quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

«Pequena Europa», na Zmab

[hoje, reabriu o R.,...; dia um pouco menos cálido...; «nem parece Inv.», é o que mais se ouve, diz, na deserta Ald...; 
Pausa em tudo, até nas Leit.; só o «regresso» de M. I. C., com Pequena Europa; vai na p. 38, J.]

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Tratado da Mão

I. «extraída» de  uma das Casas do Médico Jorge Bacelar, Veterinário que também é Fotógrafo...

DAQUI

OU

DAQUI

- «encontrado» numa artigo do OBSV - «Um Portugal pelo Olhar de um VET de aldeia» 

AQUI

sábado, 10 de dezembro de 2016

«Nascer a 9, morrer a 10»


[os livros de Clarice estão na EST do quarto que foi do Princeso; com portas de vidro, é a «mais...» ]
- haverá um Tempo para os (re)ler, certamente


- hoje é o «Dia de Clarice» - sobre o mesmo, «Escrevam, por favor, por favor,...»o artigo do Expresso

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

«Volta(r)»

- quando fala no assunto, J. refere a «impressão» de que são cada vez mais os «AA» que «antes de deixarem de sê-lo já o não são», já de «saída antecipada» estão.. 
- é o caso de M. A., do 1.º Bloco, que vai na próxima semana a «St. Martins» num «qualquer coisa-curso rápido» que, a J., «soa a Captação...»
- faz lembrar a C. de M. F.: "ei-los que partem / novos e velhos  / buscando a sorte / noutras paragens..."

- alguns voltam... é Motivo para Festa...; é o caso destes três... são o Coletivo «Volta» - visto no Público


domingo, 4 de dezembro de 2016

«O Amor próprio» - Fernando Pinto do Amaral

[recente, de nov., com 56 textos, Manual de Cardiologia tem sido uma das leituras de «entre Envelopes e, ou, Qd.os»...]
[na quinta, 24, esteve nas «mãos» de M. P., do 2.º Bloco, que ... («e o resto não se diz...»)]

FORA DE PÉ

Rien de plus sale que l'amour-propre.
                        Marguerite Yourcenar

Desiste de falar    Ninguém virá
abrir nenhuma porta    responder
ao vazio     Agradece
essas poucas migalhas     Mendiga
seja a quem for apenas mais um dia

Abdica de tudo      desse trono
de barro     Estás enfim 
longe da terra    sim    cada vez mais
fora de pé
fora de ti     à deriva
talvez sem salvação     A partir de hoje
deixaste de ser tu     de dizer «eu»

O amor é talvez isto     «Viver num
coração dentro de outro coração»

O amor é assim     só te ensina 
a perder

O amor     desamor-próprio


Fernando Pinto do Amaral, Manual de Cardiologia, 2016 (nov.), D. Quixote, p.27


           [Carlos Vaz Marques, no «livro do Dia» de 23, na TSF, diz o primeiro,  «Porquê.» - AQUI]


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

«Ataraxia, please» - M. E. C.

- revisitação do Ideal da «Imperturbablidade» dos Gregos, na prosa «Cronística» ou  «Quotidiana» de M. E. C. - na p. 47 do Público, de hoje 
- ou AQUI

Recortes:
[...] Imperturbabilidade é a melhor palavra para entender a ataraxia que Epicuro dizia ser o primeiro dos prazeres. Goza de ataraxia quem se encontra livre de medos, preocupações, inseguranças, angústias, dores ou preconceitos.
A ataraxia é a mais desejável das liberdades. [...] É a tranquilidade [...]
[...] A ataraxia, para Epicuro, é um luxo acessível. [...]
A ataraxia parte de uma decisão: a partir de agora não vou deixar que as chatices evitáveis da vida perturbem a tranquilidade com que gozo os prazeres da vida. É uma questão de prática. Fala-se bastante de outras grandes noções dos clássicos gregos mas a ataraxia não é suficientemente conhecida. É uma palavra portuguesa que dá gosto dizer: ataraxia. E ajuda.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

«Tabacaria» («Incendiar a...»)

Recorte inicial do texto lido na apresentação da edição Especial da «Guerra & Paz» - AQUI

domingo, 27 de novembro de 2016

«tugas em Hollyood» - MEC

- crónica de M. E. C., de 24 - 11,  sobre os atores que interpretam missionários jesuítas portugueses no Japão do Século XVII, em «Silence» - o «próximo» Scorsese...

AQUI -
Recorte inicial: 
Estudei o trailer de Silence, o novo filme de Scorsese e acho que Liam Neeson, no papel do Padre Cristovão Ferreira, é o que tem menos pinta de tuga. São poucos os tugas com 1 metro e 93 em 2016 e terão sido menos ainda no século XVII. Eu diria que havia zero. As pessoas do século XVII eram notoriamente mais baixas do que no passado ou no futuro, sabe Deus porquê.
Adam Driver até passa por tuga mas o apelido do personagem deita tudo a perder, pois ele faz de Padre Francisco Garppe [...]
AQUI

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

M. C. C. L. - «que Nome é o seu»?

- contou que «nasceu em 74, na Venezuela, onde viveu até aos quatro anos» - «filha de Índio e de Aranha (ou Serpente)...» - «protegida pela Santa que lhe deu o Nome («Próprio, não Apelido, ouviste?») - é um dos «C.s», com quatro «O.s», quatro...
- J. implorou pelo resto da história, mas esta M. de C. (no «Paraíso das A.») alegou que «estava a escrever um «Emel» de grande responsabilidade» - e lá foi J. «à sua vidinha...»
Well

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

«Curiosidades» («Zoo lógicas?»)

Eis algumas das Frases [em Cartazes a duas Cores, «empalhados» pela paredes do Palácio 1617] ] que hoje deixaram «Parua» a «Alma de J.»:

- «Solid. para com as F.!»
- «Solid. para com a F. P.!»
- «Fim do Ex. de F.!»

[quanto mais vive, mais «Espantado» («Espantalho?»)  anda J.]
[«Morte ao F., já agora...]

sábado, 19 de novembro de 2016

«A Casinha da D.» (Zmar)

- paga pela Marechal H. em 83,85, foi Cantinho (muito Modesto e muito...) de «descompressão», daí até 2011-12      (ano da «Loucura» «ZT»  da General Z.) 
- a Marechal dizia que «seria Herança do Princ.» - que aí brincou, feliz, muito, Verão após Verão... 
- D. dizia que («ela», a Casinha) esperava a (pela) pessoa certa» - o processo foi um pouquinho  [...], mas lá foi entregue, ontem; «à pessoa Certa» - assim parece, após [...]
- passa a ser a «Casinha da D.»
Well

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Quadrado? Não, obrigado!

- há muitas, muitas Estações que J. «adoptou» o Q.do - disposição «arriscada», mas que permite a «Circulação»... [e evita as nódoas Negras nas....]
- ontem, a arquite(c)ta B. S. perguntou-lhe «se a 502 estava em U» - «Sempre, exce(p)to nos T.»

- hoje, a Sr.a A. O. informou que «seria  para todos e para sempre»
- «Aleluia!»

- (aqui só entre «Nós, os Outros», «vai dar estrilho» - «vai dar Raia»...)

[«deu mesmo» - a 24, veio a «Contraordem» - segundo o «jornal da Caserna», houve até quem considerasse que «se estaria a beneficiar uns e a prejudicar outros» - «É só Filmes...»]


domingo, 13 de novembro de 2016

Tejo: um Lago

- com aquela «Parede de Vidro» (e Grande Espaço Interior),  o «D. C.» - (integrado na ArQ. da F. C.) - também «serviu bem»,  na serena COM. «de S. Martinho, da General Z», com 1 dia de atraso - e com MAT. «em Grande Forma»

- depois, o Tejo sem Vento, logo, sem Corrente, sob o Sol Outonal, parecia um Grande Lago - não restava aos pequenos VELEJ. senão... serem rebocados
 - quanto à «Outra Banda», continua por «(re) Ordenar... [e o «resto, que foi pensado», não se diz...]

terça-feira, 8 de novembro de 2016

«A Gorda» - Isabela Figueiredo

[rapidamente lido em 4, 5 dias, ...;
- não se escolhe um excerto com «ligação direta» ao título - ...]

[...] E a mamã morreu mesmo, sem conseguir o feito de entrar docilmente na noite serena e odiando a luz que começava a morrer. Como a entendo! Que difícil será desistir, deixar para trás, libertar o peso que queremos manter porque esteve connosco e nos matou e amparou no mesmo minuto, porque tudo é o que é e o seu contrário. Como é que se abdica da vida?!
     Era para lhe ter pedido uns conselhos na véspera à noite, mas já era tarde. A conversa fica adiada para um sonho futuro. Não lhe dei o beijo de boas noites. Há um dia em que todas as noites acabam.
    Tenho-a sepultada em campa rasa no cemitério de Vale de Flores, Feijó, com uma tabuleta de metal negro onde pintaram um 880 a tinta branca. Talhão B, campa 880. A mamá deixou de ser um nome associado a uma data de nascimento, filha de fulano e sicrano, nascida na freguesia tal, de determinado concelho do país. Pesa-me, porque a mamã nunca foi uma combinação de números. A mamã atravessou vidas e oceanos. A mamã rasgou o véu da existência e inscreveu-se nela, para sempre. Um número?!
    Preciso de comprar uma  lápide para a mamã, para que ela veja, de onde está, que me aguento sozinha, apesar da sua ausência, que pode orgulhar-se de mim pelos séculos dos séculos. Mas o orgulho tem de esperar. Os cortes no salário, os impostos e a sobretaxa do IRS mal me deixam respirar. Dá para viver, não para despesas adicionais. A prima Fá emprestou-me o valor do funeral. Se a mamá soubesse, meu Deus, se ela soubesse! Ainda bem que se foi.

A Gorda, Isabela Figueiredo, Caminho, 2016 (outubro), p. 209, 10


Sete anos depois de se estrear com (...),
Isabela Figueiredo publica, aos 53 anos,
o seu primeiro romance - 
NUNO FERREIRA SANTOS

[crítica de Hugo Pinto Santos, no «ípsilon», de 24 - 11 -        AQUI ]

[«Panorama»,  de Rui Catalão, no mesmo «Endereço» - com fotos... AQUI]

domingo, 30 de outubro de 2016

«um livro sobre Gordura»

- Roma, cerca das 11 e 45...

[Outubro..: AS NOV (...); J. já fizera o INVENT.,  na BERT,  e «resistira»...); na BAR,  teve que «adq.» o de Isabela Figueiredo (PSEUD. de I. A. S.)...]

- «Deixe-me adivinhar... foi sua colega na FAC» (disse C., de longe...)
- «Adivinhou mesmo! Fomos do mesmo Curso... Como é que fez isso?»
- (respondendo sem responder) ... «Andaram aí uns miúdos...  A. dela..., não sabiam...repetiam «que era um livro sobre Gordura...»; lá deduzi...»
- [...]
- e a conversa continuou...; para J., C. (GER?) é a única que vem do Início... lá  confessou «que está na Casa desde 88...» 
          
[em 80, o VEND. de REGIST. conversou com o FUND....; estás mesmo Velho, D.]

[8 de nov: vários depoimentos de I. A. S. em canal «dela própria, a Outra» - AQUI]

sábado, 29 de outubro de 2016

«As crianças ardem» (Eugénio)

- [retomando hábito de há 2 anos, na quinta, J. entrou no Qd.o do Arq. P. (ex-DT), para inscrever o poema abaixo...]

As crianças ardem.
E os animais
lentamente também eles
ardem no fundo dos espelhos. 
Podes vê-las daqui:
mordem-se à luz dos seus cabelos.

Eugénio de Andrade, de O peso da sombra (1.ª ed: 1982)


terça-feira, 25 de outubro de 2016

«Morte ao F.!»

- educada e, ou, «disciplinada» por avô «REVOL.» (militante do P.?), A. C.  - que gostava do «discurso POL....» - «está em ano sabático de GD» (Inevitável e «pouco original»...); ontem, de manhã, aproximou-se de J. («encostado» ao Bunker da DONA GTT...)

- sabe, fui ontem assinar um contrato...
- [...]
- ... para ir trabalhar num MAC.DON. em [...]; 30 horas, muito mal pagas, «X», veja lá...
- ... aprenda, observe o que é o Mundo (Cão) do T....
- ... já sei que não vou poder «dizer aquelas coisas»...
- ... observe, aprenda...
- ... acha que me vão tratar bem?
- Claro
[... o resto não se diz...]

domingo, 23 de outubro de 2016

Tratado da Mão

[-Mar Bravo no Rugido, onde se foi numa «corrida», por causa da Velha C. - com Estreia para o «R.R.» 
- na sexta, pelas 19, em ODEm - com M. e F. na Barragem, ficara M. a «fazer companhia à Bisavó» - «mirradinhas», mas Lúcidas 86 pRIMAV - que, segundo a General «lhe estava a ensinar a...costurar...»
- na Estante, inesperadamente, a O. (in)COMp. de Alegre, na edição de 2009 - dois volumes de Capas vermelhas  e Caixa - foi aí que o poema foi (re?)encontrado...]

A PERIGOSA MÃO DE DEUS

Deus é maneta
diz Saramago
só tem a mão direita
à direita da qual todos se sentam.

Eu canto a outra mão de Deus
a que traz o Diabo pela trela
a que por vezes puxa para o outro lado
e escreve sempre por linhas tortas
a mão esquerda de Deus
a mão de sombra a mão do medo
a mão do nada 
a mais perigosa mão de Deus
aquela que de repente solta o espírito
o enxofre a guerra o vento mau.
É a mão esquerda de Deus que aperta o coração
acelera o pulso
desarticula o ritmo. 
Os poetas estão sentados à esquerda da mão esquerda
de Deus
até mesmo Antero.
É com ela que Deus abana o Mundo
com sua chuva e com seu fogo
sua onda gigante e seu terrível 
terramoto. 
Não é verdade que Deus seja maneta
Deus é canhoto.

Manuel Alegre, Livro do Português Errante, D. Quixote, 2001, pp. 35-36

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Envelopes + («Life is long»)

- primeira «época» de Envelopes («malfadados») -  [devagar, muito] - numa das (muitas) Pausas, «Life is long» - Rodrigo Leão e Scott Matthew
- 2 temas e entrevista, ouvidos no OBS

- 30 - 10: vídeo, com João Perry e São José Lapa: AQUI

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

MAPA DO DIA

[17, primeiro dia de Cheiro Outonal Verdadeiro. Aleluia] 

- (de sábado, 15)
- [cerca de vinte anos depois - 94 a 96], Regresso à H. de C., agora «renomeada» A. D. 
Sete horas, sete, de Cadeira.
Algum percurso pelos CORR e visita à BIB., «a melhor de LIsboa», seg. a Bibl. - que está no grupo de «voluntários torturados...»


sexta-feira, 30 de setembro de 2016

«Grandeza do homem» - Ruy Belo

- pelas 8 e 50... - de ontem
- (re)aberto o livro, «ao acaso», surgiu o poema que depois será inscrito na Tela do Qd.o de C. P. - onde só se desenha: 

Grandeza do homem

Somos a grande ilha do silêncio de deus 
Chovam as estações soprem os ventos 
jamais hão-de passar das margens 
Caia mesmo uma bota cardada 
no grande reduto de deus e não conseguirá 
desvanecer a primitiva pegada 
É esta a grande humildade a pequena 
e pobre grandeza do homem



Ruy Belo, Aquele grande rio Eufrates, 1961 - transcrito da p. 89 da 5.ª ed.,  Presença, 1996

[hoje, da introdução de J. T. M.: "Todo o livro é percorrido pela tensão dialética entre a presença misteriosa e irredutível de Deus e a sua ausência, o seu silêncio. Como é claro neste poema [...] Este drama, que moldou tão profundamente a alma do poeta,  é o daquela frase de Bernanos, que R. B. anotou num exemplar pessoal do seu livro: "Num segundo entreviu a sua solidão medonha, fundamental, a solidão dos filhos de Deus" - p. 13]

[1 de outubro - dia dedicado a R. B., em Óbidos, no «Folio» - «H. de Palavras» - Dicionário de A a Z - de Nuno Costa Santos - AQUI]

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

«A escrita como legítima defesa» (Pérez-Reverte)

[de manhã, o primeiro Quadrado, com «APG», como sempre...]

[de Reverte, leu alguns dos primeiros (O mestre de esgrima, A tábua da Flandres, O clube Dumas...)  - estarão nas Estantes do Princeso, em S. António?...]

- na parte final desta entrevista, referências ao seu modo de ver Lisboa... 
Recorte:
"[...] Eu vim há muito tempo a Lisboa porque li Pessoa, Camões e Eça de Queirós. Vim para encontrar a realidade que amava nos livros. Esses turistas filhos da puta nem sabem quem foi Pessoa (...)" 
(do Público, de hoje)

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Árvore do Paraíso

- a única árvore que restou do Velho Paraíso - referida ACIMA-ABAIXO -  na Abertura do Paraíso 1617 (Foto de Eli):


domingo, 21 de agosto de 2016

Jaime

Está Escolhido, para 1617.

(Tomado de Empréstimo ao Pequeno Herói, n. de A. M., nascido a 12 de Agosto) 

[Também o Nome Próprio do Avô Materno de D.: J. R., completo]

quinta-feira, 9 de junho de 2016

O Banco


Do espaço «ajardin.» do Velho Paraíso, resta uma árvore e um banco.

Vai sendo deslocado, cf. os [...] Vai ficar à Espera...

(fotografia de Eli, de 07, 7:30)

sábado, 4 de junho de 2016

Autopsicografia - André Carrilho



[enquanto V.  imagina
Máscaras para o Nome a...» 

- Ilustração de André Carrilho, para a edição de hoje, do DN

- DAQUI  [inclui as restantes ilustrações, de vários....] ou na «fotogaleria»

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Fecho

- são 18 e 45; 
- ainda no  Qd.o, declara-se «que o Paraíso 1617 começa amanhã, mas não é para já...»
- até lá, haverá T. para [...]
- fecha o «Alpa»,... reabre o «Peri»..., claro]
- [quanto ao próximo Nome de D., V., ...]

terça-feira, 31 de maio de 2016

A sardinha que veio da Escócia





- de manhã, no Público, o Nome de uma das vencedoras do «concurso da Sardinha» «apontava» para [...] [AQUI]

- ...  confirmado à hora do almoço, no DN, que  inseria uma foto e algumas palavras da «própria, a Outra»,  que continua a dizer coisas do «género»: "envergonhada nestas coisas"
DAQUI e DAQUI
- Radioso Futuro, certamente.
- Boa imprensa, já há - AQUI - por exemplo

quarta-feira, 11 de maio de 2016

A. S. - «Ex-A. A.»

- (re)apareceu ontem, à tarde -  disse que «vem regularmente, para assistir aos Qd.s de mestre A. C.» [...]

- 24 anos, «parecida» com a que foi naquele Qd.o de 0708 - [um «K»,  marcado pela Mestra Filo, M. O.] - mesma altura,  «aquele tique de nariz e olhar» [...] 
-  relembrou  várias situações marcantes -  [...] - [ainda «apanhou» a primeira Época Content....; desist., pelo primeiro Natal, do Curso por que tanto lutara...]; o de DES., em B. A.,...; ]
- Well


terça-feira, 10 de maio de 2016

Livros não, obrigado

[«cena» repetida...]
[caminhava V. pelo corredor que leva da Ágora ao «Bunker» da Dona G.; ao lado, Mestre P. C., leve, porque magro, e de «mãos a abanar»]

- então, «Carregado», como sempre... Achas que «Eles» precisam de livros?
- achas que os podem «dispensar»?
- claro, repara... [a «conversa do costume»]


[V. lá discorreu sobre a Leitura... - «o Costume»]

sábado, 23 de abril de 2016

Proletariado, Precariado, ...

- quinta de manhã; Envelope, 2.º Bloco
- Qd.a  esforçada, mas... [«e o resto não se diz...»] - chama e, «baixinho»...:
- «O que significa Proletariado»?

[na impossibilidade de o «dar a Ver», lá se fez um «Esboço» - [não se pode passar disso...] 

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Amadeo, «o inquieto» - «Salto do coelho»


A «revalorização» da obra de Amadeo tem «nova etapa», a partir de 20 de Março [...]
Reproduzido do artigo do Público, «Amadeo, o inquieto regressou finalmente a Paris»

daqui
Legenda:
Le Saut du Lapin faz parte da colecção do Art Institute de Chicago, museu que tem mais duas pinturas de Amadeo nas reservas, todas do Armory Show. [...] CORTESIA: ART INSTITUTE CHICAGO


- «Visita Guiada (VI)», de Paula Moura Pinheiro, de 24 de outubro - na RTP - AQUI (enq. a Santa o permitir...)

sábado, 16 de abril de 2016

L.

[cerca das 12 e 30]

- L. é um dos Ger. do L., no Galhardo; discreto, cordato -  [ali, os ger. fazem tudo o que os restantes...]
- só hoje V. reparou no Nome P., inscrito na Placa de I. - seguiu-se o costume: quem o escolheu, história, significado, outros, na Família...; segunda «coincid.»: natural da zona do Pinhão...;

- V. regressou com uma «FBG» de M. T., que lhe emprestou até segunda...

quarta-feira, 13 de abril de 2016

A «Ilha»

- dizia V., ontem, num Quad., para um Friso de T.I.s:

- Já percebi por que é que sou tão «Popular» na «Ilha dos Amores»  [ou «da Marmita»: Arroz, Massa, Arroz, Arroz, Massa, Massa, Arroz...» - isso não o disse...]

Ele lá Sabe.


sábado, 9 de abril de 2016

Pipocas + Bebida

Colombo - Matinal Sessão
Rezava o Talão Branco  (o Verde era para receber o «Pacote»):

                                             Pipocas + Bebida
                                     no final da sessão de apres.

[foi a 1.ª (de 6); espera-se que não haja mais "pipocas + bebida"]

«Perseverantes, reincidentes...» Ou «as papoi(u)las de Eli»

«... e efémeras...» 

- é o que delas diz Eli, a Única que as Vê no PLano raso da PRIMAV. do Paraíso 1516:

Foto de Eli

quinta-feira, 7 de abril de 2016

«Abaixo o Fasismo» - M. E. C.

[o Outro proclama: «Morte ao F. (com «mais um c»)]

- Este é o título de  Crónica de MEC, no Público, como habitualmente:  DAQUI

Recorte final:
[...] O fasismo é como o envenenamento mais eficaz e indetectável de todos: o lento. O castigo de viver é dividido em prestações aceitáveis em que cada uma promete a eliminação (inteiramente mentirosa) da seguinte."É só uma fase" é uma frase propagandística e nociva para a nossa saúde que significa, prosaicamente "aguenta-te à bronca, minha filha ou meu filho, porque o sofrimento consecutivo é a nossa sina nesta vida de merda em que pensar que podemos fugir-lhe é a droga poderosa que nos mantém, certinhos, no horrendo caminho que nos coube". 
«Abaixo o fasismo», Miguel Esteves Cardoso, Público, 05-04-2016

sexta-feira, 25 de março de 2016

Sallim (Que Nome é o Seu?)

[pelas 9 da 1.ª manhã da Pausa da P. no Rugido; na última página do «Ipsilon», foi a foto que [... -  «A leveza vaporosa de Sallim»ítor Belanciano]

(sem indicação de créditos)
F. S. assina o seu primeiro Trabalho como Sallim -                       DAQUI

[foi uma das três M. marav. de um dos  Quad.os CONT. de 0910 - as outras, R. V. e M. (B. G.) A. P . ]
- após 1112, a desistência de B. A. (?) e a pauta Máxima a Port., em 1415...; V. pouco mais dela soube...; uma surpresa, noutra «especial.» (como repetiam as M. de T. e R.P.E. no último C. de T....]

[em 1112, FINAL., terá andado em estado de FÚRIA Silenciosa, seu Timbre, a segunda referência; V. lembra-se de, numa das Oficinas do Quad., ter saído «indignada» com o texto «impossível» (a completar) que D. propusera; na semana seguinte apresentou «nova versão», contando que, no almoço de Domingo, «pusera toda a gente a discuti-lo» - [...]

sábado, 19 de março de 2016

A visita da Jovem Livreira

[quarta: fila das inscrições para os Ex.; inevitável, o reencontro com «Ex-AA»]

- V. não se lembra de quando terá começado a conversar com J. C. [...]; 

- há uns anos trabalhava numa «FNC»; das últimas fases do «G. de A.», diz que «anda pelos 28»; formações, muitas, contratos, contente pelo primeiro, na «L. D.» no «L. F.»; sumariou os vários trabalhos, falou de recomeçar outro C. e de [...] («e o resto não se diz...»)

quarta-feira, 16 de março de 2016

Que Nome é o seu?

- [ foi na segunda]

- Dizia J. C. (L.) para as outras duas da «Troika» do 4.º Bloco:
- «Vamos deixar Isto (o Produto da «Perform.») com a Dona Gourgetti»!
- «Com quem???»  - (espantado, V.)
- «Com a Dona G....; é o Nome que damos à Dona G.»

[registado com conhecimento da Própria, a Outra]

domingo, 6 de março de 2016

«Espera» - Sophia

[é tarde, num domingo só de trabalho; é tempo de Envelopes - última Série ...; - de três Gavetas do COMP. surgiram conjuntos de poemas de Sophia - V. já não se lembra para que «efeito» terá sido ...]

ESPERA

Deito-me tarde
Espero por uma espécie de silêncio
Que nunca chega cedo
Espero a atenção a concentração da hora tardia
Ardente e nua
É então que os espelhos acendem o seu segundo brilho
É então que se vê o desenho do vazio
É então que se vê subitamente
A nossa própria mão poisada sobre a mesa

É então que se vê o passar do silêncio

Navegação antiquíssima e solene


Sophia de Mello Breyner Andresen,  Geografia, 1967

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Autopsicografias

Esta «I. P.» é de L. B. - jovem Mestre do Palácio (em «4.ª Residência») 
- (pelo seu «Lagarto da Penha», passa V. diariamente...)

Imagem recolhida do «blogue» da Casa F. P., com texto de L. B. sobre  «este mural»:

DAQUI

Quinta, 10, 19 e...; 
L. B. diz a V. "para ir lá ver, pois a Foto não chega para..." 
[...] foi, sim, na tarde de 6 de Abril, após a consulta de General Z na CUF e a visita ao renovado Mercado de C. de O. [...]

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

«Ouvidores»

[sim, quem se «importa» com isso de «os Corredores terem Ouvidos?»]

- 10: 45 [com todos «aprisionados» nos Quadrados...]
- UMa, para Um [em alto (ou histr.) tom e com muitos (e «desconcertados») gestos]
[sem verbos declarativos ou marcadores equivalentes...]

"[...] sim, também eu te A.- como «Irmã»-... Mas como é que podes pôr em Causa a Nossa A., por UM G.? [...]"

[... e lá ficaram...]

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Estádio Roma

- lá foi, «contrariado»; eram 10 e 15; vinha a sair, «abafada»; reconheceu-a, depois de «a olhar Bem...»
 - D.O.,  cerca de 30, de 1.º Bloco,  em 0001, ainda do G. de A.;  «trabalha como ilustradora de livros infantis» [...]; do resto que disse, V. sublinha: «éramos um Bloco que se dava muito bem»; «... participámos num «Comenius», dedicado ao tema da Saudade...»
- «adorava os seus Quadrados»... (- «fez bem» ao E. [...])

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

«Nespresso»

- ontem, cerca das 11 e 30;
- I. C. (de Bloco Gráf. do ano passado) veio para «pressionar» as Mestres a quem pediu «a Carta de Recom.»...
 -  para o ano irá (também) para L., «para Animação», disse; entretanto, tem  trabalhado na N., em C.; - «intermitente», diz que «vai quando a chamam, é necessária» - «...» Euros, por DIA [...]

[de regresso à Inf., V. relembrou que, então, a tal se chamava «a Féria» [...]

Well

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

«Manhã Submersa», Insectos, J. C. (L.), Ericeira...

[General, quando foi a última vez que fomos à Ericeira?
- só conseguiu dizer que «terá sido quando o Princeso ainda era criança...»]

- os Insectos, três, vinham «mineralizados» na edição que J. C. «obteve» na Ericeira e hoje mostrou a V., pelas 13 e 25[...]

- no «Emel»,[a «para sempre» Enfática] J. C. (Lap.) escrevera: 
«[...] por obra do destino deparei-me com uma "manhã submersa"; após 20 minutos de conversa* e 2 caricaturas [30 minutos] consegui adquirir* o livro [...]
- [ * = devia estar «entre aspas»;           «e o resto não se diz...»]
- agora, só falta lê-lo [...]
- « capítulo seguinte»: [quinta, 04, 18 e 25, final do Envelope - disse que «vai pela p. 80, quando António (...)»; ficou depositária de P. S. e de N. T. F. (resultantes da «renovação» da Estante V. F. - um será para «a sr.a da Ericeira»; o outro...]

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Escola do Paraíso = há que cumprimentar os ESpantalhos

REUTERS/THOMAS PETER  «Uma aldeia de onde as pessoas saem, mas nem por isso fica mais vazia» - do Público               DAQUI


Rápida, a Sombra (nos 100 anos de V. F.)

- pelas 10, passou pela Av. de Roma e trouxe R. a S. - um dos reeditados com a Data Redonda do Nasc. de V. F. ; receava que «fosse Repetição»...; 
- consultada a prat. da E. da Sala (a mais «Nobre»...), verificou que não.
- agora há que fazer a Lista das «faltas» (ainda que não se chegue à Completa..., por «opção» (ou por Ora?) e substituir as edições do C. de L. (capa dura, sim, mas letra minúscula...) - quando houver V....

[vai ser Dia de Envelopes]

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Agriculta, a Artista

-  8:20 - no caminho, com A. Pad., jovem Mestre Subst. de G. D., que se declarou «feliz no Paraíso» [ ao fim de uma semana e «picos»]; V. soprou: «sim, é uma «A. O...»

- 10:45 - 12:15 - Susto causado pela  «Bela Adormecida» (M. S., do 2.º Bloco) - A. P., assistente oper., A. C. (comp. de Bloco),  C. Sapp. e M. J. R. (Mestres), (tb. lívidas), lá a «devolveram ao Mundo dos Sentidos», ao fim de uma Hora...           
- 12:25 - Almoço no STP - , com a  jovem  M. ,Mestre do 4.º Bloco -  Pequena Grande M. do Norte ; a conv. derivou para a Horta - cem metros, em S. Ant. da Caparica -, onde diz que «agriculta largos Canteiros com tudo...»    [...]

Well

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Camões («encontra a Serpente») - José Guimarães

DIANA QUINTELA/ GLOBAL IMAGENS
[V. lembra-se de, no «Estágio» - P. A. V., 9192 - , ter «abusado» das «Autosicografias» Camonianas de José Guimarães [ESTA, por exemplo], naquelas «Actividades FolK» Obrigatórias no Contexto]
[pior foi «abastardar» os LUS., com aquela péssima «BD» brasileira...]

A notícia, do «DN», refere a EXpos. («Exconjurações»),de J. G. (76), em Lisboa,  ( desde 2011, aí não...) - DAQUI          - Galeria, AQUI

sábado, 23 de janeiro de 2016

jau, aliás António, por Eugénio

[inicia-se nova-velha fase de montagem de Envelopes; como «exercício de aquecimento», (re)leituras por aqui e por ali...]

LAMENTO DE LUÍS DE CAMÕES
NA MORTE DE ANTÓNIO, SEU ESCRAVO

... viveu em tanta pobreza, que se não tivera
um jau chamado António, que da Índia 
trouxe, que de noite pedia esmola para o 
ajudar a sustentar, não pudera aturar a 
vida. Como se viu, tanto que o jau morreu, 
não durará ele muitos meses.
Pedro de Mariz

Devias estar aqui rente aos meus lábios
para dividir contigo esta amargura
dos meus dias partidos um a um

- eu vi a terra limpa no teu rosto,
só no teu rosto e nunca em mais nenhum

27-12-79

Eugénio de Andrade, Homenagens e outros epitáfios (1.ª ed.: 1974); transcrito da p. 242 de Poesia (reunida), 2.ª ed., 2005