sábado, 29 de novembro de 2014

«Operação ao cérebro» - Fátima Mendonça

Fátima Mendonça, «Cura - Operação ao cérebro», 2014, aguarela e lápis sobre papel, 28x38 cm - outras «operações (d)escritas ao Cérebro» no endereço da  Galeria 111, até 31 de Dezembro - VER: AQUI

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

G. G. - Ex - AA - ou «Cada um é seus Caminhos» (Gedeão)

- até Fev., o «sufoco» dos «Contentores» - depois, o «Palácio 1011» - a Estrear -  Gabriel «fez a diferença», num Bloco muito Heter.
[por vezes, aparecia com tabuleiros de bolinhos caseiros, por ele feitos...]
 - depois, C. tomou-lhe o Nome «de Empréstimo» - ver AQUI
 
-  a convite de Mestre A. G., veio falar do «seu percurso»

- antes, disse a C. que «interrompera o curso de "...", para esudar MAT e entrar em «Gestão» (de «...» - C. já esqueceu) - diz que «está seguro dessa Mudança»
 
- Well
«Cada um é seus caminhos» (António Gedeão)

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Era Lisboa, chuvosa


Foi ontem - chovia, muito - 
- a foto é de E. M.  - «Nome de Guerra» (A. N.): Eli 

[«bateu certo» - ontem, dia 1 de 365 = 60]

Well

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

MAPA DO DIA

Pelas 11 e 30. Quadrado 502.

«Não me Mate, que Eu não sou Fascista!»  [A. B.]

[«engraçado aparte» ou espécie de «Troco», que «divertiu» C. - a Criança que vai voltando a ser]

("Maria! Não me mates que sou tua mãe! "= célebre folheto de Camilo, de 1848)

sábado, 15 de novembro de 2014

«Mar de Sophia» + Ana Seara

[ Ana Seara compôs uma peça musical, de 8 minutos, «para» este poema de Sophia]
- no YT, «carregado» pelo «P3» (sup. do Público)

[também «amanhã», vista nas televisões]

FUNDO DO MAR

No fundo do mar há brancos pavores,
Onde as plantas são animais
E os animais são flores.

Mundo silencioso que não atinge
A agitação das ondas.
Abrem-se rindo conchas redondas,
Baloiça o cavalo-marinho.
Um polvo avança
No desalinho
Dos seus mil braços,
Uma flor dança,
Sem ruído vibram os espaços.

Sobre a areia o tempo poisa
Leve como um lenço.

Mas por mais bela que seja cada coisa
Tem um monstro em si suspenso.

 Sophia de Mello Breyner  Andresen, Poesia I, 1944 – transcrito da Obra Poética I, 5.ª ed., 1999, Caminho, p. 50

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Kely Barboza + Tancredo Ferrari (MAPA DO DIA)

[que Nomes!]

António Pedro. Cerca das 10.

Estão «porta com porta», onde, em tempos, eram (2 das) Lojas do Sr. Domin. - Madeiras, pois -  (tem a neta num 2.º Bloco do Paraíso 1415...)
- C. «apostou» com a General Z. [pois, pois,  deu   motivo para Conversa...] «quanto tempo se irão aguentar ...»
[pois, que estes cab. br. abrem (e fecham) (quase) «num abrir e fechar de olhos»...]
- [continuam abertos, a 2 de outubro de 2016 - Aleluia]

«A queda» (sobre) [«pensar - sentir»] - Gonçalo M. Tavares

[nos intervalos do último Envelope, já dá para voltar a Ler...]

Recortes da «Crónica», de hoje, de Gonçalo M. Tavares:

[...]
2.
Em que sítio do corpo se sabe? Saber é algo que vem do cérebro (vem-vai) - mas também do calor, do frio e da dor.
Saber a partir do impacto: um corpo forte vem contra o nosso corpo forte e ensina-nos . Aprender pela queda e pelo salto. Pelo salto vejo, pela queda sinto.  [...]
(Rastejar como forma de se pôr ao nível do chão, queda como o ato do mundo que nos coloca ao nível do chão. [...])
E de qualquer maneira isto: caio para me aproximar das coisas. Cair como método científico, correr andar saltar e cair.
Caio como quem vê pelo microscópio, caio como método de análise, caio para ver mais de perto, caio para ver de outro ponto de vista. Caio porque quero entender.
[...]
 
Gonçalo M. Tavares, «Sobre a Queda», Visão, n.º 1132, 13 a 19 - 11 - 2014, p. 10

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Ricardo Reis + Lídia + CNB

Foto de Rodrigo de Souza + recortes da «Info» da Casa do Diário de Notícias:
São treze bailarinas dançando em movimentos geométricos e sincronizados. Os corpos habituados à rigidez dos movimentos do ballet clássico resistem a fluidez poética do ballet contemporâneo trazida por Paulo Ribeiro. [...]. E assim vai nascendo 'Lídia', o novo espetáculo da CNB para comemorar os cem anos da revista 'Orfeu' [...]
Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio/Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos/Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas./(Enlacemos as mãos.) Assim começa o poema de Ricardo Reis que serviu de mote para a construção desta peça criada em parceria pelo coreógrafo Paulo Ribeiro e o compositor Luís Tinoco: [...]