sábado, 27 de abril de 2013

RUGIDO

[o «precoce» Verão ausentou-se;o Pinceso chegou; é o Dia dele
- as conversas não se afastarão dos Tempos - no Rugido foi (todos foram) feliz(es) - aqui volta, voltamos, voltaremos 
- e também voltarão o(s), a(s) que está, estão «prometido(s)]
ALELUIA - é dia de Desligar sem desligar poder (-se), dos Tempos.
- Indiferente, só o Rugido, «lá em baixo».
Chega.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

[35 gavetas] Clarice, pelo filho

Clarice levou A. Eus a suspender as matérias do quotidiano, passando a uma «Clandestinidade Vital»

[Quanto a T., não se lembra do «primeiro contacto» com a Prosa Intimista Clariciana - FAC, 87-88? - Antes?]

Visita guiada à exposição «A Hora da Estrela», por um dos filhos, Paulo Gurgel Valente - vídeo, de Simone Duarte e Ricardo Rezende, no Público 

[ só no último dia, manhã de domingo, 22 de Junho, - com as Famílias na Praia -  lá foi T.
- alguém comentava: «Uma Vida em 35 gavetas»]

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Baú de A M

Mestre A. M. é - «aquela que General conhecia sem a conhecer» - «Contos Largos»]
A filha, F., abriu o Baú da Mãe e estendeu, segundo A. M., uma «pequenina parte» dessa enorme Arca do Fio

AQUI

domingo, 21 de abril de 2013

TRATADO DA MÃO, III

- entre os que têm que «ficar de fora», mas que dentro ter ficado deveriam, este, de Fiama:

TAPEÇARIA DE PORTALEGRE

 A contraluz as tecedeiras envoltas
numa aura intensa clara cruzam
e entrelaçam os fios inverosímeis.
Como poderão encontrar no meio da luz
fios senão os da própria luz
que está estendida? Postos assim,
quando vem o fim da tarde,
os teares contra as janelas velhas
de esquadria alta e ampla,
são os teares oníricos das pinturas
que tentam transformar a tecelagem
na metáfora da arte.

 Fiama Hasse Pais Brandão (1938-2007), Três Rostos, 1989 [transcrito da p.537 de Obra breve – poesia reunida, 2006]

sábado, 13 de abril de 2013

Consultório, I

[Consultório, de leituras]

12:00. Cinderela. Areeiro.

Copeira (cerca de 50s) e «Balconista» (por volta de 30s) falam dos livros que lêem. A segunda refere que «os começa pelo fim»

Por causa dessa coisa de «começar pelo fim», Intrometido, T., o cliente, refere - - Caranguejo (1952), de Ruben A. -  «demasiado» para a  «Balconista» que, se gabou de, «na Escola, ter sido a única, do seu Bloco, a ler Os Maias» [...]

«Olha a novidade». Lá disparatou «as tiradas» do costume, T.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

EStação HC

12:00
[ao longe, da varanda do Qd.o 509, T. avistava MGG na sua PERF - mala  de  Cartão - Círculo de Giz em Livros - Leitora em «Andas» - Hoje na «Praça 1213»
- é a Gloriosa «Época HC» - chegou um pouco mais cedo este ano - pela PRIM, HC Anima as Hostes , tirando dos Quadrados os Dormentes -
- não esquece T., no glorioso Palácio-Aldeia de Plástico,  o «Chocolate Mecânico» ao som de Gaita de Foles
- Histórico

domingo, 7 de abril de 2013

MAPA DO DIA - por devoluta Lisboa

[após a DOM, na A. R., pequeno «passeio higiénico», pelas adjacentes do j. Constantino - DEAMB]
 
- na José Estevão, um rés-do-chão «mimoso» faz a diferença (para melhor) num velho prédio; [aí surgiu, a T., o título para a próxima «PAO»]

Well

sábado, 6 de abril de 2013

MAPA DE ONTEM

Ontem
[Dia dos que «não podem perder a força anímica»]
10:30
Finanças -  IMI - «1.ª TRanche»- 9 postos de atendimento (entre 20) e ninguém com menos de 50 [«este país é só para Velhos»]
 11:20
ADSE
quando se volta, T. avista G. P. R. J. - mais um dos «cíclicos reencontros» [o último fora numa MAN «descomprometida» nos tempos do Consulado de M. de L. R.]
 
[não teve mais «história», o Dia]

Dorme, meu amor ... - Maria do Rosário Pedreira, por Carmen Dolores

[Carmen Dolores diz o poema de M. do R. P., no programa «Alta Definição», de Daniel  Oliveira - de 01 de abril 
-  [«pelos» 11 minutos] - na «Sic» - AQUI (já não, claro)  ou no «YOUTU»

Dorme, meu amor, que o mundo já viu morrer mais
este dia e eu estou aqui, de guarda aos pesadelos.
Fecha os olhos agora e sossega — o pior já passou
há muito tempo; e o vento amaciou; e a minha mão
desvia os passos do medo. Dorme, meu amor —

a morte está deitada sob o lençol da terra onde nasceste
e pode levantar-se como um pássaro assim que
adormeceres. Mas nada temas: as suas asas de sombra
não hão-de derrubar-me — eu já morri muitas vezes
e é ainda da vida que tenho mais medo. Fecha os olhos


agora e sossega — a porta está trancada; e os fantasmas
da casa que o jardim devorou andam perdidos
nas brumas que lancei ao caminho. Por isso, dorme,

meu amor, larga a tristeza à porta do meu corpo e
nada temas: eu já ouvi o silêncio, já vi a escuridão, já
olhei a morte debruçada nos espelhos e estou aqui,
de guarda aos pesadelos — a noite é um poema
que conheço de cor e vou cantar-to até adormeceres.


Maria do Rosário Pedreira,  O canto no vento dos ciprestes, 2001, Gótica, p. 45

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Neta de Peixe sabe nadar?

- altera-se o Provérbio, porque o Peixe foi FAP e a neta é MBG

[há «Eternidades» que T. a «massacra» com:
- «MBG, "devolva-me" a M. A. P. de há três anos!»

- invariável, também, a resposta: «Isso não é assim, isso não funciona assim»]

segunda-feira, 1 de abril de 2013

«Inquietação», José Mário Branco + Naifa + Canal Q

Nova versão de «Inquietação», de José Mário Branco, para os 3 anos do «Canal Q», pela «Naifa»
 

Tratado da Mão, I

[3.ª Estação. Abre amanhã. Vai ser, como sempre, Rápida. Sombras.]
[Exercícios de Aquecimento. Nem por isso.]


Fotografia de MARK BODAMER, Público, 01-04-2013, p. 24, Nicolau Ferreira
(«Usam ferramentas, com que partem nozes ou apanham térmitas. Fazem e desfazem alianças. Matam-se. São altruístas e também se ajudam.»)