quinta-feira, 29 de abril de 2021

DIA D

 - o da «pica anti-COVA19», não o do «desembarque»...
- ah, 2 pessoas com o mesmo número de TMG, a confusão que isso gerou nos «COMP.s; houve que recorrer aos Velhos Métodos: D. já recebeu três «chamadas», com origens diferentes, a «mexer na mesma Massa» e todas dizendo que, pois, «só têm acesso a...»; «promete», até à hora* marcada...

- 11 e 15 às 12 [NN]: hoje, além dos «Microfones roucos», houve «um quadro que rebentou»... [Well]

- a hora*, afinal, foi antecipada: A. ZEN, das 16 e 15 às 17 (incluindo «recobro»)

domingo, 25 de abril de 2021

74 = 18, 19

 
Fernando Veludo,  «Lusa» , J. de N.

- 8 e 35; «LDL»
- para a («avantajada», Jovem, muito) M. da «Caixa»:
- ... «por estas horas, há 47 anos...»
[com uma ar «nebuloso»]:
- ... «estava a nascer»...
- «só me dá 47?...; que Bom...; andava pelos 18, 19...»; ... «por estas horas, os trabalhadores que vinham da «Margem Sul», chegados a «S. Paulo», à Baiúca do Pai Velho, informavam «que havia Tanques no Terreiro do Paço»...

- [fez um ar «enjoadito»...; confessou que «não sabia em que Dia estava»...]
- ... «pois, está a trabalhar.»..; «hoje é a triplicar, não?»
- informou que «OU era o Domingo OU era  o Feriado»; que não «acumulava», que «não há cá disso»...
- pois é... 

- [10 e 50; alguns, poucos, cravos vermelhos pelo Chiado...]

- «Trailer» de «Revolução«, 1975, de Ana Hatherly, em 2015, no «Público

quarta-feira, 21 de abril de 2021

«Superliga»

 - L., «o Príncipe», o das «competências sociais»,  já mostrara, na «tela» do COMP.,  a foto, aos 6 anos, com o avô, de Barrancos, e falara de outros pormenores da FAM., quando «se saiu» com:
- «O que é que acha da Superliga»?
[ora aí estará uma alternativa à Ficção de Saramago...]

domingo, 21 de março de 2021

[21-03] - «... ensina a cair» («O poema...»); Inês Fonseca Santos

 - não, não é o poema de Luiza Neto Jorge; é «O poema ensina a cair» de Inês Fonseca Santos - que explicita L. N. J., em «epígrafe»... - , dito pela própria, na Série do «DIA...» um longo desfile ao longo do dia** em «O poema ensina a cair», de Raquel Marinho...
[** nem todos «ajudam» na localização...]

Recorte inicial:

O POEMA ENSINA A CAIR

Luiza Neto Jorge

Aquilo que o poema ensina /  é a despir // o corpo quente das palavras: / cotovelo, pulso, mão //  e o fio insone de um som / vestido ainda, língua // tocando sílabas, / convertendo ritmos. // E as palavras? / Filhas pelo poema violentadas // entre falas mansas / e indisposições metafísicas.

Inês Fonseca Santos, Os grandes animais, com Ilustrações de João Maio Pinto, 2020, p. 31-32


- outra «série», nos «Jardins (do Palácio) de Belém»

Simone de Oliveira, Ruy de Carvalho e Victor de Sousa celebram o Dia Mundial da Árvore e da Poesia - AQUI

domingo, 14 de março de 2021

«andar ao Postigo...» + «A verdade é um postigo»

[há dias, a abrir o 1.º Qd.o, E. perguntou a D.,  «AAA», isto é, «alemão-austríaco-alentejano», se sabia o que era, e para que servia, o «Postigo...» 

- «ora aí está», um vocábulo «em desuso» adquiriu todo um novo Campo Semântico, até em Crónica de Miguel Esteves Cardoso: «Fala-me ao Postigo»
[+ Quiosque + Balcão + Encosto + Cotovelos...]

RECORTES:

[...] O postigo é o filho pródigo da pandemia. À volta do postigo, os portugueses podem pegar num café, segurá-lo nas mãos e, enquanto beberricam, congregar
O português é postigueiro porque o português é gregário. O postigo está-nos no sangue. Parece uma coisa boa - [...] - mas é ancestral.
[...] O renascimento do postigo veio despertar um atavismo que julgáramos perdido. Tinha florescido com a cultura do guichet - [...]  - mas a introdução das esplanadas [...] veio acabar com os nossos doces hábitos congregativos. Agora a questão é saber se o postigo poderá sobreviver à pandemia. É que o pessoal reapaixonou-se pelos postigos, [...]
Será difícil arrancá-los outra vez dos nossos cotovelos.

Pessoa, «Quadras populares»:

Quando é o tempo do trigo

É o tempo de trigar.

A verdade é um postigo

A que ninguém vem falar.


domingo, 7 de março de 2021

Tratado da Mão + «NA LUZ A PRUMO»

Foto de Adriano Miranda, «Público» de hoje

[em «2021 - COV», com 2 «VDC's», pouco tempo há para E. de A. (ontem, sexta, 12, uma Qd.a «amputou» o Nome do «de» - houve logo «sapatada»...]; E. relê do Fim para o Princípio...; terá sido o último poema?]

NA LUZ A PRUMO

Se as mãos pudessem (as tuas,
as minhas) rasgar o nevoeiro,
entrar na luz a prumo.
Se a voz viesse. Não uma qualquer:
a tua, e na manhã voasse.
E de júbilo cantasse.
Com as tuas mãos, e as minhas,
pudesse entrar no azul, qualquer
azul: o do mar,
o do céu, o da rasteirinha canção
de água corrente. E com elas subisse.
(A ave, as mãos, a voz.)
E fossem chama. Quase.

Transcrito das pp. 603, 604 da ed. de Poesia de 2005; de Os sulcos da sede, 2001

quarta-feira, 3 de março de 2021

«Carnage», Nick Cave

 - audição começada há dias, tem-se fixado, como «obsessivo apoio» - sobretudo o «tema» principal» - às «VDC.S» - outro «Paraíso» - «onde até» a «Net(a)» avaria em estratégicos momentos...

[I'm sitting on the balcony / Reading Flannery O'Connor with a pencil and a plan [...]

- artigo de Vítor Belanciano, no «Ípsilon», a 25 - 02;

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

Óbidos: vila morta ou Renovada?

 - difícil é decidir o que é melhor na «peça» de ARQ.o (um dos 100 residentes que restam...), se as imagens, se o texto ( e a sua «locução»)...

- no «P3»

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Samuel: «Vai haver recreio, mãe?» + «foram as Férias...»

 - 10 e 15, 1.ª «VDC» da Época do 2.º CONF., com o 1.º Bloco: «nada de novo na Frente Ocidental»...
Fotografia de Nuno Ferreira Santos, do «Público»
- 11 e 20, no LDL, na Fila, início da leitura do «Público» - REP. da p. 3: "Se é para ter aulas “a sério”, há ainda uma dúvida que o está a deixar ansioso: Vai haver recreio, mãe?"
- 11 e 30, telef. ao D., do «STP», que reabre o «Take...», após 15 dias, e que diz que «os REST. só reabrirão para o final de Abril»...
- 12 e 30: Vídeo Matinal, do Acordar de J.a - visto
- 16 e 30; na «Cuf-DESC.as», com a General, após a 2.ª «VDC», com o 3.º Bloco - «na Frente Ocidental, nada de novo» [«foram as Férias», disse alguém...]

sábado, 6 de fevereiro de 2021

Clarice, por Nádia Gotlib

 

Entrevista, ao Ípsilon, hoje (as remissões para «peças» anteriores constituem um «dossiê»...)

RECORTE(s):

[...]A professora [...] considera muito forte em Lispector essa capacidade não só de seduzir o leitor com a sua “matéria narrativa letal”, [...], mas também a capacidade de levar esse leitor “para outro tipo de território.” O importante para Lispector não era a reflexão ou o entendimento, mas ir atrás do pensamento. “Esse é o lugar preferido da Clarice, ela escapa do racionalismo, da reflexão lógica, e leva o leitor para um lugar desconhecido, onde tudo pode acontecer. É o lugar da liberdade, da arte no seu mais pleno sentido por trás do pensamento.” Clarice propõe ao leitor que se deixe levar. “Ela dizia que adorava não entender, que lhe dava uma sensação óptima quando não entendia. O conto O ovo e a galinha é um dos seus preferidos porque ela não entendia esse conto.” [...]

[conferência, de Dezembro de 2012: no YT]   ;      [Outra, para Moçambique]

[... para a «Câmara dos Deputados»]    ;  [várias outras, em DEZ. de 2020]

- «podcast» do «Encontro de Leituras»

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Difícil, agora, é chegar ao texto; M. E. C.

 - a propósito da releitura de um conto de Tchekov - lido na «juvenil fase» - M. E. C. «centra» a Crónica de hoje, do «Público» - «Um conto de Tchekhov» -, na dificuldade em «afastar» as «toneladas» de «intermediações» que tanto dificultam o essencial: ler o texto, mesmo [...]

RECORTE, parte final da Crónica:  

[...] No outro dia, quis voltar a ler o Gooseberries porque tinha lido, sem querer, uma interpretação desse conto que me pareceu abusiva. Como não encontrei o livro [...] — pus-me à procura dele online. Não foi fácil. A Internet estava atravancada de críticas, resenhas, sumários e interpretações. O pobre conto estava soterrado.
      Havia muita palha e muito chouriço. Havia muitos resumos para alunos e outros leitores mandados. Era como uma biblioteca num pesadelo em que para chegar ao livro que se queria ler era preciso passar por barreiras de estantes cheias de empecilhos encadernados. O conto é pequeno e fascinante, impossível de interromper. Como é que se interpôs tanta tralha entre o leitor e o que Tchekhov tão cuidadosamente escreveu?
        Se eu não conhecesse já o conto, teria desistido de lê-lo. E está tudo dito.
[sublinhados acrescentados]

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

«Esmola», Hélia Correia, em «Grandes Leitores»

 - uma Jornalista (Isabel Lucas), uma Grande Leitora (no caso, a psiquiatra Manuela Correia), uma Autora convidada pela segunda, que, a dado ponto, passa a «entrevistadora» - primeiro programa de uma série, espera-se: «Grandes Leitores»

- por volta do minuto 29', a leitura da I  parte (de III) do I poema do livro mais recente de Hélia Correia («Acidentes»): «Esmola»

- excerto inicial:

ESMOLA

I

Lançai-me uma palavra, como alguns
atiram côdeas aos cães.
Uma palavra
que, embrulhada nesse cuspo
que vos escorre pelos queixos,
brilha
e desconcerta a própria
repugnância. 
[...]
[Completo, por exemplo, AQUI]

- no «Dia Mundial» (21-3), dito pela própria H. C., em «O poema ensina a cair»

- a 2 de Abril, H. C. no «Todas as Palavras», nº 14, da 6.ª temporada, a partir de 13:30

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

«QI» e Leitura + «Leiam!»

 - [«bem prega Frei Tomás...»]


[...] O uso excessivo de abreviaturas, a abolição dos géneros (mesmo com «boas» intenções) e a sistemática ausência de pontuação nas SMS e nos e-mails são «golpes mortais» na precisão e na variedade da expressão linguística. Quanto menos léxico e menos verbos conjugados, mais difícil se torna construir um argumento, defender uma posição, expressar uma opinião. Menos linguagem, menos reflexão; menos pensamento crítico, menos controlo.[...]

- na mesma casa, a 8 de Fev., crónica sobre o poder da Leitura, com remissão para Exposição sobre... [em Francês...; interroga-se M. do R. P. sobre quantos conseguirão...]

domingo, 3 de janeiro de 2021

«Preto no Branco»

[Domingo, 9 e 50, na P. P. C.: um «marmanjão Façanhudo» beijava o Focinho («achatado») de minúsculo  Canídeo, «sentado» na cadeira do lado...]

[sem a «reunite OBRIG.a»..., Aleluia...], chegou ontem a ESTAT.a, da 1.ª ESTAção, com a «análise habitual»...; ainda assim, duas frases a destacar...:
- «Não há diferenças significativas em relação...» («para aí» há uma Década, não?)
- [no 3.º Qd.o], « P. subiu de S. para B.»

- ... e uma frase «sem Endereço»: «[anulou, devido ao] Método do Mestre»

sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

«Um homem na (da) Cidade»

 - manhã cedo, como sempre, no 1.º Dia (do «resto...»),[entre Sol e Chuvadas] da Penha à Graça (aí, café no único Estaminé aberto...); 
- «28», [com 2 idosas nacionais e casal Francês...]; Santa Catarina; Travessa do Alcaide; Combro, Camões; Sá da Costa («RE-CAmões», 80, Melo e Castro..., de entre cerca de doze títulos...)); 
- vários casais franceses, «depois», e «é tudo de TURIS»..., regresso e nova chuvada, no «28», só com um idoso nacional... 
- será para recordar, naturalmente... [sobretudo «um 28» quase VAZIO...]

- lembra-se D. de, rapaz, criança, não, ver C. do C., pela Bica... ; imagens vagas, naturalmente...; 
- também pela Bica, Chiado e Carmo decorre a ENTREV., de Set. de 2016, a Fátima Campos Ferreira, por AQUI

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Campos: «Os outros? Não há outros»

[...] Mas os outros não sentirão assim também?

Quais outros? Não há outros.

O que os outros sentem é uma casa com a janela fechada,

Ou, quando se abre,

É para as crianças brincarem na varanda de grades,

Entre os vasos de flores que nunca vi quais eram.


Os outros nunca sentem.

Quem sente somos nós,

Sim, todos nós,

Até eu, que neste momento já não estou sentindo nada. [...]


Álvaro de Campos


 - se os C.os de T.a continuam a ocupar o tempo todo com os «casos desesperados» - com a Personagem que «exigiu Contenção nas histórias» a contar «histórias de Vida»... -  a Coisa continua [...] [...« e oresto não se diz»...]

- imitando os Q.d.os, isto é, em «clandestinidade Tecnol.a», E. reduziu a «sua participação» ao que previamente enviara, por escrito - também quem é que quer saber da disciplina da «SEca»?

- única frase «retida»: («chego a fazer cinco testes diferentes») - «está bem, Abelha», «contem com E.» [...]

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

«Volta, Eça...

 ... estás perdoado.»

[e quase no fim de tão [...] ano, «benditas vozes» da Assembleia vêm com «tal proposta»...; e se (efectivamente) contribuíssem para que fosse efectivamente Lido?...]


«Bartoon» de hoje


segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Adultos

 Tratá-los ou não como «Adultos»? 
- No Qd.º, bem tenta E., já que, temporariamente, aí «não prega Frei Tomás»...

Bartoon, «Público», 07 - 12 - 2020, p. 5


terça-feira, 1 de dezembro de 2020

A morte é isso...; Eduardo Lourenço

- «A Morte é isso: uma ausência. E essa ausência não pode ser dita nem descrita»; transcrito a partir de «apontamento» «ouvisto» numa televisão; toda a manhã a ouvir variados depoimentos [...]

- O sr. Pres., Mestre da Palavra,  designou-a como «coincidência simbólica» - (será um Oxímoro?)

[«grafismo animado» do «Expresso»,  de dia 2, do «Podcast» recolocado]

- «Dossiê», no «Público»

- Crónica de Luís Filipe Castro Mendes, no «DN», a 12  de Dezembro.

- galeria, da fundação Cupertino de Miranda, noIpsilon; 

domingo, 29 de novembro de 2020

«Paraíso às Avessas»

 - Domingo; antes do «Zoom», com J. e os Vizinhos holandeses da «ZMAB», E. já fora ao LDL, antes das [...]; com as «Filas» nos Cafés da Praça P. C. «derivou» para o interior da Penha, tomando a «Bica» (2) no EST. do sr. Carlos;

- ao ler o Artigo, no «Público» e no «Expresso», sobre a «exaustão dos Sr.s DiR.s» - «Gestores de Covid», voltou à «Vaca Fria» - [...]

[... a de Sexta, desta vez, antes de «Ponte sem ponte»] - como «A Montanha pariu um Rato», houve «APAGA- APAGA» - [...]

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

«Mestrando», «à Caixa»... + «o Rapaz de Minas»

- cerca das 9 e 15, Caixa do CONT., na Francisco Sanches:

- [para o Jovem, de 22 anos...]
- Então, está «melhorzinho»?
- [...??]
- no outro dia disse que estava a «trabalhar sem ter dormido» [...
- [...] aulas até às 22 e 30 [...]; trabalhos pela noite fora [...]
- de?
- Mestrado em História [...]
- «História História»?
- [...] Moderna e Contemporânea [...]
- Qual é o objectivo?
- [...] Investigação [...]; não desgostava de ser Professor, é só seguir o Programa [...]         [«e o resto não se diz...»]

- dia 03, quinta, após a análise - a enfermeira, brasileira, à primeira «audição», parecia do «Leste» - depois contou-lhe a história dos «Construtores da Vasco da Gama» que já são avós... - 

- pelas 9 e 15, no CONT. da GEn. Roçadas
[corpo de miúdo, ainda, «à Caixa»]
- Então, que idade tem?
- [...] tenho 18 anos [...]; 
- com essa idade, ainda devia estar na Escola, não?
- não, já é altura de trabalhar [...]
- de onde veio?
- [...] de «Minas» [...]  [e lá foi, «diligente»...]

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

«Os jogadores de Xadrez», não, por favor, avise...

A) 
-em nome do «Coro», falou R. B., para delicadamente solicitar ao Mestre «que avisasse previamente» quando o  Texto Literário tivesse Imagens, digamos, mais «fortes», alegando que certas «Almas Sensíveis» não «as aguentavam»
                               [«e o resto não se diz...»...]
- a E., em dia de D., e ao fim de 31 anos de CARR.( ainda que «parcialmente congelada»), nunca tinha acontecido «uma destas»...
- «soltou-se-lhe o Verbo», naturalmente.

B) 
Não foi nada fácil contactar directamente com Mestre Ricardo Reis. Na aldeia do «A. de Baixo», onde descansa na companhia de Mestre Alberto Caeiro, na "casa ao cimo do outeiro", imersos numa "Natureza sem Gente", o «sinal de Rede» é fraco, muito fraco. Mas lá se conseguiu, após muito «tecno-esforço».

Sempre elegante, desta vez não Indiferente, Mestre Reis declarou-se sensível ao «desconforto» (Palavra de Leonardo) «criado» por (em?) certas «almas sensíveis». «Sensível» à argumentação usada, reconheceu que «Os jogadores de Xadrez» é um texto «datado» (de 1916, por «ficção»), logo, inadequado ao (Tipo de) «Tempo sem Tempo ou fechado» (a)  que ora "decorre". Assim, comprometeu-se a voluntariamente autorizar que as «imagens violetas» desse poema sejam expurgadas de todas as edições e transcrições existentes, de modo a evitar, sobretudo, o seu uso por certos professores «irredutíveis» - palavra de P., V.
 («desculpa lá», ó V., «entras» neste «filme» ou «BD», «à má fila»...).

(a) expressões de Manuel Alegre, na entrevista concedida à «Revista E», do «Expresso», de 13 de Novembro de 2020, na página 16, pela ocasião do lançamento de Quando

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

S. Martinho + J. + «Numa Mão...»

 - J. trouxe M. ao GALH.,  para «soprar» as Velas da General, no «dia de S. Martinho» (se não tivesse sido o STP., D. não teria provado castanha alguma...) 
- todos de «Mascarilha» e «à distância»... ; quanto a Cat. Bap., com J. a cerca de 2 semanas e meia de «sair da terra assombrada», «flutuava»...

- de manhã, ao ver elogiado o trabalho de Vocabulário que fizera no EX. de «O AdaMdeRR», B. Bap. retorquira:
«Numa Mão a Obra, na Outra o Dicionário»
[imediata associação com a Camoniana:  «Numa Mão... a Espada Noutra a Pena»]

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Cruzeiro Seixas, 99

 


- O «Expresso» disponibiliza de novo Entrevista de 2017;

- No «dossiê» do «Público» [«obituário»], destaque para a republicação de Reportagem de 2013;

- «O vício da liberdade», Documentário de 2009, no YT; «As cartas do Rei Artur», filme de Claudia Rita Oliveira, «Vimeo»

- conversa com Perfecto Quadrado, em «Nada será como Dante», de 28 de Agosto de 2020, entre 11: 37 e 17:17

- «Galeria», de Exposição, no «Público», P3, 09 - 11

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Camionista, Camonista, «ou isso», «tanto faz»

 

«Bartoon» de hoje, «ao Café», como habitualmente
Quanto ao «Camonista», o poema de Graça Moura - AQUI

[o «Camonista» aludido na Tira é, natural., Vic. M. de Aguiar e Silva]

terça-feira, 27 de outubro de 2020

F. (estar ou não...)

 - cerca das 14 horas, à porta do «STP»; 
C. F., a Chefe:
«ó E., não achas que a [...] tem um ar F.o ?»; 
vários espantos e perguntas depois, esclareceu... [«e o Resto não se diz...»]

- o que é certo é que, em muito, muito tempo, é a primeira que chega com menos de «40 e muitos...»; no caso, 27     (chegou a Mudança)
Aleluia.

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

50 anos depois... + «Where do the children play?»

 «O lavrador foi à Lua e voltou para beber o seu chá...» 
- título da Crónica de hoje, de Nuno Pacheco, que levou E. a ouvir de novo as canções que, «pelos 15..», D. ouviu «dezenas e dezenas» de vezes...; 
- mudaram «as roupagens», o Essencial mantém-se....

terça-feira, 20 de outubro de 2020

«Peito Ilustre» (mostrar ou não mostrar o...)

"Que eu canto o PEITO ILUSTRE lusitano
A quem Neptuno e Marte obedeceram"

Os Lusíadas, «Proposição»

«Bartoon» de hoje

[pelas 12 e30, na «Padaria Portuguesa» de Telheiras, 5 Infantes, 3 M. e 2 M., após a «sessão de...», euforicamente, «inglesavam» entre si...]


terça-feira, 6 de outubro de 2020

Ruben A.


Tem sido o ano do «Centenário» de R. A.; possuidor de  «O Mundo...», em 3 volumes, E. hesita na  «duplicação», com a edição conjunta, ora (re)lançada; 
- quanto às comemorações [...]; enquanto ouvia Júli A na «RTP Palco» [JÁ NÃO], por «UM COLECTIVO», foi buscar a Foto à Antena 2 «On Line...» 

- «Colecção de «material antigo...»  na «RTP Arquivo» [...]

domingo, 4 de outubro de 2020

«A Brasileira» (Chiado)

 - «Embrulhada» manhã de Domingo. 
Na «Nacional», as correntes de ar apressaram E. 
Enquanto esperava pelas 10 (abertura da FNC e da B), agradado com a ausência de Massas TURIST.as, entrou n'A «Brasileira».

- encostado à «Barra-Expositora», perguntou à «Camareira» (Veterana e não brasileira) se podia «consumir» a Bica aí.
- com a resposta positiva, colocou uma moeda de 1 Unidade; deveria ter «desconfiado», quando a pequena chávena chegou, «meia» em vez de «cheia», mas com o pires sobre guardanapo e este sobre um segundo pires, maior, mais um «Microchocolate», com a Marca; aí, comentou que «mudara a Gerência», como se não o soubesse já....; 
- a resposta incluiu a solicitação de 2 unidades (o Dobro); não haveria melhor confirmação: «Viva a Nova Gerência»; ainda assim, o Troco veio numa microBandeja, com a segunda «oferta» - um Marcador (de papel, de Livro, não de Tinta, claro...); tudo Fino, muito Fino.

- «Visita Guiada», Paula M. Pinheiro, de 11 de Outubro de 2021;

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Mafalda, «a Perguntadeira» + Luís Afonso + André Carrilho + «Liberdade»



mais crónica de Luís Afonso, de 2014

- mais uma vez se começou o Ciclo «ORTO» com «Liberdade»; mais uma vez, apesar de previamente enviado, «nada de reacções»...; assim «marcha» a «Escola do Paraíso»...

- após a «VDC» das 10 e 15, foram lidas as referências a Quino no «Público»...; destacam-se: ESTA e ESTA e ESTA  e ESTA e ESTA

- A 11, crónica de Patricia Carvalho: «Mundo: recarregar, por favor»

- Carrilho, no «DN» de domingo, 04, e AQUI:




quarta-feira, 23 de setembro de 2020

«VDC»

 - aí está o que jamais... [...] : «acabar», na Toca-Cave do Quinto, em «VDC.s»**...; (antes, pelas 8 e 45, confirmou-se a «chegada» da «sofrida» mudança de ESC....) 

** em «Conferencismo Caseiro»...


quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Borrifadores + 17 para 16 + «desenhar na Mente»

 [reabre o «ALPA»...]
- ontem, Missiva do sr. DIR solicitava aos Mestres a «angariação de Borrifadores»....;      (vamos lá a ver que «Plantas» esperam E....)
- hoje foi o dia do 1.º CDT (por VDC, naturalmente), dirigido por P. X., às 17 (às vezes, parece um ORF., o Paraíso...); demasiados RETRATO(s) (Ou Narrativas?...)
 + 17 (Mestres) para 16 (DISC.)...

[reproduz-se «Sars Cov 2», obra de António Jorge Ribeiro, de «EX-AA-60», exposição, na Lourinhã, até 03 de Outubro] 

- EXCERTO da Missiva, hoje recebida, de I. V. - 1819, de fora dos Qd.s de F.:
[...] Continuo a escrever bastante, nem posso dizer que tenha feito outra coisa de produtivo nos últimos tempos. É ler e escrever. Ler nunca leio tanto quanto gostaria, mas como fui, todo o segundo semestre, obrigada a desenhar as minhas quatro paredes, optei por desenhar só na mente no mês que tinha de férias. Então desenho na mente, leio e escrevo.[...]

quarta-feira, 10 de junho de 2020

«Camonianos Excursos» + «Maratona» + «Alfama fecha às 9» + «Raízes» (...«poesia como Herança») + FECHO

«Bartoon», de hoje
- em recente artigo, J. M., «ficcionista Camoniano» (in)titula-o «activista, influenciador, político» [...]
- após a saída matinal, F. não falhou o início, às 10,   da «Maratona de António Fonseca».... (quase 8 horas...)   
[Indisponível] - versão só «Audio»: AQUI
 
- no sr. DEL., pelas 9 e 45...:
- «comeu sardinhas no sábado, não comeu?»
- [...]
- «pois não come mais!» [...]
[explicou que a assadeira que, como antes, encostara ao Muro do Viaduto, fora proibida, e acrescentou:]                           «Alfama fecha às nove»

Nada disto, nem Arraiais, nem Fogareiros, nem Desfiles,  nem o «pastoso cheiro sardinhento» da manhã de 13 - o Lixo «popularucho», enfim, «incomoda» D. (...)

- já quanto ao discurso de J. T.  M. sobre «Raízes» - [...]: e AQUI, também
»Camões deixou-nos em Herança a Poesia»

- à noite, reviu-se programa do 10 de J. de 19: «8 Escritores...» [«Portugal antes de Tudo»]
- não acredita D. que se acabe a 26...; logo, como de costume, FECHA o «ALPA», reabre o «PERI»

domingo, 31 de maio de 2020

«novo» Paraíso, para sempre?

- IlUST. de Helder Oliveira

- Fotografado das pp. 16-17, do Suplemento «Economia» do «Expresso»


Popular:

[«A mim não me enganas Tu/...»
«A panela ao lume / O arroz está cru»
...]

segunda-feira, 25 de maio de 2020

«Correm turvas as águas...», CAMÕES

- não sabe F. explicar por que é que, depois da «Sessão Síncrona com Pares»,  foi para aqui buscar este soneto de Camões...

Correm turvas as águas deste rio,
que as do Céu e as do monte as enturbaram;
os campos florescidos se secaram;
intratável se fez o vale, e frio.

Passou o Verão, passou o ardente Estio;
uas cousas por outras se trocaram;
os fementidos Fados já deixaram
do mundo o regimento, ou desvario.

Tem o tempo sua ordem já sabida;
o mundo não; mas anda tão confuso,
que parece que dele Deus se esquece.

Casos, opiniões, natura e uso
fazem com que nos pareça desta vida
que não há nela mais do que o que parece.

Luís de Camões, Rimas

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Monólogos

- não chegou ao tempo «cronometrado» o Monólogo «Não» Interior de Mestre D. com Mestre F.;        «Unidos pela Indiferença Mútua», enfim;
- e se, na próxima, se ouvir outra «Síncrona», de Inglês, ou os «cochichos Paralelos», [...]

- Crónica «rara» a que está na «Visão», de 13 de Maio; RECORTE, daí:
[...] tenho estado em contacto com todos os meus alunos, o que não significa forçosamente que eu tenha estado a ensinar seja o que for e, muito menos, que eles tenham estado a aprender [...]

terça-feira, 5 de maio de 2020

«Aquela Luz (eu vi...)», J. Sousa Braga

Caravaggio, «Conversão de S. Paulo
(a caminho de Damasco)», 1600, 0
1
- o outro poema de J. S. Braga, que foi ontem enviado aos «os eleitos» do «Inaudito Cl...»:

EU VI AQUELA LUZ

Como Saulo quando ia a caminho de Damasco
eu vi aquela luz
rasgando o céu nocturno    de oriente para                                        ocidente e de alto a
baixo
eu vi aquela luz
num concerto dos Pink Floyd em Pompeia
onde nunca estive
eu vi aquela luz
em sonhos numa noite de verão na aldeia                                              onde  nasci
eu vi aquela luz
uma espada de fogo
como milhares de cavalos suspensos em pleno                                                 galope
uma luz tímida a princípio
uma luz bruxuleante
cada vez mais próxima
cada vez mais distante

Jorge Sousa Braga, A MATÉRIA ESCURA e outros poemas, 2020 (Março), Assírio & Alvim, p. 63

Jorge de Sena:

Uma pequenina luz bruxuleante
Não na distância brilhando no extremo da
                                                    estrada
Aqui no meio de nós e a multidão em volta  […]


Fidelidade, 1958

segunda-feira, 4 de maio de 2020

«A Matéria Escura», Jorge Sousa Braga

- nos «anos felizes» do MEST., D. fez um trabalho sobre os primeiros livros de J. S. B., para F. J. B. MART.; «levou nas orelhas...», não se lembra dos PORM.s...
- dos cinco poemas iniciais do último livro (saído em mês «pandémico...»), 3 foram enviados para o «Inaudito C. de L. V.»;
- passou uma semana; Mestres e DISC.s, todos tiveram a mesma reação perante os textos enviados: NULA; não sabe os porquês, F.; ainda menos «falam», quer uns, quer outros...; Viva o SILÊNCIO.

- recorte final do 5.º desses poemas:
[...]

Se queremos saber o que é a matéria escura temos que procurá-la
Nos bolsos debaixo da cama no armário entre os versos deste poema um quilómetro e meio abaixo do solo nas montanhas Gran Sasso
Dizem que o universo gosta de se olhar ao espelho
Há uma placa em cada esquina do universo a dizer que é proibido circular a uma velocidade superior à da luz
Sem a matéria escura      viveríamos num universo sem enxames sem galáxias sem estrelas sem pessoas
Não vivemos no universo      o universo é que vive em nós
Cientistas confirmam aquilo que já intuíamos que o universo não tem direcção
A matéria escura não é simplesmente matéria que por acaso é escura e que se manifesta ao nível das galáxias e dos enxames de galáxias
A matéria de que são feitas as estrelas os planetas e os seres vivos é apenas a cobertura de glacé do bolo cósmico
Somos todos viajantes      estamos todos em viagem      nós a terra os outros planetas o sol a Via láctea as outras galáxias o universo
E estamos a caminho do desastre
Ou das estrelas
pp. 16 – 17

Jorge Sousa Braga, A MATÉRIA ESCURA e outros poemas, 2020 (Março), Assírio & Alvim