sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

«42 e algumas brancas»

 - pelo CH, manhã de chuva persistente, logo, com menos TURIS...; na «Pérola do Rossio», a FUNC respondeu à «provocação» de R., elogiando «o Carácter do patrão», por isso um herói face à Z, pensou R.....;
- pelas 12 e 30, na M. S., R. levou algum tempo a: reconhecer a figura que passara, ao TLL; lembrar-se do Nome (A. R. S.); correr, para a «fazer parar»; R.(1.º Bloco, CER, 97 - 98); continua «Séria», com «algumas brancas»; 42, 2 meninos, 8 + 6, Mestre de E. V. T., em LX, ainda no 3.º ESC.; disse, a dado passo, que, «se um dia for para a «A. A.», não se importará de dar G.D.» 
Well[...]

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

GLH, de novo + C. P. C.

 - regresso da Zmab, sob chuva «diluviana», ao 13.º Dia; ontem, conversa com M. B. e J. M.; este muito dedicado aos 120 Ha que adquiriu há cerca de 5 anos, a um «módico preço»; R. desviou a conversa para a LIT.a, claro; bem gostaria que  desistissem de vender o  APART.o...; ficou combinada «mútua visita» aos Montes...

- pela Rádio, ouviu J. Gob. falar de C. P. C. (65)...; lembra-se bem da, já então brilhante, jovem que era Visita da «M.-B.», na MAD.a (81 a 83), umas vezes ao almoço, outras com A. M. F., a «horas tardias», isto é, à hora da Ceia... [...]

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Rugido, 9.º Dia + 4 de DEZ de 80

- 9.º Dia - dia de chuva, vento, mar agitado; ontem, aproveitando «uma Aberta», visita quase total ao Chão da General: silêncio, cheiros e grande esforço na subida das Ladeiras...; 

- seria o último mês de D. na «C. da C.», «às Amoreiras»...; a 4, talvez por volta das 22 horas, as figuras públicas (em 2 ou 3 mesas, só se lembra de R. M., Benf./Angola, na n.º 12, a mais perto do poleiro da Palmira...) começaram a ser chamadas ao telefone [só os havia fixos, claro]; depressa se soube do ACID ou ATENT...; reposição de uma G. R. - AQUI;

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

«a inveja é cuspo nas próprias mãos» («O último avô»)

 - [de manhã, no «Pôr do Sol», atingida a p. 105, de 284]

RECORTE(s):

      Mas um dia, tinha eu uns catorze anos, o professor de Português pediu-nos uma composição. Pus tudo quanto tinha naquela página, suei o texto de cor. A minha avó disse-me: «Vais arrasar.»
    O professor leu-o em voz alta à frente da turma com uma ênfase um pouco excessiva que não me agradou. Nenhum sítio é tão púdico e depravado como um colégio de rapazes. Fosse pelo dramatismo com que o professor lia, [...] fosse por eu ter escrito puta, os meus amigos começaram a rir.
   «Mas o assunto é sério», disse o professor. «Que fique muito claro. Combatemos a desonestidade, mesmo quando algum de vós tem um avô famoso.»
       A desonestidade era eu ter plagiado um texto de Campelo.
    Depois, não sei porquê, o professor cuspiu para as mãos, esfregou-as e dispensou a turma. Aprendi que a inveja é cuspo nas próprias mãos.
                                                      
                                               Afonso Reis Cabral, O último avô, p. 90

  [I CAPÍTULO];      [ENTREVISTA; OUTRA];           [OUTRO RECORTE];