- ainda em «leitura inicial», o livro «Avalanche», de Marta Chaves, já serviu para «fechar» a Oficina de sexta, do «1.º Bloco» - (aquele em que «Reticências» é D.de T....)
CONFINAMENTO
e vejo as pessoas
irem ao encontro
do seu desaparecimento.
- ainda em «leitura inicial», o livro «Avalanche», de Marta Chaves, já serviu para «fechar» a Oficina de sexta, do «1.º Bloco» - (aquele em que «Reticências» é D.de T....)
CONFINAMENTO
- «circuito» pelo Paraíso, com Qd.s em «T. A.» («UI, UI»!) e que deu para «observar» um «refractário» a esse «Esquema» (o ESQ.a dele é outro...);
- pelas 9 e 45, à Esquina do «Bunker GTT», reencontro com H. L., regressada após 8 anos, e cuja primeira referência foi para os «saquinhos de açucar» que D. «sacava» do bolso, logo de manhã, quando, magra, «afobada» e talvez com tensão baixa, irrompia pelos CORR.es da Escola do Paraíso; com 55 [+ 4 Rebentos, 22, 21, 18, 16...], ainda no 4.º Andar, vem para G. D., desta vez [..]
- estás Velho, D.; e terá começado a verdadeira Rotação?
- na euforia da «Campanha», o Patrão disse que se «duplica», através do «ser ou não ser engravatado»; Boa!
- BERT., Roma, Cruzamento com L. M., Mestre de HCA, moradora na Av. de Paris, que passeava o Cão...
- esteve em 05-08 e e referiu o «estado de D., então, com a ida de J. para a Suécia»...; contou que tomara a iniciativa de «descer» de «QE» para «QZP», para poder finalmente regressar à E. do Paraíso [...]
- [já é a terceira Mestre que tal diz a R., nesta Abertura de 2122...]; e acrescentou que «são só mais 2 CONC.s de 4 anos...»
Sobrevivência, só, não.
- ... no 11.9.01?
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| Cristina Sampaio, «Público» |
- dia de «arredondamentos»... (TUDO, menos ser «incomodado» pelos «pedab.os» de serviço aos C.deT....) e «(Dia de)ser simpático» para com [...] virá 2122 ?...
- a 9, o 2.º Bloco (SERIG.a; dos 3, aquele onde «se funcionou» melhor) inaugurou EXPO na «Férin» - no Endereço da «Ephemera», com quem [...]
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| Luís Afonso, «Público», 10 - 06 - 2021 |
[Relembre-se o poema de Eugénio de Andrade - AQUI, por ex.º]
[...] todos os caminhos portugueses vão dar a Camões, de cada vez mudado consoante os olhos que o vêem [...] - («O ano da morte de Ricardo Reis», p. 209)
[...] Portugal é um país-inviável-que-sempre-se-viabilizou. Se olharmos bem a nossa longa história, Portugal tem sido um país-sempre-em-crise, sendo os períodos de prosperidade uma espécie de intervalos entre crises.[...]
- Hoje, domingo, 13, a «General», numa das suas «visitas» ao ESCRIT. falava de «retratos de Camões» - lá se foi buscar o livro de Graça Moura, de 2014, e voltou a localizar-se este artigo, de Outubro 2013, no «DN», sobre o «Retrato na Prisão»
- tal como as Casas sofrem a Grande Limpeza Anual, também «plataformas e sistemas que se (des)cruzam» precisam de uma Limpeza (ou «despoluição»?) Geral...; é que, devolvendo uma chamada das 9 e 15, D. tinha, «do outro lado (do «sem fio»)», um militar, um marinheiro, que, «em colaboração» com o SNS, tinha o Nome de D. numa Lista», para agendar a (1.ª) Vacinação...
Well
«O D. não tem formação em artes navais, engenharia dos oceanos, ou mais grave ainda, calcetamento marítimo!» [sr. DIRECT.]
- I. F., neta de M. J. de C. e de U. T. R, «inventaria» as suas leituras no «Podcast» «Grandes Leitores» de 4 de Junho [...]; quanto ao livro de Miguéis, a partir de cerca de 8:30 até 10:30, chama-lhe a «primeira Viagem»
- a 5 de Agosto, crónica de escritor espanhol sobre Miguéis, no «DN» («Recordação de...») - as boas referências de sempre [...]; pela (re)disponibilização da obra, há que (continuar a) esperar [...]
- sem a General, na Zmab; por 4 dias, preparando o Palácio, para J. e as 3 Men.as..; - assim, só trouxe 3 livros, dos recentes; do segundo da trilogia de Eiras, o poema
Há sempre «quem ande com a Bolha». Irresistível. Como «Opereta». Certamente.
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«Párias por efeito do complexo de pequenez» - editorial de hoje de Manuel Carvalho |
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| Fernando Veludo, «Lusa» , J. de N. |
O POEMA ENSINA A CAIR
Luiza Neto Jorge
Aquilo que o poema ensina / é a despir // o corpo quente das palavras: / cotovelo, pulso, mão // e o fio insone de um som / vestido ainda, língua // tocando sílabas, / convertendo ritmos. // E as palavras? / Filhas pelo poema violentadas // entre falas mansas / e indisposições metafísicas.
Inês
Fonseca Santos, Os grandes animais, com Ilustrações de João Maio Pinto, 2020, p. 31-32
[há dias, a abrir o 1.º Qd.o, E. perguntou a D., «AAA», isto é, «alemão-austríaco-alentejano», se sabia o que era, e para que servia, o «Postigo...»
RECORTES:
Quando é o tempo do trigo
É o tempo de trigar.
A verdade é um postigo
A que ninguém vem falar.
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| Foto de Adriano Miranda, «Público» de hoje |
- audição começada há dias, tem-se fixado, como «obsessivo apoio» - sobretudo o «tema» principal» - às «VDC.S» - outro «Paraíso» - «onde até» a «Net(a)» avaria em estratégicos momentos...
[I'm sitting on the balcony / Reading Flannery O'Connor with a pencil and a plan [...]
- artigo de Vítor Belanciano, no «Ípsilon», a 25 - 02;
- difícil é decidir o que é melhor na «peça» de ARQ.o (um dos 100 residentes que restam...), se as imagens, se o texto ( e a sua «locução»)...
- no «P3»
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| Fotografia de Nuno Ferreira Santos, do «Público» |
Entrevista, ao Ípsilon, hoje (as remissões para «peças» anteriores constituem um «dossiê»...)RECORTE(s):
[...]A professora [...] considera muito forte em Lispector essa capacidade não só de seduzir o leitor com a sua “matéria narrativa letal”, [...], mas também a capacidade de levar esse leitor “para outro tipo de território.” O importante para Lispector não era a reflexão ou o entendimento, mas ir atrás do pensamento. “Esse é o lugar preferido da Clarice, ela escapa do racionalismo, da reflexão lógica, e leva o leitor para um lugar desconhecido, onde tudo pode acontecer. É o lugar da liberdade, da arte no seu mais pleno sentido por trás do pensamento.” Clarice propõe ao leitor que se deixe levar. “Ela dizia que adorava não entender, que lhe dava uma sensação óptima quando não entendia. O conto O ovo e a galinha é um dos seus preferidos porque ela não entendia esse conto.” [...]
[conferência, de Dezembro de 2012: no YT] ; [Outra, para Moçambique]
[... para a «Câmara dos Deputados»] ; [várias outras, em DEZ. de 2020]
- «podcast» do «Encontro de Leituras»
- a propósito da releitura de um conto de Tchekov - lido na «juvenil fase» - M. E. C. «centra» a Crónica de hoje, do «Público» - «Um conto de Tchekhov» -, na dificuldade em «afastar» as «toneladas» de «intermediações» que tanto dificultam o essencial: ler o texto, mesmo [...]
RECORTE, parte final da Crónica:
- uma Jornalista (Isabel Lucas), uma Grande Leitora (no caso, a psiquiatra Manuela Correia), uma Autora convidada pela segunda, que, a dado ponto, passa a «entrevistadora» - primeiro programa de uma série, espera-se: «Grandes Leitores»
- por volta do minuto 29', a leitura da I parte (de III) do I poema do livro mais recente de Hélia Correia («Acidentes»): «Esmola»
- excerto inicial:
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| Paula Rego: Menina lendo à janela (2001-2002) |
[Domingo, 9 e 50, na P. P. C.: um «marmanjão Façanhudo» beijava o Focinho («achatado») de minúsculo Canídeo, «sentado» na cadeira do lado...]
- ... e uma frase «sem Endereço»: «[anulou, devido ao] Método do Mestre»
[...] Mas os outros não sentirão assim também?
Quais outros? Não há outros.
O que os outros sentem é uma casa com a janela fechada,
Ou, quando se abre,
É para as crianças brincarem na varanda de grades,
Entre os vasos de flores que nunca vi quais eram.
Os outros nunca sentem.
Quem sente somos nós,
Sim, todos nós,
Até eu, que neste momento já não estou sentindo nada. [...]
Álvaro de Campos
- «A Morte é isso: uma ausência. E essa ausência não pode ser dita nem descrita»; transcrito a partir de «apontamento» «ouvisto» numa televisão; toda a manhã a ouvir variados depoimentos [...]- O sr. Pres., Mestre da Palavra, designou-a como «coincidência simbólica» - (será um Oxímoro?)
[«grafismo animado» do «Expresso», de dia 2, do «Podcast» recolocado]
- «Dossiê», no «Público»
- Crónica de Luís Filipe Castro Mendes, no «DN», a 12 de Dezembro.
- galeria, da fundação Cupertino de Miranda, noIpsilon;
- Domingo; antes do «Zoom», com J. e os Vizinhos holandeses da «ZMAB», E. já fora ao LDL, antes das [...]; com as «Filas» nos Cafés da Praça P. C. «derivou» para o interior da Penha, tomando a «Bica» (2) no EST. do sr. Carlos;
- ao ler o Artigo, no «Público» e no «Expresso», sobre a «exaustão dos Sr.s DiR.s» - «Gestores de Covid», voltou à «Vaca Fria» - [...]
[... a de Sexta, desta vez, antes de «Ponte sem ponte»] - como «A Montanha pariu um Rato», houve «APAGA- APAGA» - [...]
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| «Bartoon» de hoje, «ao Café», como habitualmente Quanto ao «Camonista», o poema de Graça Moura - AQUI [o «Camonista» aludido na Tira é, natural., Vic. M. de Aguiar e Silva] |
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mais crónica de Luís Afonso, de 2014 |
- mais uma vez se começou o Ciclo «ORTO» com «Liberdade»; mais uma vez, apesar de previamente enviado, «nada de reacções»...; assim «marcha» a «Escola do Paraíso»...
- após a «VDC» das 10 e 15, foram lidas as referências a Quino no «Público»...; destacam-se: ESTA e ESTA e ESTA e ESTA e ESTA
- A 11, crónica de Patricia Carvalho: «Mundo: recarregar, por favor»
- Carrilho, no «DN» de domingo, 04, e AQUI: