sexta-feira, 25 de março de 2016

Sallim (Que Nome é o Seu?)

[pelas 9 da 1.ª manhã da Pausa da P. no Rugido; na última página do «Ipsilon», foi a foto que [... -  «A leveza vaporosa de Sallim»ítor Belanciano]

(sem indicação de créditos)
F. S. assina o seu primeiro Trabalho como Sallim -                       DAQUI

[foi uma das três M. marav. de um dos  Quad.os CONT. de 0910 - as outras, R. V. e M. (B. G.) A. P . ]
- após 1112, a desistência de B. A. (?) e a pauta Máxima a Port., em 1415...; V. pouco mais dela soube...; uma surpresa, noutra «especial.» (como repetiam as M. de T. e R.P.E. no último C. de T....]

[em 1112, FINAL., terá andado em estado de FÚRIA Silenciosa, seu Timbre, a segunda referência; V. lembra-se de, numa das Oficinas do Quad., ter saído «indignada» com o texto «impossível» (a completar) que D. propusera; na semana seguinte apresentou «nova versão», contando que, no almoço de Domingo, «pusera toda a gente a discuti-lo» - [...]

sábado, 19 de março de 2016

A visita da Jovem Livreira

[quarta: fila das inscrições para os Ex.; inevitável, o reencontro com «Ex-AA»]

- V. não se lembra de quando terá começado a conversar com J. C. [...]; 

- há uns anos trabalhava numa «FNC»; das últimas fases do «G. de A.», diz que «anda pelos 28»; formações, muitas, contratos, contente pelo primeiro, na «L. D.» no «L. F.»; sumariou os vários trabalhos, falou de recomeçar outro C. e de [...] («e o resto não se diz...»)

quarta-feira, 16 de março de 2016

Que Nome é o seu?

- [ foi na segunda]

- Dizia J. C. (L.) para as outras duas da «Troika» do 4.º Bloco:
- «Vamos deixar Isto (o Produto da «Perform.») com a Dona Gourgetti»!
- «Com quem???»  - (espantado, V.)
- «Com a Dona G....; é o Nome que damos à Dona G.»

[registado com conhecimento da Própria, a Outra]

domingo, 6 de março de 2016

«Espera» - Sophia

[é tarde, num domingo só de trabalho; é tempo de Envelopes - última Série ...; - de três Gavetas do COMP. surgiram conjuntos de poemas de Sophia - V. já não se lembra para que «efeito» terá sido ...]

ESPERA

Deito-me tarde
Espero por uma espécie de silêncio
Que nunca chega cedo
Espero a atenção a concentração da hora tardia
Ardente e nua
É então que os espelhos acendem o seu segundo brilho
É então que se vê o desenho do vazio
É então que se vê subitamente
A nossa própria mão poisada sobre a mesa

É então que se vê o passar do silêncio

Navegação antiquíssima e solene


Sophia de Mello Breyner Andresen,  Geografia, 1967