segunda-feira, 28 de setembro de 2026

«Regresso a Porto Pim» - Joana Bértholo

[25.º Dia da 4.º Estadia...]; J. veio com o Clã e trouxe o novo livro de J.B, do qual R. já leu a maioria dos «curtos». Nesta recolha de textos narrativos variados - [muitos com pendor ensaístico] -, J. B. «regressa» a Porto Pim, em dois deles. - [o conto de Tabucchi saiu a D. em teste de I. aos E. Lit.os, 1.º ano da FAC..., com a então Jovem M. C. L.]

RECORTE(s):

[...] É a narrar que nos construímos e reconhecemos, com um nome para ti e para o lugar onde nasceste, memórias coloridas de infância, anos de conquistas e perdas, aprendizagens e recorrências, e um certo número de braçadas que cada um de nós teve de dar para aqui chegar. Somos feitos de histórias. E do seu avesso: quando contas a história desta ilha, falas de um pedaço de  terra rodeado de água por todos os lados ou do lençol de água interrompido por terra? É o oceano que abraça a  ilha ou é a ilha que está cercada? É o mar que invade este porto ou é este que avança para seduzir a água que passa? Que (se) conta em Porto Pim?
[...] Entre aquelas mulheres sentadas na esplanada, há uma que se apresentou com um nome falso. Não por maldade ou vício mas para se proteger de uma fraude que envolve alguém com nome idêntico e um desfalque de milhares de dólares em criptomoedas. Ela decidiu velejar o mundo sob pseudónimo até o equívoco se dissipar. [...]

              Joana Bértholo, (de «O beijo Pim»), Do amor e de outros fantasmas, 2026 (Setembro), pp. 362-363
[OUTRO];    [OUTRO];      J. B. no «E agora», de 5 de Outubro;   Excerto no «Horas Extraordinárias»; 

terça-feira, 22 de setembro de 2026

«Uns e os Outros», Lelouch + J. Palma

 - [19.o dia da 4.a EST de 26 no Rugido...]; [ontem, M. recebeu o primeiro dos seus Diplomas..., espera-se...]; [MON, num destes dias, disse que revê «O Piano» na FLM; quanto a R., aí revê o filme de 81 de Lelouch, coisa difícil de imaginar quando D. o viu em sala, há décadas...];

Well

Retratado por Vasco Parracho [que pela AA continua...]; DAQUI;  tb. daí, compilação de outras representações

- [«paragem cardio-respiratória»]; no Rugido, lembra-se de o ver na «Casa do Capitão» [na metade dessa casa que foi...];       Dez Canções;         «Prova Oral», 24-10-2024; 

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Queequeg - (a história de)

- RECORTE(s) do capítulo «BIOGRAFIA»

    Queequeg era um nativo de Rokovoko, uma ilha muito remota do Sudoeste que, como todas as ilhas autênticas, não se encontra assinalada em nenhum mapa.
    Um selvagem no estado puro não pensa noutra coisa que não seja correr à solta nas florestas nativas, [...] mas mesmo então, na alma ambiciosa de Queequeg, já se formava o grande desejo de conhecer da cristandade um pouco mais que alguns exemplares de baleeiros. Seu pai era um grande chefe: um rei. Seu tio era o sumo sacerdote e, pela linha materna, orgulhava-se de possuir muitas tias casadas com guerreiros invencíveis. Corria nas suas veias o melhor sangue; um sangue real, tristemente maculado pela carne humana que, bem o receio, nutriu a sua juventude ignorante. 
    Um navio de Sag Harbor fez escala na baía onde reinava seu pai, e Queequeg pediu passagem a bordo para as terras cristãs. [...]

       Herman Melville, Moby Dick [1851], Relógio d`Água (1.º Vol), 1992, p. 83

[Cine - versão de 2011; ] [...]

terça-feira, 15 de setembro de 2026

«Tomei a ideia», Lídia Jorge

 TOMEI A IDEIA

Tomei a ideia nas minhas mãos
como se fosse uma menina.
Vesti a ideia, embalei a ideia
dei-lhe o passeio do campo
e o salgado do mar, dei-lhe tudo
quanto possuía na despensa da
minha vida - tudo o que tinha para lhe dar.

Amanhã, amanhã, será um novo dia.
Como passeará sozinha a ideia pela rua
como será a sua voz, o seu preceito.
Como, mas como, virá essa surpresa
que não conheço, a parte que não vesti, não
embalei. Como virá ter comigo, de volta
tendo crescido à minha revelia?
Virá profunda? Enfeitada? Bela?

O sobressalto dessa surpresa enche por inteiro
a minha vida. Ideia, pequena ideia, que nasceu menina.
Como será a tua mancha no papel, depois de impressa a tinta?
 
                           Lídia Jorge, O livro das tréguas, 2019, 2022, p. 25

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

J. B. + «Amarelo Tango» + «A cegueira do rio»

- [8.º dia da 4.ª...]; só quando regressar a Lx. R obterá o novo livro de J. B.... [3.º livro de narrativas curtas, após Havia, 2006 e Inventário do Pó, 2015]; fica, para já, Entrevista a I. Lucas, no «Ípsilon»; 
- mas, no dia 16, quarta, no AERP, de partida para BARC - TarraG, J. adquiriu-o - diz que leu alguns dos contos - o livro vem com o Clã na sexta, 25;        J. B., a 21, na Antena 1, em «Uma noite em forma de assim»

Neste livro, a imagem de uma galáxia ocupa o centro físico do volume. Rui Gaudêncio

- terminado Amarelo Tango [= «Saga angolana»], de Nicolau Santos, em «ritmo acelerado», avança-se por A cegueira do rio, de M. C. [alcançada, de manhã, no RTA, a p.103, de 325]

quarta-feira, 10 de junho de 2026

Fecho + «Camões e a IA»

 - fecha o ALPA, reabre o PERI, como sempre; a «prancha» de hoje do «Bartoon»:


- Camões em «A ronda da noite», a várias vozes e interpretações;

- «Camões sem fim» - Real Gabinete de Leitura - 22, 23 de Junho - AQUI;

quarta-feira, 27 de maio de 2026

«Hoje, 3 de Maio», Patrícia Portela

 - [a 3 de Maio de 26, domingo, R. esteve em Coimbra, com o «Clã JJ»...]; [começado ontem, no H. da Luz, seguindo o percurso-proposta «C», de índice na p. 31]

RECORTE(s):

       O Museu do Prado continua às escuras. Apenas a luz excessiva de um quadro sobre uma noite tão sombria se mantém acesa. Uma luz que não vem do céu, nem da fé, nem do progresso nem do disparo de uma arma. Uma luz oferecida pelo pintor dos olhos gastos e zumbido permanente nos ouvidos.
      Ao fundo do quadro, na catedral e no palácio real não há vivalma.
    Ninguém guarda o reino. Ninguém cuida da cidade ou das almas. Ninguém defende, ninguém protege. Sem anjos que guardem ou deus que proteja, o nevoeiro denso provocado pela pólvora que fica no ar arrefece cada aposento real e cada lugar divino, provocando uma corrente de ar que faz assobiar as janelas mal calafetadas e torna insuportável o chiar das dobradiças mal oleadas das portas nos corredores do palácio e da sacristia. [...]
     Cá fora, de mãos no ar e contra a parede das catedrais e dos palácios reais, os condenados são revistados por homens obedientes que vivem tão longe da praça do fuzilamento que nem sabem de quem são as ordens para matar, mas têm fome ou têm medo ou só têm filhos e, por pouco dinheiro ou à força de chicotadas, confiscam as tesouras, as navalhas, as panelas, as colheres de pau, os paus, as pedras, as pás, as enxadas, em suma, as armas de querrilha que confirmam a sentença de morte comum. [...]

                                            Patrícia Portela, Hoje, 3 de Maio, pp. 193-194 

[de «O sono da razão produz a Europa», «Descrição do Espaço, III»]

[Excerto, na «Visão», a 16 de Maio];          [entrevista, a 18 de Maio, em «A ronda da noite»] ;        «Ípsilon», de 26 de Maio;           apresentação, com Raquel Varela, AQUI;             apresentação, com Júlio Magalhães, AQUI;             [a 14 de SET, no «Podcast» «Ponto de Interrogação»;...]

sábado, 23 de maio de 2026

Calor mosquito e poeiras

 - farto do combate contra as ondas de mosquitos - negrejavam, nas paredes da varanda traseira...- lá regressou R., na onda de  calor do final da tarde de ontem, com as poeiras, que constantes se vão tornando... [e ainda Maio não terminou...]

terça-feira, 12 de maio de 2026

«Alentejo», Elisa Costa Pinto

ALENTEJO

E se de tanto se alongarem
os olhos se perderem
alguém os encontrará.

Elisa Costa Pinto, Contra corvos, 2026, p. 15

domingo, 10 de maio de 2026

Abril em Maio no Rugido

 - [após Coimbra, Jone, 42], fresca Primavera no Rugido, ao 5.º Dia da 2.ª Estadia de 26 [chuva, vento, sol em alternância...], mas depressa os Caminhantes avançam sempre [pelo «Trilho dos Pescadores» (???), imensos, desfilam, guiados pelos TLM, «atestados», já o sol vai alto...: logo, só ficam na Zmab por uma noite...]; 
- avança-se devagar na leitura de Pão de Anjos [na p. 152, de 314...] - RECORTE AQUI;
- de resto, grande Invenção, para a Zmab, quer o «ABnB», quer o «BKing», quer a Via TRAD.al...; no «C», todos deixam bater com estrondo a porta da Rua; Well...

quinta-feira, 30 de abril de 2026

«traduzir o amor numa forma geométrica», Nuno Júdice

[85 poemas reunidos neste livro, póstumo...]

DESENHO CONTRA O RECTÂNGULO

Se o amor se traduzisse numa figura geométrica
seria aquele rectângulo em que o teu corpo
se reflectiu, num verão antigo, e um sorriso
nasceu no teu rosto como se, na tua imagem,
surgisse a imagem que sonhavas. E o que 
eu sonhava era tirar cada um dos lados 
do rectângulo e puxar-te para fora do vidro,
em todas as tuas dimensões, como se fosse
possível separar o espelho de quem nele 
se reflecte. E avanço com o dedo em direcção
ao vidro, desenhando o teu perfil na sua
inquebrantável superfície enquanto o teu sorriso 
se transforma em riso ao ver a inutilidade
do meu gesto. Porém, uma e outra vez,
até ao infinito, farei esse desenho até que ouça
a realidade do teu riso e a tua voz que,
por trás de mim, me explica o que devo fazer
para que a tua imagem ganhe a matéria que
procuro, e me possas dizer qual a melhor forma
de traduzir o amor numa forma geométrica.

[poema datado de 26 - 07 - 2023, em «alguns poemas de Julho», AQUI]

                                            Nuno Júdice, Primeiro poema, 2026, p. 66

domingo, 5 de abril de 2026

Listas + «um salto ao Rugido»

 - [de manhã, pelo CH.; ontem, sete horas de Expresso - lotado com Turis Pascal-Mochileiro -  para reaver a «MáqAPN» esquecida...; ]

- disse R. a uma LIV.a da Bert: «estive um mês num sítio onde não há livros; pensei que havia mais «novidades»..; e, na quinta, dissera, a [...]: «para o sítio onde estive um mês só levei prosa - porquê, não sei...»; cinco títulos de poesia, agora, então:

- CENTENO, Yvette K., O que se vê;
- GUIMARÃES, Francisco, À espera de um lugar sentado;
- LOURO, Carla, Entra-se na casa pelo pátio;
- PINTO, Elisa Costa, Contra corvos;    AQUI;        A. C. Ctz, a 26 de Maio;
- SALGADO, Bernardo Maria, 77 sonetos para um ensaio-geral;

[3 dos anteriores irão para a «Mesa das Trocas», em SET....]; Well...

domingo, 29 de março de 2026

Ácaros + M.

 {25.º dia da...]

- ontem, as Ladies visitaram o Chão da Marechal, com inesgotável energia; quanto ao J., foi atacado por Ácaros; ao contrário da promessa Médica (que tudo terminaria na adolescência), não pode tocar na Terra, na Primavera...; ao almoço de hoje evocou-se a Infância, quando passava dias qual «Eduardo Mãos de Tesoura», em versão de pontas curtas com pensos vários nas bolhas...; 

- M. esforçou-se por acabar o 3.º Vol da saga H. PTT.; temos Leitora a caminho...

quarta-feira, 25 de março de 2026

«Um homem que dorme» (Perec)

 - [21.º dia da 1.ª Estadia na Zmab]
- retomado «Um homem que dorme» [há não muito traduzido]; alcançada a p. 58 [de 108]

RECORTE(s):
[...] Estás sozinho. Aprendes a caminhar como um homem sozinho, a flanar, a vaguear, a ver sem olhar, a olhar sem ver.

                Gerges Perec, Um homem que dorme [1967], 2026, pp. 42-43 

- evocações da 1.ª leitura, aos 25 anos, e não só, de J. B.; -  a partir do minuto ..... de «Biblioteca Breve», em Março de 2025;

sábado, 21 de março de 2026

Lista, Zmab + «Dia Mundial»

 - ao17.º Dia da 1.ª  Estadia de 26, na Zmab, balanço-lista das leituras:

- Graça Videira Lopes,  A casa ocupada («sobrevoado», a partir, sensivelmente, do «meio»); [vai para a Mesa das Trocas]

- João Céu e Silva, Ano zero (interrompido na p. 48);

- José Luís Peixoto, Galveias (interrompido na p. 133);

- João Céu e Silva, Uma longa viagem com Lídia Jorge  (leitura «descontínua»)

- Scholastique Mukasonga, Inyenzi ou as baratas («sobrevoado», a partir, sensivelmente, de 2/3»); [vai para a Mesa das Trocas]

- «Dia Mundial da Poesia de 2026» - «Poesia dita por quem a escreve», em «O poema ensina a cair»

segunda-feira, 16 de março de 2026

Chão

 

- de manhã cedo, lá se foi vistoriar o Chão da Marechal e da General; tal como previsto, árvores a morrer, outras «desabadas» e estevas, muitas, por ora verdes; (ainda) se ouve [e parcialmente vê] água a correr na vereda que vai da (antiga) Horta Grande até junto da »Fonte Férrea»; [...]         Well.

sexta-feira, 13 de março de 2026

Uff!


- e ao nono dia da 1.ª Estadia de 26, na Zmab, ao final da tarde, assistiu-se ao esforço (quase) final do empedramento do «Largo»... ; não há Obra que não acabe...;

quarta-feira, 4 de março de 2026

Rugido bravio

 - não sendo possível esperar pela definitiva melhoria do tempo, lá se veio para a 1.a Estadia de 26 no Rugido; no LDL, P. M.-H. disse que «ainda não se habituou à Liberdade» (só leva ainda 5 meses de APOS. ...); no RTA, N. comentou que a «praia já estava um pouco menos empedrada»; difícil está a ser acabar o empedramento do Largo em frente do ZT...; well

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

«Balada do Adeus» (Manuel Alegre)

BALADA DO ADEUS

                            A pedido de Ricardo Ribeiro

Vi uma torre caindo
dentro da palavra adeus
porque eu vou indo vou indo
por estes caminhos meus.

Por estes caminhos meus
onde outrora andei aos ninhos
fica um adeus um adeus
minha casa é nos caminhos.

Minha casa é nos caminhos
onde busco um mais além
viajantes vão sozinhos
fica um adeus e ninguém.

Fica um adeus e ninguém
adeus terra da alegria
meu país é mais além
depois da noite e do dia.

Depois da noite e do dia
adeus choupos e trigais
adeus terra da alegria
fica um adeus e não mais.

                 Manuel Alegre, Balada do corsário dos sete mares, 2026 (Fevereiro), pp. 71-72 

sábado, 24 de janeiro de 2026

«GOOGLE EARTH», Rui Lage

 GOOGLE EARTH

Onde quer que estejas, considera, poderás
mapear os pastos e os pomares
onde suaram, derreados, teus avós;
sobrevoá-los, de ponta a ponta,
zoom in zoom out
no cemitério que lhes arrecada os ossos.

Estarás sempre com o campo.
Sem tocares o chão.
Sem sujares os sapatos.

E mesmo na hora mais extrema,
quando, entubado, olhares em volta
e não vires senão as paredes nevadas
dos paliativos, 
poderás contemplar os sobreiros, a ponte de madeira,
a pedra da sesta e a macieira que dava 
as melhores maçãs,
como ave migradora que passasse invisível lá no alto.

O homem não é a medida de todas as coisas.
O homem é aquele que mediu todas as coisas

Somente à escala humana
as coisas morrem desmedidas.

                 Rui Lage, Física espiritual - antologia pessoal, 2026, pp. 121-122 (poema de Estrada Nacional, 2016)

[no Comp.or, ontem, R. «esquadrinhou» -  zoom in zoom out - o Chão do Pai Velho e o da Marechal...]
[Sobre R. Lage, P. Mexia, em «O poema ensina...», de 27 de Fevereiro, a partir de cerca do minuto 44...]

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

«Para desenhar uma mulher», Rita Taborda Duarte

 2. Para desenhar uma mulher

Começa pelos pés
se queres desenhar uma mulher

ignora - por ora - os olhos rotos
no avesso do sono   a turbulência do colo
as águas turvas
sovando o rodízio dos cabelos.

Fecha um olho  estica o polegar
- cabem-lhe perfeitamente oito corpos na cabeça:
é essa   aliás   a proporção áurea da penúria.

Depois é cavar a redor   e içar talo
sorvendo o enxofre das caldeiras:
há-de medrar   ao menos   um pé
de uvas bravas ou a forca
de uma figueira
acanhando a carne dos figos

fixar à raiz uma promessa de água calda
e castigada
ruína a sal e fogo sulfurosa ruim
desaprendendo    à força    a cisma dos caminhos.

Pelos pés se começa uma mulher
só mais tarde se dobra o degrau dos joelhos
até à coxa
e se contorna o sexo recatado - paul
no ventre lêvedo

uma mulher começa sempre pelos pés
de barro: Lilith - mordendo o pó
de onde nascera,
do sarro nas unhas de deus -
coalho para engolir a fome

é ali que respiramos
e só água fervente nos dana a sede.
Se queres
desenhar uma mulher
vale mais começares por um pé
de cabra.

                 Rita Taborda Duarte, Enxofre, Colecção elemeNTário, Flan de Tal, 2025, pp. 25-29

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

«42 e algumas brancas»

 - pelo CH, manhã de chuva persistente, logo, com menos TURIS...; na «Pérola do Rossio», a FUNC respondeu à «provocação» de R., elogiando «o Carácter do patrão», por isso um herói face à Z, pensou R.....;
- pelas 12 e 30, na M. S., R. levou algum tempo a: reconhecer a figura que passara, ao TLL; lembrar-se do Nome (A. R. S.); correr, para a «fazer parar»; R.(1.º Bloco, CER, 97 - 98); continua «Séria», com «algumas brancas»; 42, 2 meninos, 8 + 6, Mestre de E. V. T., em LX, ainda no 3.º ESC.; disse, a dado passo, que, «se um dia for para a «A. A.», não se importará de dar G.D.» 
Well[...]

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

GLH, de novo + C. P. C.

 - regresso da Zmab, sob chuva «diluviana», ao 13.º Dia; ontem, conversa com M. B. e J. M.; este muito dedicado aos 120 Ha que adquiriu há cerca de 5 anos, a um «módico preço»; R. desviou a conversa para a LIT.a, claro; bem gostaria que  desistissem de vender o  APART.o...; ficou combinada «mútua visita» aos Montes...

- pela Rádio, ouviu J. Gob. falar de C. P. C. (65)...; lembra-se bem da, já então brilhante, jovem que era Visita da «M.-B.», na MAD.a (81 a 83), umas vezes ao almoço, outras com A. M. F., a «horas tardias», isto é, à hora da Ceia... [...]

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Rugido, 9.º Dia + 4 de DEZ de 80

- 9.º Dia - dia de chuva, vento, mar agitado; ontem, aproveitando «uma Aberta», visita quase total ao Chão da General: silêncio, cheiros e grande esforço na subida das Ladeiras...; 

- seria o último mês de D. na «C. da C.», «às Amoreiras»...; a 4, talvez por volta das 22 horas, as figuras públicas (em 2 ou 3 mesas, só se lembra de R. M., Benf./Angola, na n.º 12, a mais perto do poleiro da Palmira...) começaram a ser chamadas ao telefone [só os havia fixos, claro]; depressa se soube do ACID ou ATENT...; reposição de uma G. R. - AQUI;

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

«a inveja é cuspo nas próprias mãos» («O último avô»)

 - [de manhã, no «Pôr do Sol», atingida a p. 105, de 284]

RECORTE(s):

      Mas um dia, tinha eu uns catorze anos, o professor de Português pediu-nos uma composição. Pus tudo quanto tinha naquela página, suei o texto de cor. A minha avó disse-me: «Vais arrasar.»
    O professor leu-o em voz alta à frente da turma com uma ênfase um pouco excessiva que não me agradou. Nenhum sítio é tão púdico e depravado como um colégio de rapazes. Fosse pelo dramatismo com que o professor lia, [...] fosse por eu ter escrito puta, os meus amigos começaram a rir.
   «Mas o assunto é sério», disse o professor. «Que fique muito claro. Combatemos a desonestidade, mesmo quando algum de vós tem um avô famoso.»
       A desonestidade era eu ter plagiado um texto de Campelo.
    Depois, não sei porquê, o professor cuspiu para as mãos, esfregou-as e dispensou a turma. Aprendi que a inveja é cuspo nas próprias mãos.
                                                      
                                               Afonso Reis Cabral, O último avô, p. 90

  [I CAPÍTULO];      [ENTREVISTA; OUTRA];           [OUTRO RECORTE];                 

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

Zmab

 - 2.º dia da quinta estadia de 25 - a mais curta - no Rugido; dias invernais de sol, mar tranquilo...; no «ZT», MON e pouco mais; vários dos inquiridos informaram que as estruturas serão para «Lixos»; deviam ter aprendido com o que tem acontecido em Lx com essas estruturas «semi-enterradas»...; vai ser «nojento»...

quarta-feira, 29 de outubro de 2025

«A ideia do Fim», M. do R. Pedreira

- [foi há um ano...];

- um dos poemas de A ideia do fim, dito e comentado em «O Amor é», de 26 de OUT, «As palavras de José Cardoso Pires e de Maria do Rosário Pedreira»

Deixei de ouvir-te. E sei que sou 
mais triste com o teu silêncio.

Preferia pensar que só adormeceste; mas,
se encostar ao teu pulso o meu ouvido,
não escutarei senão a minha dor.

Deus precisou de ti, bem sei. E
eu não vejo como censurá-lo

ou perdoar-lhe.

                     Maria do Rosário Pedreira, Poesia reunida, 2012, p. 222

terça-feira, 28 de outubro de 2025

Vizinhança (Nova)

 - de manhã, o senhor DEL (63) informou R. que trespassara o REST; com o mano A. como cuidador da E., tinha mesmo que ser...

- pelas 12 e 20, R. interceptou M. S. S. (31, «Ex-AA», 11-12...), uma das mais..., à esquina da G. R. cm a Ny. Del.; e não é que habita aí...; Grande Leitora, levava «A pequena comunista....».; ... que se  disponibilizou a emprestar...; vizinhos agora, será  fácil...; quando disse que «ainda não sabia onde tomar o melhor café...» [....]

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

ontem e hoje OU J. no GALH + Café

 - J. almoçou ontem no GALH, com aquele ar de quem está sob Avalanche Prof....; R. fez o almoço [a. de b. e c. e L., dos de JUL...]; do «bolo de BOL», J. não gostou, relembrando o que a G.al  fazia...; quanto ao que D. e a mana A. elaboravam nas tardes de Domingo...; hoje, numa das últimas casas de Cafés [na D. de A.],  R. comprou filtros e lamp.as, para o «Balão de Vidro» [...]; com o idoso funcionário, fez o INV. das «desaparecidas»...; o Sr. disse que «já não tem máquinas do modelo trad.nal, porque não há quem fabrique o suporte de metal»...; 
Well...
- No dia seguinte, passou na P. da C., na R. Augusta; «turisticada à Brava», parece «de Postal»...; well

domingo, 28 de setembro de 2025

Gabrielle na Zmab + «O anjo no elevador», Sérgio Godinho

 - domingo [24.º dia na Zmab]; o mar ruge como num dia de Inverno, pela rápida passagem da, afinal suavizada, Gabrielle, «depressão pós-tropical» [que Nome]; nada que incomode os CAM.es, que lá vão, ladeira abaixo, capas sobre mochilas...;

- no RTA, leu-se mais dois contos do último livro de Sérgio Godinho; RECORTE(s) do que narra o Homem que vive no Elevador, viajando acima e abaixo....:

[...] «Obrigado por me deixar estar aqui. E pelo  chocolate.»
       «É de graça», riu-se ela. «Pode ficar aí, se quiser»
       «Obrigado, tenho de ir urinar, sabe, e deitar água na cara, e depois volto para o elevador».
       A mulher apoiou-se no cabo da esfregona.
       «Volta para o elevador, para quê?»
       «Porque tenho de conhecer mais pessoas. Tenho andado muito sozinho».
       A mulher achava isso ridículo, não compreendia aquele propósito. [...]

                 «O Anjo no elevador», Como se não houvesse amanhã - Histórias suicidas, pp. 52-53

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

«Romance - Reportagem»

 - 21.º dia na Zmab; pelas 8 e 40, em S. TEOT., o Sr. V. e a Sra I. apresentaram a R. 3 exemplares de (raro) Goraz [a 38, com «dois já vendidos»...]; well...;

- começa a ser habitual a AQUIS de livros em S.T. ou em ODEM.; hoje foi o recente «Romance-Reportagem» referenciado por M. do R. P. no seu «H.as - Exr.as»; de «leitura-rápida-fácil», terminado ou não, vai ser emprestado à vizinha MON.

sexta-feira, 19 de setembro de 2025

O senhor que tenciona abrir um bar

 - 10 e 30, chuvisca na Zmab [onde há muitos primos...], em 15.º dia, previsto de muito calor...; no COV., A. [58, filho do falecido sr. CARV....], senhor de «conversa fácil», após falar de «feiras de vinhos» e de confessar «o projecto de vir a abrir um Bar» [o espaço está lá, vazio há décadas...], teve que ouvir «as histórias» de quando R. era um jovem B...; ah, três filhas, de 23 a 5...;
Well

sexta-feira, 12 de setembro de 2025

Rugido

 - ao nono dia da 4.ª Estadia, com a Zmab a entrar na «Estação 3.ª Idade», R. abriu uma excepção - um bom, logo dispendioso, repasto de P. G., no Ti Vict.a; no final, conversa com Em., um dos filhos, ora pelos 70; ambos «confusos» quanto a factos e personagens de há muitas décadas...;
- de manhã, Mon. e J., os viz.os holand.es,  informaram-no do valor que vão pedir pelo seu Palácio...; que pena, para R....; depois, no RTA, interpelou uma J. que redigia algo parecido com um Diário...; «desarvorou», logo, deu para lhe ficar com a mesa, a única à sombra...
- Well

terça-feira, 10 de junho de 2025

Fecho + Camões

 - Fecha o «ALPA», reabre o «PERI»;

- quanto (ainda) aos «500 anos» de Camões:

- a edição de «Os Lusíadas» de E.P. Ramos (dos anos 50)  serviu, desta vez, para um Roteiro proposto pelo «Público»

- leitura, «videografada», de poemas, apresentada com «forçada actualização de títulos e de relações» ... - «Colecção» na «Antena 1», na voz de M. F. Pedroso;

- «podcast» do «Expresso»: «Camões - 500 anos de história e lenda»

- Colóquio, Itália, Outubro de 2025;

 - Revista «Convergência Lusíada», n.º 36, Especial, «Quinhentos Camões, o poeta reverberado»;

- em Novembro de 2024, nas «5.as de Leitura», evocação, por Rita Marnoto; a mesma, na Academia Brasileira de Letras, em Julho de 2024, «Camões, pretidão de Amor»;

quarta-feira, 4 de junho de 2025

«O que diz Molero» (o poder da Linguagem em)

 - lido, pelas tardes, nos intervalos da SMT e da FAC-SANT, junto ao Lago do Parque Eduardo VII, também desencadeou os efeitos referidos por N. A. S. em R (então pelos 22-23).

- «reencontro», então, guiado por N. A. S. (então com 17), («no Centro, a Euforia da Linguagem»), no Episódio n.º 106.º de «Biblioteca de Bolso»; relembra-se o mesmo N. A. S. em «Ler mais...)

segunda-feira, 2 de junho de 2025

A visita da Grande Leitora (Lista)

 - manhã nas URG de Odemira...; - pelas 16 e 30 veio MON.; vão até à HOL e voltarão  em SET; devolveu 3 livros, levou outros Três (todos aquis. recentes):

- O menino, Fernando Aramburu
- Morramos ao menos no porto, Francisco Mota Saraiva
- O ouro dos corcundas, Paulo Moreiras

quarta-feira, 28 de maio de 2025

RUGIDO, III

 - a terceira vinda ao Rugido, talvez para todo o Junho; por ora, Onda de calor + AND.as + Mosq.; na mala, sobretudo aquis. recentes...;

- quanto às obras, prolongar-se-ão até... - INFO do sr. Aug., Pad. Apos., hoje de manhã; well...

sábado, 24 de maio de 2025

«MÃO ARMADA», Marta Chaves

MÃO ARMADA

Faço assaltos à minha vida, 
como se não fosse minha,
como se não fosse o assalto
a tirar-me do lugar.

Faço leituras que me descolam do espaço,
consciente de certas sensações
e da impressão de saber coisas que não sei.

Faço intervalos dentro do intervalo,
corto a realidade para entrar na realidade
com outros olhos e o mesmo coração.

Consola-me a retirada que tudo promete.

                                                         Marta Chaves, Intervalo, 2025 (Maio), p. 22

[a 4 de Julho, em «Cultas e Vinho Verde», com Inês Meneses ]

quinta-feira, 22 de maio de 2025

«Ex-SMT, MER-B» + «Ex-QRT»

 - [pelas 10 e 45, na FNC-CH]

- ainda receou ter-se equivocado na identificação, mas o tom de Voz «resolveu» essa questão...; disse «ainda morar na R. S. [na mesma casa...]»; R. evocou «momentos» com A. M. do R. [B. S.], na SMT [75 - 78]; J. (?), as idas à MER-B. na MAD (81 - 83); passou do Louro ao Branco e, afinal, é mais idoso do que R.... ; 40 e tal anos depois, lá se despediram de novo...;

- [pelas 11, na SKTs, no Rossio]; reencontro com o Vizinho do GLH que «oficinava» no Bar [75...] do Cinema QRT....; contou que «mantém a Casa, mas que, desde a pandemia, assenta arraiais na Aroeira, a ouvir os passarinhos»...; 

Well

terça-feira, 29 de abril de 2025

Greve, «602», Apagão

 - perto das 12, o Mot.a do «FlexiB» descrevia, em antecipação, o Kaos que se seguiria (e atribuía-lhe 72 horas de duração...); depois do «Alfa suprimido», na tarde de Domingo, estava a acontecer tudo ao «Aniversariante» (Joana «dixit»); no «602», uma Casa de Banho com Varanda para a Rua...;

- antes, a Ribeira, o cálice de «Dalva», as «subidas», os vetustos «PapaVinhos» (num 1.º andar, «condenado»), e «Piolho» (= a Património), a «onda que as molhou no barco», o Douro como um «Lago Turístico» - no capítulo do TURIS, o Porto a «pedir meças» a Lisboa...; 

- depois, o regresso ao «Rádio a Pilhas»... [«Venham daí as pilhas», Crónica de M. E. C., a 14 de Maio]....; difícil é perceber as «explicações» para todo um Sistema desabar, em alguns segundos, qual «castelo de Cartas»...

 - hoje, Chiado e Baixa, Babilónia, «sem diferenças», isto é, grupos multilingues...; pois é, porque, o AEROP. = a «Babilónia zangada»...

quarta-feira, 16 de abril de 2025

«Põe a tua mão na terra...» (Vergílio Ferreira)

 - [regressado ontem à «Cave do Quinto»...; no saco de pano, na maçaneta pendurado, deixou 3 livros, para MNQ., «Grande Leitora»... (que, afinal, regressara no domingo...)]; 
- artigo do «Ípsilon», sobre a Casa Amarela, de V. F....]; continua R. a crer que as referências que fez, naquele final de 2002, às leituras dos livros de V. F. foram «decisivas» para a sua admissão no MEST.º...

Para Sempre:
Mas quando volto com a mala — a casa. Olho-a ainda, não me canso de a olhar. É alta, toda de amarelo, agora desbotado. Lojas, dois pisos. As empenas chanfradas, um ar poliédrico no seu facetado. E o olhar cego das janelas cerradas.”



«Os desenhos de umas mãos a remexer na terra acompanham frases do escritor manuscritas na parede: “Põe a tua mão na terra, numa árvore, numa pedra. Põe a tua mão, atende.” 


sexta-feira, 11 de abril de 2025

Rugido, 22.º Dia (Lista )

 - entre as idas à UCSP de Odemira, chuvadas e sol, e o atroador rugido do(s) Cilindro(s) na R. dos ALT.os..., o balanço das leituras: terminado o livro de Rubens Paiva, Ainda estou aqui, interrompeu-se: A família de Pascual Duarte [1942] (na p. 36); Sonny Boy, as MEMO de Al Pacino (na p. 184, «definitivamente»...); começou-se Canção para ninar menino grande (na p. 48) e Nem todas as árvores morrem de pé (p. 54) ; pois é, a vantagem de trazer sempre uma «diversificada» Mala... [e muito «prejudica» a leitura o (quase) livre acesso a filmes e séries desta Era...]

domingo, 30 de março de 2025

Zmab, 10.º Dia

 - veio o Clã J. J. M. + Bapt, numa Corrida; dormiram, «arejaram», viram os «ALT.os» como raramente se vê...; «ZT» de novo com pouca Gente...; é só poeira, quando alguns (poucos) carros «aceleram» na subida; de resto, alcançada a p. 185 de «Ainda Estou Aqui» - AUTOBIO + Relatório, Retrato da Ditadura Militar + Panegírico (pouco detalhado?) da Figura Heróica, a Mãe?

[RECORTE];

quarta-feira, 26 de março de 2025

Rugido (6.º Dia) + «vir na Época Baixa» (Zmab de Tim)

 - chegada, com atraso, a Primavera, o mar com som e cor habituais, começou-se a leitura de «Ainda estou aqui» [«Podcast», «Encontro de Leituras», FEV]; no RTA, mostrado a 2 FUNC.os brasileiros, «desenraizados» (?) [...]

- nos minutos iniciais de «Histórias da Música», de 22 de Março, «vir na Época Baixa» - Zmab de Tim [...]

domingo, 23 de março de 2025

Rugido bravio

- 3.º dia da 2.ª Estadia de 25, numa Zmab «desertificada»:  - obras + chuva + frio + lama + Vento + infiltrações no ZT...; seja como for, R. gosta sempre desta «tranquilidade»...[=«antichusma» TURIS...]; 

Rua da Graça (na Esquina oposta, de 85 a 12, 16, a Casa Velha)

- sem Rede [= sem dissabores?] nem nada durante 2 dias, leu mais, claro [...]; de manhã, várias «cores escuras» no bravio Mar...;

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

«Guarda o silêncio que à solidão recortas» (Castro Mendes)

 - [pelas 11 e 50, no «Palácio do Paraíso», Mestre-FILO A. Land. solicitou que R. recomeçasse a enviar textos...; do último livro de L. F. C. M., um dos adquir.os com o CH. FNC de J., do Natal, escolheu-se o que segue]

PASTICHE DE OUTONO

Deixa o tempo pousar folhas no teu rosto
e as rugas cinzelar teres vivido.
E acalenta o que em ti pode morrer,
sem entender bem teres entendido.
Será mais longo o outono que viveres
junto ao que partirá para longe de ti.
Pode ranger o vento à tua porta,
ninguém mais saberá que estás aqui.
Deixa o tempo vergar tua mão solta,
desfazer as palavras que inventaste.
Guarda o silêncio que à solidão recortas.
Mais que verso perdido ou folha morta,
mais que o tempo deixado ao desvario,
saberás do tempo que o tempo não importa
pois não se escoa o tempo como um rio.

                        Luís Filipe (de) Castro Mendes, As manhãs que não conheces.  2025 (Jan.o), p. 67

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

Maria(s)


Em «A vida breve», de 5 a 21 de FEV, poemas ditos pela própria

«Público», Entrevista de Março de 2024, republicada

Entrevista publicada na VISÃO História nº75 de fevereiro-março 2023)

Também na «Visão», de Março de 24, sobre a Biografia

Novembro de 2019, no «Podcast» « A beleza das pequenas coisas»

Entrevista ao «DN», em Jan. de 2017; recolocada

«Autobiografia», 2005, na Série publicada nas últimas páginas do «JL»


domingo, 2 de fevereiro de 2025

Brasileira: «os novos quadros da Brasileira» + Zmab, 17.º Dia

 - mais um dia chuvoso, no caso, «morrinhento» - mar menos bravio -...; R. começa a pensar no regresso [lá para quinta, dia 6 [talvez por Tróia, percurso que há muitos, muitos anos, não é percorrido...]; 
- M. BKK. lê muito; será agora a única «interlocutora» de Leitura de R.; diz que está a gostar muito de «Sem destino» de Imre Kertesz;

[ah, a falta do CH...; AQUI, tb. - novos quadros na Brasileira***] + depoimento de João Mac Donald; 

***- em Abril de 2026, viu de novo os quadros de 71 - quanto aos do Concurso, estão em «itinerância», por ora, no Café Santa Cruz, histórico, em Coimbra

terça-feira, 28 de janeiro de 2025

Listas: Alentejo Litoral das Nações

 - a 26, a esposa de N. Rita, veterana professora finalmente nesta [tão difícil] zona,, informou que muitos dos recém-chegados, entretanto, já partiram para a Bélgica e para a Dinamarca... [muitos alunos frequentam só 2, 3 meses...];

- Rita:

- Jefferson, 36, da Baía, está na Zmab há dez anos;

- Emily, do Pará, 29, há dois anos;

- [27-01]; indagado, o peixeiro do «EuroM.» informou «que veio de Cuba [«expressão elucidativa»...], há dois anos»; [Espanha, não, porque já tinha família em Portugal];

segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

Rugido bravio

- ao 11.º Dia (anteriores quase sempre chuvosos...), irrompia, uivando, o Mar; a tempestade HERM.a, provocou ligeira inundação num dos quartos; M. BKK., recém-chegada (após 3 dias de viagem), veio de visita; levou emprestados 3 dos livros que vieram na Mala; sossego continua;

domingo, 19 de janeiro de 2025

Zmab, 3.º Dia (1ª estadia de 2025)

- regressou o J., no EXP.º, após ter «cumprido a Missão», ontem , na «antiga Horta, no Chão da Marechal e da General»...; os dois, a pé, cerca de 40 anos de quase abandono e continua bonito; incrível; J. até localizou o Poço, parcialmente liberto do matagal que o cobria (terá sido o sr. L. V., nas limpezas de 23 e 24?);

-  R. trouxe livros suficientes para duas ou três semanas, em princípio; alguns dos que labutam no Verão fecharam para descanso; o «ZT» vazio, «que bom»;

quinta-feira, 9 de janeiro de 2025

Apontamento

    Ocupado com os restos da BUROC.a e a tentar entender «as impertinências» do EST.o, tem «saltado de livro em livro» e lido pouco, afinal. De resto, retomadas as visitas ao Palácio. Aí, os poucos que vão sabendo têm sido delicados, sensíveis.

Resistir.

terça-feira, 24 de dezembro de 2024

BERT (os livreiros da), IV

 - véspera nat.a com sol; Chiado com crianças «à solta»

- já há dias, «à Caixa», se mostrara simpática; o corrupio de Entradas [«1732, reparem...») só permitiu algumas palavras da «jovem Fugitiva»; chegada só em Abril, declarou-se «vinda do Rio de Janeiro», licenciada em Ensino (Artes Visuais), «desiludida» com a «falta de oportunidades» no Grande País, e acrescentou mais duas ou três  motivações genéricas; no Pequeno País, por ora, «oficina livros» no Chiado;

sexta-feira, 20 de dezembro de 2024

Aliens

 - no «Estado a que Isto chegou», após cerca de duas décadas a maltratar os Mestres, um ridículo «programa» de devolver alguns Seniores às Arenas foi «preenchido» a 25% (55 / 200); muitos dos que vêem R. frequentemente de Visita ao Paraíso perguntam-lhe «se vai voltar»; omite-se os «grunhidos» que servem de resposta...

- sempre oportuno, «Bartoon»: