segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

RUGIDO - MAPA DO DIA

[Na Past., cerca das 9 e 45]
- ao lado, dois V.,  desconhecidos de V.[...]; um evoca «aventuras de Infância», como, por ex., «travessias do Mira, na Casa Branca»; depois,entrega Cartão com [...] ao outro, que fala do Livro que já publicou (270 pp., S. Teot. de outros Tempos...); mais tarde, o primeiro diz que "tem tudo Arquivado, mas que não tem paciência para..."; despedem-se desejando-se mutuamente «não partir Antes...» [...]

- a caminho da Farmácia, Cortina de Água, finalmente;
Dr. (para a Pequena...): "faz lembrar quando estamos em Phnom Pen (...)"
V.: [...]
Dr: (faz várias referências a Pol Pot, aos regimes, ao rei, ao 1.º Min. - «quase Rei» - ao «Parlamento que não o é»...)
V.: "há um filme, com a amizade entre..." (Terra Sangrenta, de Roland Joffe...) [...]
DR.: "ela tinha sete irmãos; todos fugiram, nessa altura..."
[a Pequena vai confirmando, no seu péssimo português...; é Cambojana, e não Indon., como V. e a General «alvitravam»]
Well

domingo, 27 de dezembro de 2015

Rugido + «(A Doce Insolência do) Sono dos Velhos» (por M. E. C.)

6.º Dia do 4.º Natal. Cálido, de Chuva nem Sinal...
[reaberto o Café do R., ocupa-se a (habitual) Mesa do Canto...]


Quanto à Crónica de MEC, de ontem, foi lida à Assembleia, que se riu das «idênticas Figuras» que o Menino APN faz...

Recortes:
[...].Dormir sentado é um dos poucos consolos da velhice. Cabecear só é horrendo para quem assiste: para quem está lá dentro é como passear num barquinho à beira-mar, ora subindo, ora descendo as ondas.
       Acorda-se umas dez ou vinte vezes, faz-se um ar espavorido, como quem decididamente não pediu para voltar à realidade, muito obrigado e volta-se a adormecer, hipnotizado pela vingança.
    As sonecas batem-se com crescente violência e prazer. Embala-nos a ausência de angústias de passar por aborrecido, malcriado ou bêbado. A vergonha é um dos traumatismos (e um dos preços mais caros) da juventude. Passa-se e dorme-se melhor sem ela.
[...] Passar pelas brasas é uma doce insolência perante a morte.
Miguel Esteves Cardoso - DAQUI

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

O vendedor de livros (usados)

Domingo. Chiado. Rua Anchieta. Repete a feira de Sábado, por ser Natal.
Cerca das 10 e 30. Vendedor ainda jovem. Não Gordo. Calvo. Barba por fazer. Em estado «Vermelhusco».

V.: (apontando) "saído há tão pouco tempo e já está aqui? e por este preço?" (baixo, o preço)
Vend.: "o crítico não gostou e vendeu-mo logo"
V.: "ai, é assim? ai, ele é isso?" (qual o crítico, inquirido, não o revelou)
Vend.: "é a vida"  (manuseia-o)   "eu também já o li e não gostei"
V.: "porquê?"
Vend.:"não sei, não gostei"

(na continuação da conversa irá afirmar que o "viu na diagonal"...)
MORAL: «já não há vendedores como...»

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

«Pequena Árvore»

Quem, a propósito de Narrativa de A. Lobo Antunes, fala de «Árvore Bibliográfica»,  é A. Eus                 - AQUI....]
- Nos Qd.s Nat., V. listou 4 Ramos, «recentes», de uma (possível) Árvore...:

- Lilias Fraser (2001), de Hélia Correia (também por Blimunda                                                                    «reaparecida» no último cap....)
Myra (2008), de Maria Velho da Costa;
Meninas (2014) , de Maria Teresa Horta;
- O Inventário do Pó (Maio, 2015) , de Joana Bértholo (que foi - é, será, voltará a ser? - da Casa)

- [Resultados a Haver...]

MAPA DO DIA ou «Nascido antes da [...]»

[dia de Dez., com temp. de PRIM...; ontem fez anos o Pai Velho]
[a dado momento de um dos «CDT.s» da manhã, V, , pensando,  sentiu-se feliz por ter nascido quatro décadas antes da Ditadura dos COMP...]

Acompanhamento:
- Hotel, de Paulo Varela Gomes;
- Caviar é uma Ova, de Gregorio Duvivier (que interessou Mestre J. J. - de D. de C., -  à esq. de V. sentado...) - (uma das Narrat. lida por Campilho - AQUI)

8:30 às 10:00: 
«sem história» - excepto o I Cap. da «Confusão entre Púb. e Priv.*....»

10:30 às 12: 15:
II Cap.* - «A história da Invasão do Espaço (Aberto) do Outro» OU «Quem anda à Chuva molha-se» OU «A (Santa) Internet é uma escola de ódio» (nem a propósito: Duvivier, Caviar é uma ova, p. 183)


14:30 às 20:30 - (Ufff!) - duríssimo; pois, com A.C. + J. O. +  A. F. +  I. M. + C. R. ! - A. C. chamou B. a todos os restantes - Viva! - uma Lição de «ContraArgument.»....

domingo, 13 de dezembro de 2015

Tratado da Mão («as Mãos do Escultor«)

Fotografia de David Clifford - de uma série de 22 - «Uma viagem pela obra de Rui Chafes - da Casa do Público

As mãos do escultor (20

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

O irmão de J. - «Ex - AA»

[o Apelido L. (com duplo «s») vem do avô, o médico e cientista A. L., que adoptou o pai...      (outras histórias...)       ]

- V. avistou-o «de perfil», junto à  Máq. do Café - e identificou-o  «logo» como irmão de J. (0910  e 1112?) [...]

- é F., cinco anos mais novo, mais leve ou de «menor envergadura» do que J. (que já concluiu a Licenc.) - está no mesmo C. (D. de Com.) - na «2.ª Etapa (como é que V. só agora o «encontrou»?)

- Velho, está V.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

«Escola do Paraíso»

- 8 e 20 - a caminho da [...], com a companhia de T. B., M. de H. da C. e das A.[...]
- [...] «então, T., vieste para ficar?»
- «sim, vai ser até ao Fim.»
- [...] na «Escola do Paraíso»...
- [???]
- «só conheço duas. Esta e a de Miguéis...»
- [???]
- [...] a do Romance de Miguéis [...]

[referências várias; prometeu ir ler; V. pensa que o fará, atendendo aos rumos seguidos pela conversa...]

Está ganho, o Dia

[Janeiro, 6, 8 e 25, no mesmo local: T. B. informa que o leu de «fio a pavio», isto é, sem parar, em cerca de 16 (de 24) horas e que se ... («e o resto não se diz»; aleluia]

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

«Que Nome é o Seu?» - [em época de Envelopes]

[é  a «fase aguda» dos Envelopes - que antecede a «Liberdade Provisória» da 1.ª Estação de 1516 (...) - vai-se redescobrindo «aqueles excertos» (...)]


«[...] Marta Maria ainda soluçava de mansinho, Minha Mãe, esta é a minha mulher, o nome dela é Blimunda de Jesus.
      Deveria isto bastar, dizer de alguém como se chama e esperar o resto da vida para saber quem é, se alguma vez o saberemos, pois ser não é ter sido, ter sido não é será, mas outro é o costume, quem foram os seus pais, onde nasceu, que idade tem, e com isto se pensa ficar a saber mais, e às vezes tudo.»

José Saramago, Memorial do Convento, 51.ª ed., Caminho, p. 138