para Sempre...

- pelas 17 e 30, pela G. R., para ir buscar o «RR» (segunda «repint.» da mesma porta, ó aselha, com «s»...); à frente, dois vend. de Operadora - identificados, um com a marca na TS preta, outro, no  blusão vermelho... - Idades? Por volta dos 60...
Ah, pois

terça-feira, 14 de março de 2017

«M., a última palavra», Manuel António Pina

M., a última palavra

Entre restos de vida passada
refugiava-se o coração de cada um de nós no seu covil,
uma gota de sangue, pequeno vitral de reflexos coloridos,
na orelha de M., a pistola no chão perto da mão, ainda quente a pistola.

O que quer que tivesse acontecido
fora em sítios inacessíveis às notícias dos jornais
e aos flashes das máquinas fotográficas
voando agora como aves cegas à sua volta.

Um grande mutismo cobrira tudo
gelando os nossos passos e o que disséssemos
ainda antes de pronunciado;
percebia-se, de quem sempre quis ter a última palavra.

Não se percebia era a falta de uma explicação ou de um sinal
(ao menos um sinal justificar-se-ia dadas as circunstâncias),
apenas um botão do casaco mal abotoado,
provavelmente sugerindo alguma impaciência.



Manuel António Pina, in Público, «P2», 09-04-2011, p. 7

sexta-feira, 3 de março de 2017

Margarida Gordon - «O exercício de ouvir»

- é um dos 12 Nomes de «novos (ou «novíssimos») poetas lusófonos, representados na antologia «Emergente» (de Março de 16)
 - [para J., M. é mais «A. P.» do que «B. G.» (tendo todos esses Nomes..., mas isso são «outras histórias»...)]

- transcreve-se o XVI  poema (de XVIII), com o comum título acima indicado

XVI

na rua 1.º de maio
os enfeites de natal 
parecem abandonados

na rádio
ouço um lamento
em português do Brasil.
um homem tem as pupilas dilatadas.

ontem à noite:
uma bonita mulher
deixou-me lisa.

quem dá é dador
e a quem dói é do amor.

Margarida Gordon, Emergente - Antologia, Livros Ontem, 2016, p. 112

quarta-feira, 1 de março de 2017

MAPA DO DIA

- cerca das 14 horas; G. R.; 
 - sem o que ler, antes das FIN.,  J. passou pelos Correios; não a reconheceu, quando se lhe dirigiu, com a frase habitual: «acho que fui sua...»

- com 35, muitíssimo magra e com «Brancos», de 9900 («irreconhecível», ao Espelho do RET. de então...) - disse que: «faz OURIV. e CULIN...» (!!!); que «não gostava de LIT., mas que D. a MARCOU» (aleluia) e «que agora lê todos os dias...»
- disse também que «era Prima de C., que fora para Óbidos»; J. «não relacionou», mas será N., que foi para Caldas da Rainha?
[pelas 16 e 30, «Emel» de N. confirma a «dedução» anterior...: «estás Velho, D.»]

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

F. A. P. + M. A. P + MAPA DO DIA

- há muito que J. tem resposta «em atraso» a esta «Ex-AA» («derivada» para a POL e a FILO...)...
- será o último ano para «F. H. L.», pretexto para a «P. de INT»; no primeiro Qd.o, em vez de «As balas», foi oferecido «M. do Aragão»... - F. A. P., Sempre...

- pelas 8 e 20..., junto à Máq. do Café, P. M-H apresentou C., que vai «combater» pela GD; virá diariamente... de Leiria! 
[J.: «eh, pá, vais ter umas ajudas de custo do caraças!»...]
- pelas 12:00, vinda de se inscrever em EX., [para tentar voltar a estudar...], I. F., 23 anos, [1.º Bloco D] de 1011, a quem J. se lembra de ter oferecido «sobras» e que disse «estar no DESEMP., após ter sido Segurança na RTP»
POIS



domingo, 19 de fevereiro de 2017

A. A. B., como «Marta», em «Colo»

- ex-Qd.a FIN., de 1415, trazia N. Máx....
- tricotava (literal.) enquanto o Qd.o decorria, à Mesa da ESQ., [...] «longínqua» da restante MAR... - 
- tranquila, de elevado nível INT. (salvo a HORR. CAL., «não há Bela sem senão...», já decidida ao Exílio dos Tempos de Hoje (Londres, Londres...)
- «reapareceu», quando J. folheava o Público de quinta, antes de ir para o S. da REC., como «actriz não profissional», no Filme de Teresa Villaverde - DAQUI, esta e outras fotos + a Not., de Berlim             - YT
Aleluia

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

«santa-clara-a-reciclada» (ou «o tapete mental do museu») - Rosa Oliveira

[são 9 e 15;  o Qd.o  vai demorar...;
- reencontrado no sábado, ainda no saco da BERT....; abriu-se na página 66, a deste poema...; 
- em semana «pré-Envelopes», é um dos dois [o outro: «Sombras Brancas» - ant. org. por J. S. B.] que quotid. vem na «Sacola»...

santa-clara-a-reciclada

decidi então com alguma calma irritada
não entrar no museu
desta vez não 
vou ficar no tapete da entrada
aquele tapete que há em todos os museus e de onde se reza para meca
vou ficar ali e fazer um poema sobre a luta de classes
vou abrir os braços epicamente
como se estivesse num filme de cecil b. demille

nem sequer me vou sentar na ex.planada
a beber o rico café nojento dos museus
vou vociferar em surdina para as minhas mãos vazias
só porque não trouxe um livro onde me esconder

há um homem aquático de aspirador em punho
um silêncio respeitoso entalado no relvado
há gente comovida com o cenário intocável
há gente intocável num cenário comovido a oeste e a leste
a tristeza ressuscitada desce com a tarde
pelo alçapão histórico

não vou gastar tempo com descrições invisíveis
os leitores saltam à frente com olhos de coelho
a ler o final do poema como se isso fosse um alívio

teoricamente é uma infantilidade
mas não é pior do que ficar
petrificado no tapete mental do museu


Rosa Oliveira, Cinza, Tinta-da china, 2013, p. 66


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Associação do Sonho (seguido de «a Osteopática»)

- [ontem, pelas 13 e 50, em frente da «Bras.»]
- observou-a, enquanto «cirandava» um Casal de TUR., pareceu, a J., que para os «engrominar» (pal. do Pai Velho) - mais magra,  ainda mais baixa, com um colete «Laranja», com a Inscrição:

                                                ADEPTOS DO SONHO
                                                      ASSOCIAÇÃO

- veria muitos outros, em idênticos «propósitos», pela rua do Carmo...
- então, [Nome, não, claro] andamos a (...) Turistas?
- [«Empinadita», como antes...] estou a trabalhar!
- (????)       [21 de Abril, RTP, «sexta às....»]
- disse depois que entrara em ESCULT., em B. A., mas «que aquilo não era para Ela»...
POIS
- antes no Metro, uma de duas Gémeas, de 0506, disse que «fizera Osteopatia», que «fazia umas coisas nessa área» e que «trabalhava na Zara, para...»
POIS

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

«Conversata» Matinal

- T. vem diar. de Santarém; nos seus 50 ..., faz SUBST. (ó Gloriosas...); 
- está F. neste ano (e não poderia ser de outra forma,  na «E.do P.»); 
- chega cansada; no CORR, pelas 8 e 35, contou que Outra, um pouco mais nova, após um ano de B., foi parar a um Inf., lá para  Sintra...; aguentou 2 meses...
Well
[se assim se trata das «Tecedeiras» de Futuros...]

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

«Vizinha, agora»; «AA, Outrora»

- «Outrora» remete para uma Década; pertencia a 1.º Bloco de 0506 («2.º ano mais feliz» de D....);
- vinha pela Rua, na direcção do STP, mais Magra do que então;  V. disse que «agora morava ali perto»        («J. F., DISC. de E. G.», também, informou); 
- com 28 PRIM., «acumula mais um Curso» e acrescentou que «trabalha no C. I., só para financiar...» (...)
Pois é.
(à tarde, nos Correios, «cruzamento» com M. F. - ex-colega de Turma, Curso, ora M. no mesmo... - «Cada um é seus Percursos», Gedeão)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A Rosa e o Compasso»: «Dai-nos de novo o astrolábio...», Alegre + David de Almeida

[caminha-se «afincadamente» para Envelopes, «Carnavais» e «outros ais»; «EntreMentes», sem Eli, vai-se fotograf... - sem o talento da «Jovem», claro...]
[editado pela G. 111, em Nov. de 1991]

No corredor: 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Retirada (M. da)

[...] será o Nome do «T. R.» que «está quase a abrir...», lá para ODEM.; (re)apareceu, hoje, pela hora do almoço, «muito Fresca», naturalmente, cerca de 2, 3 dias após  completar 25; já está terminado o curso de C. S., mas a vida vai ser no Campo...; falou dos pais e perguntou «se podia enviar um texto...»; J. lembra-se muito bem de ..., mas não a consegue localizar no «A. dos R.»...; no final, dizia que «queria era ser ESCR.» [...]
Well 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

MAPA DO DIA

cerca das 10 e 5

- de 1.º Bloco, «lingrinhas, sempre aos saltos», veio perguntar «se J. precisava de ajuda» (para arrumar o Q.do) - mesmo tendo J. negado,  veio «cirandar»....

- seguiu-se a «conversa disparatada» do costume e disse, entre outras coisas, «que era filha de Man., Ped., Est. (mas em S. na Av. de Roma...) e de Carteiro» (ainda os há); à pergunta se «viria a ser a primeira Lic. da Família», não respondeu e «devolveu»... - J. confirmou «que o foi» 

- também referiu que «queria ir servir às mesas», mas, após a «provoc.» de J.,acrescentou «que seria para ganhar, para continua a estudar...» (Ah, bom); 
- ref. às «outras vidas» de J. e da General e «lá voltou para os saltos», no Corr....

«É tão bom ser pequenino, (na), no caso»....

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

«Verdadeiramente sou quem fui» - Sophia

[transcrito da p. 21, do JL, de 13 a 26 de maio de 2015, que o refere como o último dos dez poemas inéditos que «encerram» a edição da O. P., de 2015]

A minha vida está vivida
Já minha morte prepara
Seu pó de beladona
Viajarei ainda para me despedir das imagens
Antes de despir a túnica do visível

Em vão me engano
Verdadeiramente sou quem fui
Atravessando quartos forrados de espelhos
ardentes
E diluída no fulgor da Primavera antiga

Se ainda busco o promontório de Sunion
É porque nele vejo a minha face despida
O mitológico mundo interior e exterior
Da minha própria unidade perseguida

Mas como despedir-me deste sal
Deste vento inventor de degraus e colunas
Como despedir-me das pedras deste mar
E deste denso amor e sem costuras

Sophia de Mello Breyner Andresen

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

«Orientador de Leituras?» Talvez, talvez...

- apresentou-se, à porta do «C. de R.», pouco depois da partida de A. R. Pator.; 
- declarou-se enviado por F. C. (1.º Bloco «Contentorial» - «o menino que fazia Vénias, por amável bricadeira...»)

- Chama-se D.; está em 2.º Bloco, com baixas... na disc.; falou do que tem lido, boas referências...; quereria uma Fórmula para «escrever melhor»?  - a de «Só escreve quem lê» não se lhe aplica?... 
- divergiu então a conversa e três das referências «acrescentadas» foram: Mia Couto, Yourcenar e Cardoso Pires
- ficou de Voltar...
Well...

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

«Máscara (de Aço)» - [do Leitor] - Amadeo + «... contra Abismo Azul» (Paulo Rocha + «o último segredo...»

- este é um dos cinco quadros de Amadeo destacados, e comentados, pela Comissária Marta Soares [...]
- hoje, que vários artigos voltam a referir a «Expo dos 100 anos» («Porto, Lisboa»,2016-1916), agora em Lisboa, J. relembrou  o acima referido,  do Público de  7 de Novembro

Recorte:
[...]Este tema do leitor, que é recorrente na história da pintura, praticamente não existe na obra de Amadeo e é por isso curioso que tenha escolhido esta obra para o começo de uma exposição que tem como epígrafe uma montagem de versos de Rimbaud [entre os versos do poeta francês cujo fascínio partilha com outros artistas, como o casal Delaunay, está este ‘Je ne suis pas prisonnier de ma raison’]. Livros e arte porque a poesia atrai-o, influencia-o [...]

- a 16 - 02: artigo do DN, sobre o filme de Paulo Rocha, de 1988, «restaurado...» - AQUI
- exc. no YT

- 19 de outubro de 2016, na RTP 2, documentário de Christophe Fonseca - «O último segredo...»  - AQUI

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

L. F.

Hoje, no final do Qd.o do 3.º Bloco, R. «trouxe notícias» de L. F. - Qd.a que J. admirava, por muitas e boas razões - pertenceu a um Bloco que «sobreviveu» a 1213 - ano «terrível»   [...]
Disse que L. F. já terminou a LIC e que superou o a «ano de experiência», num bom Local de trabalho e em PORT. [...] 
- Aleluia

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Livros - Caetano Veloso

- «animadas» versões, no «You Tu»:

https://www.youtube.com/watch?v=mXxkhJf-b4M

(filme aí usado: The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore (2011) 

https://www.youtube.com/watch?v=AkPozzLSrsM

[referida na «abertura» do 2.º «Curso de Cultura Geral», de 15 de Janeiro, por A. M. R.: http://www.rtp.pt/play/p3097/e268678/curso-de-cultura-geral ]

[reencontrado o «DVD» - «Livro» - a que pertence - na estante atrás da p. do ESC,. hoje, 22]

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

o padre que desenhou para Scorsese

- do «Notícias Magazine», supl. do DN: 


«Trailer Outro» do filme + a  a história do urban sketcher Nuno Branco - ex-Arquitecto, padre jesuíta 

domingo, 15 de janeiro de 2017

Romeu

Romeu - Nome que gerou as habituais «associações»... - anda pelo ano e meio de idade - na Fase do «andar desengonçado»... 

É filho de R. S. - de 1.º Bloco de CER, no Palácio 9697 - que continua a morar no Bairro;

Reencontro, após alguns anos, no Café D., na Esq. da A. P. com a J. F., ontem de manhã[...]; 
R. S. contou que "este ano dá aulas de E. T., numa escola perto da Ericeira "[...]; 
- «conversas retomadas» (evocação do Tonit. M. Vaz, por ex...) e «o resto não se diz...»

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Nevoeiro (+ «O Encoberto»)

- manhã de Nevoeiro, bem agradável; 
- mas, à chegada ao Palácio 1617, A. G., M. de T., mãe do N., Ex-Qd.o,  vem com a notícia do «seu despejo, em Maio, da casa, perto do J. C., que arrendava há 32 anos e explicou que ... [...]» 
- Lisboa a ficar [...]

- no dia seguinte, o «Bartoon» de Luís Afonso , no Público: