quarta-feira, 11 de junho de 2014
terça-feira, 10 de junho de 2014
Fecho + «APAGA-APAGA»
- fecha, temporariamente, a Casa de Inverno (o «ALPA») reabre a de Verão (o «Peri»)
- cada vez mais S. «se agarra» a estes Ciclos, para [...] (« e o resto não se diz...) -
domingo, 8 de junho de 2014
junho, 8, letra pequena
[se fosse possível «suspender o tempo», S. fá-lo-ia «sobre» estes dias Iniciais de Junho
- «iniciais», porque, com o fim dos Envelopes, são retomadas as adiadas L.
[...] "ser Deus por uns minutos e parar o sol sobre Lisboa. Ora aí está a solução: parar o sol sobre Lisboa, parar o sol sobre mim" [...]
- Lobo Antunes, 2007 [...] («sobre» verso de Ruy Belo?) - a verificar Ler mais: http://visao.sapo.pt/se-eu-fosse-deus-parava-o-sol-sobre-lisboa=f496957#ixzz342QoOoSOsábado, 7 de junho de 2014
Pausa
E, ao terceiro dia de Pausa, já se conseguiu a Bolsa de Silêncio que permitirá [...]
[ontem, das 14 às 16 e 30, não foi fácil, a ouvir todo o habitual ARGUM dos aprend. de FEIT. que «pensam poder salvar o futuro de todos e de cada um»...; conseguiu-se, folheando a GRanta, n.º 3...]
é junho; vem aí o (próximo) «apaga-apaga» + fecho (temporário) do ALPA...
[ontem, das 14 às 16 e 30, não foi fácil, a ouvir todo o habitual ARGUM dos aprend. de FEIT. que «pensam poder salvar o futuro de todos e de cada um»...; conseguiu-se, folheando a GRanta, n.º 3...]
é junho; vem aí o (próximo) «apaga-apaga» + fecho (temporário) do ALPA...
domingo, 1 de junho de 2014
MAPA DO DIA (da Criança)
[enquanto Princeso e C. não «cumprem o programado» - (eng...e «está tudo dito...»)]
[são os maiores vinte dias ... - sair, sair... - aspirar «odores de tempo de Fronteira» - «sobre Tudo», regressar à Casa Verdadeira - a da Infância -
[é o que também faz A. Eus - após «largo interregno», na sua Casa - «CAsAs» - AQUI] [...] Já vivi em vários lugares, mas aquele que aparece como a Minha Casa é essa casa da infância da qual não guardo qualquer objecto.[...]
[é o que também faz A. Eus - após «largo interregno», na sua Casa - «CAsAs» - AQUI] [...] Já vivi em vários lugares, mas aquele que aparece como a Minha Casa é essa casa da infância da qual não guardo qualquer objecto.[...]
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Saramago e os Pequenos Leitores
«Por esta não esperava», S.
Alguns dos P. L. do 3.º Bloco deixaram «mesmo» para o Quadrado a leitura do «Final» - resistindo «a saltar»
M., a «DISC.» [«não percas a Rosa»] lança:
- «Ó M. , acha bem o Final, tão trágico e tão rápido, a modos que Seco?»
S.: «...»
["foi bonita a Tragédia", pá]
Alguns dos P. L. do 3.º Bloco deixaram «mesmo» para o Quadrado a leitura do «Final» - resistindo «a saltar»
M., a «DISC.» [«não percas a Rosa»] lança:
- «Ó M. , acha bem o Final, tão trágico e tão rápido, a modos que Seco?»
S.: «...»
["foi bonita a Tragédia", pá]
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Blimunda + Lilias + Hélia Correia + «Sempre Sorrrisos»
- «Sempre Sorrrisos» é B. B. - com ela estabeleceu S. uma «parceria»: - ler, finalmente, o livro de Hélia Correia, que há anos esperava -
- começaram há cerca de 15 dias; «SS» está quase a terminar, S. «paralisado» na p. 79; ontem, no Quadrado, S. «fez batota» e avançou..., até "encontrar" Blimunda... «SS», no seu, só seu, Est., «recalcitrou»...
RECORTEs:
[...] Anne por longo tempo se lembrou da criatura que se atravessara no seu caminho como um desperdício, um fragmento de guerra distorcido pela beleza de uns cabelos infantis. Pois, quando ela abortou e muito pano de linho foi necessário para lhe ensopar o sangue, a sogra e o seu próprio desgosto lhe diziam que Lilias lhe deitara mau olhado. [...]
Muitas mais vezes Lilias viu mulheres que pareciam dissolver-se num líquido vermelho, perdendo todo o corpo devagar, até que delas nada mais ficava senão um nó de vermes sobre o chão. A sangradura começava-lhes no sexo, e a substância da vida ia-lhes escorrendo, ao longo dessa tripa, ia chamando pelo que já jazia e tinha o aspecto de um coração meio devorado pelas feras. Lilias olhava para a mulher que lhe sorria na iluminação da gravidez e nada lhe dizia, sabedora da inutilidade do aviso. Baixava o rosto e prosseguia, cada vez menos dada à compaixão. Porém, naquelas noites de criança, [...]
Hélia Correia, Lilias Fraser. 2002, Relógio D'Água, pp. 47 - 48
[1.ª ed: 2001; como é possível que um romance destes não esteja em «n+1» edição? Distração, certamente; pois se Também S. levou 10 anos a «decidir-se»... VIva «Sempre SOrrriSOs»]
terça-feira, 20 de maio de 2014
Visitas...
Ontem. Átrio Central. Cerca das 16 e 30
[...] senhora de «30 e tal». [...] -I., uma das Qd.as de Bloco de 00 - 01, FIN. de ADV, do Bloco onde pontificou C. I. - um dos mais [...] ; DIR. de FOT., [...] [«Garden Films»...]
- erntre outras coisas, disse:
- «ter saudades dos QUAD de S.» [?!]
- ter trabalhado na V. de C., na área da ILUM [...]
- trabalhar agora em «Gestão de COND», em empresa familiar [...] [é a Vida, diria o «Outro»...]
- quanto ao tópico «Emigrar», alegou que: «está tudo mau lá fora, também»; e acrescentou:
- «onde é que existe este nosso SOL?»
- «onde é que existe este nosso SOL?»
- «está bem, está bem, ó 31 Primaveras...»
domingo, 18 de maio de 2014
Saramago e a «prosa que ofende» [ou «tijolos e homens»]
Quarta, pelas 11, 4.º Bloco, numa daquelas «sofridas Corridas» pelo texto...
D. de A.: (mais leve, após o «desbaste capilar»): - M., sinto-me [penso-me?] ofendido por Saramago!
S.: ??? (aproxima-se)
[de D.de A., não se faz Retrato algum, e «o resto não se diz...»]
D. de A.: (mais leve, após o «desbaste capilar»): - M., sinto-me [penso-me?] ofendido por Saramago!
S.: ??? (aproxima-se)
D. de A. (mostra a página e lê): "[...] e a diferença que há entre tijolo e homem é a diferença que se julga não haver entre quinhentos e quinhentos, quem isto não entender à primeira vez não merece que lho expliquem segunda"
(e acrescenta) - já li isto várias vezes e não entendo nada...
S: (...) [!!!][de D.de A., não se faz Retrato algum, e «o resto não se diz...»]
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Leonoreta, não a (do poema) de Gedeão
Quando, em 92 - 93 (ano PROB), S., então D. (já não muito Jovem...) «arribou» ao Palácio, a BIBLIOT funcionava numa sala do 3.º Piso [...]
Quem dela «cuidava» era L. L., já muito perto da APOS., após uma longa Carreira (sim, houve tempos em que existiu, a C.)
«Reaparece, agora, com perto de 85 (!) PRIM, com o projeto da Pub. das «Memórias».
AQUI [LUSA]
terça-feira, 6 de maio de 2014
MAPA DO DIA - Ex - AA
[cerca das 15 e ...]
- estavam as duas à porta do QUAD, em mais uma daquelas situações «não canónicas» - pretexto para o 1.º Bloco «chalacear» ( atividade em que mais se distinguem...)
- G. V. (um dos retumbantes sucessos da L. M., a PSI) e ....... - ambas pelos 23; a primeira com rebento de seis meses ao colo;
- são agora colegas de trabalho na MULTI «P and B» - «vá lá, vá lá»
- foram dois (chamados) «casos difíceis» - «e o resto não se diz»
- estavam as duas à porta do QUAD, em mais uma daquelas situações «não canónicas» - pretexto para o 1.º Bloco «chalacear» ( atividade em que mais se distinguem...)
- G. V. (um dos retumbantes sucessos da L. M., a PSI) e ....... - ambas pelos 23; a primeira com rebento de seis meses ao colo;
- são agora colegas de trabalho na MULTI «P and B» - «vá lá, vá lá»
- foram dois (chamados) «casos difíceis» - «e o resto não se diz»
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Saramago: «O poeta quando jovem»
Retrato
do poeta quando jovem
Há na memória um rio onde navegam
Os barcos da infância, em arcadas
De ramos inquietos que despregam
Sobre as águas as folhas recurvadas.
Há um bater de remos compassado
No silêncio da lisa madrugada,
Onde brandas se afastam para o lado
Com o rumor da seda amarrotada.
Há um nascer do sol no sítio exacto,
À hora que mais conta duma vida,
Um acordar dos olhos e do tacto,
Um ansiar de sede inextinguida.
Há um retrato de água e de quebranto
Que do fundo rompeu desta memória,
E tudo quanto é rio abre no canto
Que conta do retrato a velha história.
Há na memória um rio onde navegam
Os barcos da infância, em arcadas
De ramos inquietos que despregam
Sobre as águas as folhas recurvadas.
Há um bater de remos compassado
No silêncio da lisa madrugada,
Onde brandas se afastam para o lado
Com o rumor da seda amarrotada.
Há um nascer do sol no sítio exacto,
À hora que mais conta duma vida,
Um acordar dos olhos e do tacto,
Um ansiar de sede inextinguida.
Há um retrato de água e de quebranto
Que do fundo rompeu desta memória,
E tudo quanto é rio abre no canto
Que conta do retrato a velha história.
José
Saramago, Os poemas possíveis, 5.ª ed.,
Caminho, Lisboa, 1999, p. 59 [1.ª
ed: 1966]
quarta-feira, 2 de abril de 2014
BRANCO - Rosa Maria Martelo
[têm perguntado a S.: «então, já não invades QUAD.?», «a propor aqueles P.?»]
[tem respondido: «estou muito contido» ... [« e o resto não diz»]
[tem respondido: «estou muito contido» ... [« e o resto não diz»]
[hoje, abriu uma excepção, no Quadrado de A. G. - de quem tanto [...] - 2 rapazes, 2, após anos de [...] - e escreveu na Tela, enquanto a Mestre procedia à AVAL, person., com o(a) INF (a) sentadinho à ilharga e tudo...]
Branco
Interessa-me o inconcreto branquejar
da roupa no estendal (o branco, não)
mais do que o peso da água, ver
que o nada não se vê na água a evaporar
na luz do tecido em contraluz interessa-me
o vazio suspenso do vazio
quando a roupa enforma ao vento e sobe
no arame, interessa o risco que sustém a louca nave,
os voos desabitados e a pequena hora de ninguém.
Rosa Maria Martelo, Relâmpago, n.º 31 / 32 (Out., 2012 - Abril, 2013, p. 232 [também em Resumo - a poesia de 2013, fnac / documenta, 2014, p 139]
«A P. da P.»
- é a mais agradável, a P. da P.;
- em dia [agora já GRANDE] de Sol e Chuva, desce-se ao CH;
- os ENVELOPES que esperem
[podem esperar]
- encontra-se aquela ou este - da COLH mais recente;
- levanta-se a cabeça, disfarça-se a falta de V;
Well
- em dia [agora já GRANDE] de Sol e Chuva, desce-se ao CH;
- os ENVELOPES que esperem
[podem esperar]
- encontra-se aquela ou este - da COLH mais recente;
- levanta-se a cabeça, disfarça-se a falta de V;
Well
sábado, 22 de março de 2014
TRatado da Mão - Ana Jotta
![]() |
| Ana Jotta, 68, "a mais jovem das artistas portuguesas", ganhou o Grande Prémio EDP», por Vanessa Rato - foto de Miguel Manso - imagem obtida da Casa do Público - DAQUI |
domingo, 16 de março de 2014
MAPA DOMINICAL = Palavra como «tentativa de tocar o ponto» (Pomar)
10:20; no dia, «segundo o S., dedicado ao Descanso», S. termina finalmente os TTI's. - [com PINK F., em fundo, como sempre que precisa de «mobilizar» a F. do S.]
Quanto ao poder da «palavra literária» - [...]
- [C. J., há dias, relembrou artigo - reportagem sobre a (re)publicação da obra «de escrita» de Júlio Pomar - um «Ex-AA», relembre-se -, de que se transcreve o p. final:
Quanto ao poder da «palavra literária» - [...]
- [C. J., há dias, relembrou artigo - reportagem sobre a (re)publicação da obra «de escrita» de Júlio Pomar - um «Ex-AA», relembre-se -, de que se transcreve o p. final:
Pomar não deixou nunca, porém, de escrever. “Queira-se ou não, faça-se o que se
fizer, não se pode prescindir nunca da palavra, que é sempre a tentativa de
tocar o ponto. O pintor dá muita importância ao visto, a uma catarse sobre o
espectáculo da comunicação, mas não pode prescindir da palavra.”
na íntegra, AQUI
quarta-feira, 12 de março de 2014
MAPA DO DIA
[ainda «atafulhado» de TTI,s]
- (já sem a sua «criadora», R. P. P., 45 minutos de «Ouvir o S. a ler» - salvo excepções - o que trouxeram nem «qualificado» pode ser -
- «Figuras do Tempo Desperdiçado» [enquanto «podem», porque não?]
Well
[M. S. continua a carregar, dia após dia, desde o Bloco inicial, a M. M., de Thomas Mann, em edição «velhinha» (emp. por Eli) - vai na página 490]
[quanto a Samuel: Remington, (2013), de Jorge Listopad (1921; -) ]
- (já sem a sua «criadora», R. P. P., 45 minutos de «Ouvir o S. a ler» - salvo excepções - o que trouxeram nem «qualificado» pode ser -
- «Figuras do Tempo Desperdiçado» [enquanto «podem», porque não?]
Well
[M. S. continua a carregar, dia após dia, desde o Bloco inicial, a M. M., de Thomas Mann, em edição «velhinha» (emp. por Eli) - vai na página 490]
[quanto a Samuel: Remington, (2013), de Jorge Listopad (1921; -) ]
domingo, 2 de março de 2014
MAPA DO RUGIDO
Violento, ventoso, Rugido. Aldeia deserta.
[Há pouco, reencontro com P. M.-H., «ZMAB-dependente», agora no D. F. de L., «ultrapassado» que foi, pelos «Q.Z.P.», no regresso ao Palácio 1314]
[o Ideal para a EMPREIT. dos Envelopes; e a APN ajuda: às sete, saltar;
- há dias, no GALH, o F. do 4E, de regresso da «sua hora diária de GOLF,» pelas 15, dizia que «se levantava às 5 e àquela hora já tinha 8 horas feitas de trabalho...»
- Well - vidas e vidinhas...]
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Envelopes + Pedregulhos + Rugido
[não está nada contente com S.; tem sido, de todos os Nomes, o menos humorado;
duro ou pouco flexível, cruel, até, com «quem o criou» - Bicho que, desde o último Corte - o Brutal, de JAN., em vez de Sangrar, ainda mais Bicho se vem tornando]
- os Envelopes estão quase todos cheios - A. Eus chama-lhes Pedregulhos, em mais um APONT do D. de M. A. - AQUI
[pelo GALH. - «exercícios de aquec.» - ESC - ZMAB
- lá, pelo menos, há mesmo pedregulhos - a areia deve ter ido com o TEMP
- e há o RUGIDO - a pouco mais de 100, ladeira abaixo, ladeira acima
Aleluia
domingo, 23 de fevereiro de 2014
«Em nome do Nome» - Memorial do Convento
[não há ler; só há reler - manhã de preparação de Envelopes - releitura atenta (mais Uma) leva à «paragem sobre» o excerto abaixo transcrito]
[sublinhados acrescentados]
[…]lembrem-se de que toda esta nossa obra terá de
ser feita em absoluto segredo, não o
podem saber nem parente nem amigo, [...] perante el-rei o responsável sou eu, padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão, De quê, perguntaram Blimunda
e Baltasar ao mesmo tempo, De Gusmão,
foi assim que passei a chamar-me, por via do apelido de um padre que no Brasil me educou, Bartolomeu Lourenço
era quanto bastava, disse Blimunda, não me vou habituar a dizer Gusmão, Nem precisarás, para ti e Baltasar serei sempre o
mesmo Bartolomeu Lourenço, mas a corte e as academias terão de chamar-me Bartolomeu Lourenço de Gusmão, pois
quem, como eu, vai ser doutor em cânones
precisa ter um nome que lhe assente à
dignidade, Adão não teve outro nome, disse Baltasar, E Deus não tem nenhum, respondeu o padre, mas Deus, em verdade, não é
nomeável, e no paraíso não havia outro
homem de quem Adão houvesse de distinguir-se, E Eva não foi mais que Eva, disse Blimunda, Eva continua a não ser mais que Eva, estou que a mulher é uma só no mundo, só múltipla de
aparência, por isso se escusariam outros
nomes, e tu és Blimunda, diz-me se
precisas de Jesus, Sou cristã, Quem o duvida, perguntou o padre
Bartolomeu Lourenço, e rematou, Bem me entendes; mas dizer-se alguém de Jesus, crença ou nome,
não é mais que vento da boca para fora,
deixa-te ser Blimunda, não darás outra resposta quando
fores perguntada.[...]
José Saramago, Memorial do Convento, 51.ª ed., Caminho, pp. 196-197
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
«que nem a mãe da gente»
[«Pente Fino» = viagens por curtas, sugestivas expressões]
«O Brasil - como minha pátria - é que nem a mãe da gente»
[proferida aqui - vídeo do Público, texto de Vera Moutinho,
da série «Brasil na Estrada»]
«O Brasil - como minha pátria - é que nem a mãe da gente»
[proferida aqui - vídeo do Público, texto de Vera Moutinho,
da série «Brasil na Estrada»]
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Barcelona (EX - AA)
Mais de 4 anos (e uma Lic. - em H. de A. - ) depois, M. J. J. está finalmente em BARC. - não para o C. almejado, para um EST, até junho - já AQUI referido
Dá notícias ao fim de um mês - Recortes do E - M de ontem:
"[...]
Dá notícias ao fim de um mês - Recortes do E - M de ontem:
"[...]
Isto por aqui vai bem, estou a adorar o estágio. Porém, tem sido complicado encontrar trabalho, porque sou estrangeira e preciso de um número de identificação, e de um lado empurram para o outro...e não tem sido fácil.
Sempre quis viver em Barcelona mas agora que cá estou aprecio mais que nunca Lisboa. [...] saudades de coisas "básicas" em Portugal, [...] Não imagina como passei a gostar de ouvir português. [...]
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
A Visita da Jovem Sobrinha (Ex-AA)
S. R., a Sobrinha, mas não a «verdadeira», «a de Palmela» - mais Doce que a Outra - estava junto ao «Bunker GTT», pela hora do almoço.
Chamou, de longe, familiarmente.
«Anda pelos 25». FOT., «equilibra» com trabalho («40horas!») num LAb de FOT
(COmp. de F. F. V. - «rapaz Raro ou de múltiplos Talentos» - já várias vezes aqui referido e apagado - )
[e mais não se diz...]
Chamou, de longe, familiarmente.
«Anda pelos 25». FOT., «equilibra» com trabalho («40horas!») num LAb de FOT
(COmp. de F. F. V. - «rapaz Raro ou de múltiplos Talentos» - já várias vezes aqui referido e apagado - )
- entre outras coisas agradáveis, perguntou a S. «se ainda carregava aqueles livros todos para os gloriosos 5 minutos iniciais...»
[e mais não se diz...]
A «Camoniana» do sr. L. L.
«Trabalha sem parar».
Ontem, domingo, pelas 17:30 (Hora de S. B.) veio ao Galhardo, remontar, «num ápice», a base do móvel de uma C. de B.
Por «trabalhar sem parar», segundo o próprio, «perdeu» a anterior COMp., e também porque [...]
- à despedida, já no Elevador, enquanto General Z. brincava com o anterior, proferiu, em tom definitivo:
- «Erros meus, má Fortuna, Amor ardente», já dizia o Bocage.
Está perdoado. Bocage gostou, certamente.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Lusíada - Manuel Alegre
LUSÍADA
Desterro
desconcerto desatino
vai-se a
vida em palavras transmudada
vai-se a
vida e cantar é um destino
página a
página de pena e espada.
Conjura
desengano má fortuna
oxalá só
vocábulos mas não
a escrita
não se cinde a vida é una
cantar é
sem perdão é sem perdão.
Quebrar a
regra nenhum verso é livre
outra é a
norma e a frase nunca dita
lá onde de
dizer-se é que se vive.
Cortando
vão as naus a curta vida
transforma-se
o que escreve em sua escrita
Lusíada é
a palavra prometida.
Manuel Alegre, Com que pena ─ Vinte poemas para Camões, D. Quixote, 1992, p. 43
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
2014. Palácio. Semana 1
Cinzento, para o Negro, o Branco Palácio.
Nos Quadrados, demasiados Pasmos.
[Sentir Pensado da primeira semana]
Nos Quadrados, demasiados Pasmos.
[Sentir Pensado da primeira semana]
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
«bicho da terra» + «Argonautas», Castro Mendes
[o Motivo é tão conhecido - «retomado» em: Lusíadas, I, 106, 8 - , que «faz Mossa» ver Plateias Inteiras que o «desconhecem»...]
OS ARGONAUTAS
Bichos da terra tão pequenos,
esgravatando à roda do mundo,
atarantados, sem rumo:
só e apenas isso,
agora e em todos os tempos.
Luís Filipe Castro Mendes (1950), Lendas da Índia (2011), p. 67
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
2015
11 horas.
Zmab.
- Abre agora o Sol, mas não para «ficar»
- Para S., o «15» será Redondo, duplamente, pelo menos.
Será necessário Resistir ao «14» - Saltar?
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Barcelona (ex-AA)
[ZMAB -
um dos Velhos Residentes diz:
M. J. J. gosta, como S., de só dar notícias quando «o rei faz anos»
[S. não a esquece quando, num típico Bloco «AA» inicial, fazia a Diferença - a intelectual]
É das que não desistem de perseguir os S. mais profundos e diz que
um dos Velhos Residentes diz:
«Tão pouca gente na Z., neste [final de] ano»
- responde L. - o filho do «Alemão» - : «Só neste (final de) ano?]
- responde L. - o filho do «Alemão» - : «Só neste (final de) ano?]
M. J. J. gosta, como S., de só dar notícias quando «o rei faz anos»
[S. não a esquece quando, num típico Bloco «AA» inicial, fazia a Diferença - a intelectual]
É das que não desistem de perseguir os S. mais profundos e diz que
«[...] aqui a menina vai voar para Barcelona! Depois de estar com a alma esmagada por uma licenciatura que só serviu para passar as horas, todas elas infinitas naquelas salas perturbadoras, um milagre caiu dos céus e consegui um estágio na galeria de ourivesaria [...]
[ e o resto não se se diz aqui]
- promete um «Blog em forma de rascunho» que irá «diarizar» a Coisa...
Aguardemos.
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
FRio + Pensar + Corpo + Peso - Gonçalo M. Tavares
Recortes de «Frio em dezembro e hotéis», Visão, n.º 1086, 26-12-2013, p. 10
[...]
No calor o nosso corpo afasta-se de nós, afasta-se do centro. Está para ali à minha frente ou ao meu lado. No frio, pelo contrário, o corpo torna-se aquilo que eu quero proteger e aquilo que me protege. Por isso é que nos apertamos muito no inverno, no exterior. Temos de fazer duas opções opostas ao mesmo tempo. Proteger e ser protegido. No inverno, o corpo ocupa menos espaço. De facto, é impossível exigir reflexão a um povo que viva debaixo do sol e do calor permanentes. Acima de trinta graus de temperatura, filosofar é perder a vida e o exterior. Abaixo de oito graus, não pensar é não ter cabeça.
[...]
É preciso materializar as ideias. Colocar comprimento, largura e volume numa ideia. [...] Toda a ideia terá peso concreto ou nada terá. Só o peso concreto dá peso espiritual; só o peso concreto dá peso potencial. Quanto pesa a tua ideia?
[...]
É preciso materializar as ideias. Colocar comprimento, largura e volume numa ideia. [...] Toda a ideia terá peso concreto ou nada terá. Só o peso concreto dá peso espiritual; só o peso concreto dá peso potencial. Quanto pesa a tua ideia?
[...]
RUGIDO
- às 10, quando S. saiu [há sempre um ou dois sítios abertos, na Aldeia]
o RUGIDO «parecia subir a rua» - violento espectáculo - a ver, enquanto as Famílias, fechadas, se entretêm a «jiboiar»
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Os Maias - Eça, por João Botelho
- depoimento «torrencial» de João Botelho, nos «Bastidores» das filmagens dessa, agora, Operática, Revisitação - é sempre de Portugal que se trata -citando:
«Neste espelho em forma de filme, Portugal vê-se, sempre igual, há mais de um século. »
- na Casa do Público - AQUI
Aranhiço(s)
A Casa é «deles»
- minúsculos, só de muito perto é visível a miríade de «patinhas»
- houve que subir e caçá-los, um a um
- foi a «atividade principal» desta (primeira) manhã de Exílio (das Famílias...) - foi tudo para os «Montes» - «Pausa» na Aldeia Deserta
Aleluia
- minúsculos, só de muito perto é visível a miríade de «patinhas»
- houve que subir e caçá-los, um a um
- foi a «atividade principal» desta (primeira) manhã de Exílio (das Famílias...) - foi tudo para os «Montes» - «Pausa» na Aldeia Deserta
Aleluia
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
"não, obrigado, estou bem, nada de novo" - Herberto Helder, por Pedro Penim
[ontem, no H. da L., enquanto esperava, de pé, como tanto gosta, leu, finalmente, em contínuo, o livro - Servidões - que mais tem andado na mala, no saco, no 1.º Bloco de «O Velho e o Paraíso»]
- à noite, a interpretação do poema indicado «acima» por Pedro Penim, aCtor do Teatro Praga - na Casa do Público - AQUI
domingo, 8 de dezembro de 2013
Voltaire (o senhor) - Gonçalo M. Tavares
[S. não costuma adquirir o «DN», ao Domingo - excepto no Verão - ou hoje, num passeio-intervalo-dos-«extraordinários»-Envelopes - para combater o Gelo - 11:00 às 11: 30 - esteve certa, a leitura dessa «pausa»]
Recortes:
[...]
O senhor Voltaire disse:
[...]
(outra foto)
Como se vê por esta foto - disse o senhor Voltaire - em 1955, já há cortinados feios, e o rádio encontra-se no canto do quarto, e o quarto encontra-se no canto da casa, e a casa encontra-se no canto do bairro, e o bairro encontra-se no canto da cidade. Portanto, o rádio é o único centro das vidas que foram empurradas para a periferia. O rádio traz notícias do centro e assim o ouvido das pessoas que vivem na periferia torna-se uma parte fisiologicamente central, fisiologicamente actualizada.
(outra foto)
Em 1956, em plena cozinha, uma máquina muito grande executava uma função muito pequena. Mais tarde, o tamanho das máquinas diminuiu e as funções aumentaram. Até ao ponto em que a máquina desaparecerá no meio da paisagem [...]
(outra foto)
(outra foto)
Diz o senhor Voltaire:
Como se vê, os homens usam muito bigode, dividindo o rosto em dois; e a inteligência fica para cima e as palavras para baixo. E, separadas que estão as duas partes, é natural que o homem diga futilidades, mas pense profundamente.
Gonçalo M. Tavares, «O senhor Voltaire e o século XX - rádio e bigode», «Notícias Magazine, n.º 1124, 08 - 12 - 2013, p. 98
Outras, da mesma «série» - AQUI
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
C. C. («CARBONE»)
- de avô italiano - «homem do mar» - Genovês [ficou «prometida» a história restante...]
- «apresentou-se» esteticamente compósita (ou Modelo Vivo de diferentes «matérias icónicas»):
- calças de Jogador de Golfe de «antanho» OU «à Tintin», OU «à Corsário» [...]
- Carrapito de «Carochinha» (sem João Ratão) [...]
- Jaquetão de Marujo [...]
- já teve que ouvir «duas leituras» de «si mesma, a outra» e «o resto do dia promete»
Eh, eh, eh (em dia de Envelopes)
- de avô italiano - «homem do mar» - Genovês [ficou «prometida» a história restante...]
- «apresentou-se» esteticamente compósita (ou Modelo Vivo de diferentes «matérias icónicas»):
- calças de Jogador de Golfe de «antanho» OU «à Tintin», OU «à Corsário» [...]
- Carrapito de «Carochinha» (sem João Ratão) [...]
- Jaquetão de Marujo [...]
- já teve que ouvir «duas leituras» de «si mesma, a outra» e «o resto do dia promete»
Eh, eh, eh (em dia de Envelopes)
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Tabucchi + Deidda + Mafalda Arnauth + «Mar Português»
- Lançamento do quarto trabalho de Mariano Deidda dedicado à obra de Pessoa - pela qual se apaixonou, desde que o leu, muito jovem, numa tradução do Livro do Desassossego, de Antonio Tabucchi (escritor, professor e intelectual «Europeu», que sempre recontou como, quando também muito jovem, o poema «Tabacaria» lhe «construiu um Rumo de Vida...» - ver, por ex., AQUI)
- trabalho dedicado à Mensagem , desta vez - Ouvir, então, «Mar Português» - AQUI
- Recortes, do próprio Deidda:
- [...] Era muito jovem quando o descobri, e encontrar-me com uma obra tão forte como a do Livro do Desassossego foi como se tivesse as mãos a tapar os olhos e de repente os destapasse. Pessoa abriu-me os olhos. E comecei a ver o mundo de outra maneira.” [...]
- [...] o livro de Pessoa que agora musicou é uma obra sem tempo: “Fernando Pessoa contou, em 44 poemas, a grande história de Portugal do passado. Mas lidos por uma óptica moderna são 44 poemas apontados ao futuro de Portugal[...]
sábado, 16 de novembro de 2013
VAN GOGH («A tesoura de») - Nuno Júdice
A TESOURA DE VAN GOGH
(variante)
[incompleto; recorte inicial]
No quarto em que fecharam o van gogh não havia
nem tela nem tintas para ele pintar a sua própria
orelha. Van gogh estava sentado em frente de um
espelho, olhava para a orelha e não sabia o que fazer
com ela: se tivesse tela e tintas, e lhe tivessem
dado um pincel, teria pintado a sua orelha sentada
numa cadeira de pau, com as costas pintadas de azul
e a frente de amarelo. Mas sem ter nada disso,
van gogh olhava para o espelho e a orelha como
que crescia na sua cabeça, ocupava o espelho inteiro,
tapava-lhe o rosto e impedia-o de ver o que quer que
fosse à sua volta. Então, van gogh começou
a procurar soluções para o problema
que a orelha colocava: [...]
Nuno Júdice, Navegação de acaso, D. Quixote, 2013 (nov.), pp. 70-71
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
«vende trapos, pequena, vende trapos» («come chocolates...», Campos)
[faltavam 10 ' para a abertura da FNC - S. «fazia tempo», pela Praça onde os Cafés foram substituídos por Bancos e estes por «Manjedouras»]
- «vende Tecidos, pequena, vende Tecidos»
- avistou o «arraial» de Trapos na Esquina Nobre [com a R. do O.] onde ANTES havia uma Livraria do «DN» [????]; - «Incrédulo», entrou[...]
- à espera de comp. [...] - a um balcão, D. S. (1112, RPE), Típica «Ex» de uma certa «AA» - [«e o resto não se diz...»] - de origem ANGOL., Qd.a por duas vezes - de «serviços mínimos» com a Palavra - contou:
- «que a família voltou toda para Angola e só ela regressou, após sete meses, que correram mal»;
- à (tradicional) pergunta: «e como vai a Carreira Artística?», respondeu: «uma coisinha aqui, outra ali, como Modelo...- «vende Tecidos, pequena, vende Tecidos»
terça-feira, 5 de novembro de 2013
«(des)Encontros - AA»
M. R. é uma «recente» «Ex-AA».
Está no Porto, em ARQ - em parceria com a Pequenina PRO, também M., de seu Nome - e visitou, ontem, o Palácio 1314
- («arejada», com Corte mais Curto a Enq. a Moldura)
À pergunta «Que nome é agora o seu?» - terá respondido?
Não se lembra, S.
«Senhora», já - por Herança Ibérica? - de muitas leituras, natural (ou discretamente) se destacou num Bloco fraco, mas, porque, tendo sido o que mais seriamente «tomou a Receita» de S. - alcançou um número razoável de Sobreviventes no Cataclismo «639» do passado Verão.
[Ah - facilmente obteve um P. no C. «E. com A.»]
Está no Porto, em ARQ - em parceria com a Pequenina PRO, também M., de seu Nome - e visitou, ontem, o Palácio 1314
- («arejada», com Corte mais Curto a Enq. a Moldura)
À pergunta «Que nome é agora o seu?» - terá respondido?
Não se lembra, S.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
o poder da metáfora
Maria Rueff: «esquizofrenia bem resolvida a Metáforas»
- depoimento, emocionado, na sessão sobre a obra de António Lobo Antunes, no CCB, no último domingo - do endereço do Diário de Notícias - NÃO - do YouTU
- depoimento, emocionado, na sessão sobre a obra de António Lobo Antunes, no CCB, no último domingo - do endereço do Diário de Notícias - NÃO - do YouTU
«APAGA - APAGA»
- [não anda a ler nada de «jeito»];
- não tem T.- para novas AQUIS. - («alimentar o Vício»);
- nos Qd.s, o discurso tem oscilado (mais «entaramelado» do que gostaria);
- a Paciência vem, mas com um enorme esforço;
- outubro estava «carregado» de «circunstâncias»;
- foi de «inteira reposição», o «APAGA-APAGA»
- não tem T.- para novas AQUIS. - («alimentar o Vício»);
- nos Qd.s, o discurso tem oscilado (mais «entaramelado» do que gostaria);
- a Paciência vem, mas com um enorme esforço;
- outubro estava «carregado» de «circunstâncias»;
- foi de «inteira reposição», o «APAGA-APAGA»
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
VideoPsicoGrafias - H. H. - «As MUSAS CEGAS, VII» [+ Envelopes ]
[Fechado, para a Gloriosa Empreitada dos Envelopes]
Fica «Substância» que chega para esses Dias [e para muitos mais]:
Fica «Substância» que chega para esses Dias [e para muitos mais]:
«As MUsas CEgas, VII», de «A colher na boca.... - dito por Luís Lucas - «Videografado» numa Casa EXemplar: - CinePovero
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
«639» = «assassinar a vontade de escrever»
- as frases são de R. B. [ex-AA - «pluritalentoso»]
[ também eu tirei «x» na primeira fase; depois, assassinei a vontade de escrever e consegui tirar «y» na segunda; de nada serviu, pois entrei na primeira....]
Well
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Abertura do 1314
[às 8:30, serviu de Sinaleiro, S.]
a) após tanto tempo de Silêncio, havia que «defender» as pobres pregas vocais («cordas» lhes chamam, também)
a) após tanto tempo de Silêncio, havia que «defender» as pobres pregas vocais («cordas» lhes chamam, também)
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
20 anos
É um regresso «Em Grande».
I. M., mestre de FILO - talvez 20 anos depois.
Difícil foi convocar as imagens de então, face ao Rosto de agora.
Aleluia, de qualquer modo.
I. M., mestre de FILO - talvez 20 anos depois.
Difícil foi convocar as imagens de então, face ao Rosto de agora.
Aleluia, de qualquer modo.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
A Maçã como Abertura Solene
A)
No Pedra da Página são inscritos os Nomes - 24, um por cada Letra do Alfabeto : «Alcino, Brás, Cristóvão, Daniel [........]» Saramago, Memorial
B)
Hoje, muito mais Efémeros, outros Nomes Próprios, cerca de 150, foram lidos, um a um, na voz Potente do D. N.
- S. ouviu o seu, D., em segundo lugar, e «deu um salto», porque «ainda não dava para perceber» [e o resto que pensou, depois, não o diz]
C)
Vermelhas, Polidas e «Perfiladas», as Maçãs, em vários Tabuleiros, na Lateral- final diferente (?) para diferente (?) Abertura
D) Os Rostos Novos são, frequentemente, Regressos de Antigos
- Aleluia.
- Aleluia.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Memorial, por Gonçalo Ferreira
Gonçalo Ferreira, 17 anos - defendeu «prova de aptidão profissional» em curso de interpretação (5.º entrevistado da série em publicação no Público):
[...]
Talvez nenhum livro lhe agrade tanto como Memorial do Convento, de José Saramago. "É mesmo o livro que mais me diz, que mais me toca." Delicia-se com a dimensão social e política que a obra encerra, com o modo como o divino entra no quotidiano das personagens, com a sensibilidade, a beleza de tudo aquilo: Blimunda Sete-Luas, Baltazar Sete-Sóis. Haverá algo maior do que o desejo de viver um amor que não cede aos cansaços do tempo? "Ela ver a vontade de Baltazar e a dizer: vem. É muito bonito. É cheio. Não sei. Eu gosto muito."
Ana Cristina Pereira, Público, 16 - 08 - 2013, pp. 12, 13 (foto de Dato Daraselia)
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Pessoa - por Dona Cleo e Bethânia
Na FLIP - 2013 - Festa Literária Internacional de Paraty:
https://www.youtube.com/watch?v=lz7BX3cIUro
https://www.youtube.com/watch?v=lz7BX3cIUro
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Fecha o «ALPA»
- é Dia de «desbastar» o Campo - apagar, do «ALPA», o mais «infeliz ou circunstancial ou ....»
É Tempo de Limpeza; espera-se mais Tempo para Leituras - que, ao longo do Tempo do Paraíso 1213 [com 2.º ano de «Castigo»], foram ainda mais «inviabilizadas»
Para esse Tempo - reabre o «PERI» - a Casa do VERÃO
quinta-feira, 6 de junho de 2013
O Senhor L. L.
O Senhor L. L. anda agora lá pelo Galhardo.
Figura Curiosa. Açoriano, com cerca de 40 e «picos», muito, muito magro.
Foi Seminarista e frequentou os dois primeiros anos de «Clássicas», em Lisboa;
Figura Curiosa. Açoriano, com cerca de 40 e «picos», muito, muito magro.
Fez ORÇ menos «escaldante» - e «recupera» na rapidez e eficácia [...]
- General Z. diz «que nunca viu um Pintor a trabalhar tão depressa»
Foi Seminarista e frequentou os dois primeiros anos de «Clássicas», em Lisboa;
diz «que Latim e Grego, sim, «Lusíadas», também, Literatura, não.»
- diz-se «impressionado» com a quantidade de Livros que T. retirou só das Estantes do Corredor;
- hoje de manhã recitou de COR as três primeiras estrofes de «Os Lusíadas», muito depressa, quase de um só fôlego - pois, essa coisa da «MEMO»
sábado, 11 de maio de 2013
Face - book (al) - Álvaro de Campos nos exames nacionais, II
[em E. de 01 de Fevereiro se falava deste livro de Alberto Pimenta - em que tudo começava com um Rapaz («não raro») que se AFOGARA, após:
[...]
a prova dessa vez incluía
[...]
a prova dessa vez incluía
três
versos dum poema
atribuído
a Álvaro de Campos
"...
no alto céu ainda claramente azul/
Já
crescente nítido, ou círculo branco,
ou
mera luz nova que vem,/
A
lua começa a ser real."
mais um Recorte:
[...]
outras
respostas
pegavam
nas palavras
como
quem pega numa coisa
e
a usa a seu gosto
atreviam
que não se via nada
era
tudo uma invenção pegada
de
dia a lua não se via
de
noite é quando há lua
mas
é preciso muito espaço
e
uma delas protagonizava até
o
festival na margem do Coura
com
os Pixies a tocar
e
com a lua a meter-se também no palco
coisa
que nem vinha anunciada
como
devia
no
site festivaisdeverao.com
e
assim
perdia-se
a confiança no site
ela
a autora da resposta estava sempre
com
um ouvido na música
e
outro a arquitectar já
o
festival que estava para vir
mas
dessa vez passou o tempo todo
a
delirar no do ano anterior
sem
lua nenhuma
tinha
sido mais aconchegado
havia respostas com amplitude e audácia
ambiciosas mas desiguais
como a que dizia
ele via a lua
mas não sabia o que era a lua
para saber o que é a lua
não é preciso ver a lua
e se ele sabia o que era a lua
isso não tem hora certa
e outra referia
que ela devia estar
a preparar um design da lua
para um calendário
anual
[...]
Alberto Pimenta, Al Face-book, 2012, 7 nós, pp. 12,13
«PENTE FINO» - «Vade - mécum»
[está a chegar a época do " Pente Fino " - no Palácio 1213 remete para a sala - para onde se vai VERIFICAR as P.
AQUI, designará palavra ou expressão sintética que [...]
Começa-se com Vade - mécum, - num - Verbete curto - de novo colaborador, Ricardo Marques - no «sempre à mão» E - DTL
domingo, 5 de maio de 2013
«Poeta obscuro» (Herberto Helder)
- uma «máquina de pontas», a «Santa Net»
- no caso, «recortado» em 4, o documentário »Meu Deus fazei com que eu seja...», de António José de Almeida, de 2007, da RTP 2 - aí de novo mostrado em Setembro de 2012: [não]
- completo, no ARQUIVO RTP
- completo, no ARQUIVO RTP
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