[não se identifica, naturalmente, a Finalista do Palácio que nunca tinha ouvido falar do Mito - Tadinho do Palácio = «Oficina do Despacho»] - [quadro reencontrado, num sótão, em Toulouse; - artigo de Abril de 2016, no Público; artigo de Março de 2019, sobre o leilão do mesmo, no DN
- só os Idosos do Costume, mais as «tristes histórias alegres». O deles, é outro Carnaval.
Com o Rugido «quase à Mão» (não de «Semear») - só com muita Devoção evitará T. o regresso com os Envelopes Cheios. Para já, hoje, começa tarde. Como Sempre.
A. Eus - sábado à tarde - AQUI (o de Namora era «Domingo»)
[«a secretária também não é má, espaçosa...» - mesa grande e maçica, encostada à «janela-miradouro» da Esplanada - cheia de Verão, ora deserta - ontem, à chegada, «nela» estagiavam 4 «Alocoolizados Residentes», para aqui «exportados» de Nórdicas Paragens
- Fauna que T. também conheceu, entre 87, Abril, e 89, Dezembro, no H.S.A., à Praça da Alegria - tempos (ainda mais) difíceis
[a secretária também não é má, espaçosa... - e Viver de Leitura é Fácil ou Difícil?]
A menina que ainda guarda as botas que trazia à chegada ao «Paraíso Portugal» tem cerca de 70 anos, chama-se Hannelore Rodrigues Cruz e nunca fez a viagem de regresso à Áustria. Ver o artigo, já referido em anterior Entrada, AQUI
[é tempo, pequenino, de Envelopes - fase da Montagem - pelos «intervalos» - «o que vale a pena» - no caso Via Eli]
«O poeta é o sacerdote possível» «A poesia é uma grande Máquina Verbal, uma grande Máquina Sonora» «O poeta é um Crente na Palavra» - Tolentino Mendonça, José («se pudesse ficava só pelo nome») - em entrevista a Carlos Vaz Marques, à TSF («Pessoal e transmissível», de 29 de Janeiro), pelo novo livro O estado do bosque AQUI
[«al - Face» foi um dos adquiridos numa rápida «Incursão», ontem, à FNC-VG
- na badana, texto não assinado faz referência a, por exemplo, «Mito de uma Inteligência Colectiva», «céptica distopia», «sociedade do analfabetismo equipado» UM Recorte:
[...]
a prova dessa vez incluía
três versos dum poema
atribuído a Álvaro de Campos
"... no alto céu ainda claramente azul/
Já crescente nítido, ou círculo branco,
ou mera luz nova que vem,/
A lua começa a ser real."
e perguntava
a que momento do dia
e a que luas se referia o texto
Álvaro de Campos
o nome soava a qualquer coisa
e deu bastante que falar nos escritórios
e nas salas de jantar
o namorado duma aluna
um daqueles rapazes
a quem se vislumbra futuro
e até já tinha colaborado
numa revista
afirmou que se tratava dum poeta
que não era dos mais falados
que estava ainda noutra onda
[...]
al Face-book, 2012, Porto, 7nós, p. 9-10
Interpretação do poema, pelo próprio Alberto Pimenta, num lançamento, em Março de 2012, no café-livraria» Gato Vadio
[para quem esteja de chegada... - recomenda-se: Alberto Pimenta + Vítor Silva Tavares [+ Luís Pacheco] + «Criadores Marginais» - no «Câmara Clara» de 20 de Janeiro de 2008 - no fim, a «sopinha e a buchinha» ... - AQUIe na RTP Arquivo
- «não se pode fugir a um» Lucas Cranach (muito menos a dois)» - Título que «encima» o Vídeo do Público, sobre o «Encontro» (temporário) entre Salomé e Judite - ambos de Lucas Cranach
- a primeira, do Museu Nacional de Arte Antiga, a segunda, de visita, emprestada pelo The Metropolitan Museum of Art.
Entre 1947 e 1952, 5500 crianças austríacas foram acolhidas por famílias portuguesas. Fugiam das marcas da II Guerra Mundial: a fome e o frio, o pai que tinha ficado na guerra. “Lá é o paraíso”, diziam-lhes as mães antes da partida. [...] Reportagem de Cáudia Sobral, no Público, de 24-01 - AQUI
A «custo zero». T. retirou-o do suporte-instalação do «Dia do Silêncio», substituindo-o por um dos que trouxera nos sacos de «restos» - ofertas, também, a Eli e a C. F.
J. S., depois, contou que o comprara na Rua, por 4 Euros - mas, como era «duplicação»...
Rua da Amargura do Livro.
[Novos, Roubados - de antes da E., década de 80 - comprou T. muitos, sob as arcadas do T. do Paço, caminho da Margem Sul ao Trabalho Braçal da HOT - era Duro, mas havia sempre algo nas Algibeiras]
O adulto «é aquilo que por erro sucede à criança.»
Na última narrativa («Festa de Natal - indicação sobre o modo de se exigir chocolates») da Crónica publicada na p. 8 da Visão, de 27 de Dezembro de 2012 (uma das poucas leituras da Hibernação-Zmab),
Gonçalo M. Tavares chama-lhe «uma rápida definição de adulto» partindo dos versos de Pessoa-Campos:
[...]
Comprem chocolates à criança a quem sucedi por erro, E tirem a tabuleta porque amanhã é infinito.
[...]
[dístico do poema de Incipit «Grandes são os desertos e tudo é deserto» - fidedigno no Arquivo Pessoa NeT - AQUI]
[ao longe, no «Grande Passeio ÁGORA», vinha Mestre A. M. Mala de Viagem, capa para Frio; diria depois que ia dar A., convidada, a UNIV do Norte]
[num Tempo em que quase todos os Históricos já se foram, ou estão «em vias de preferir o Mal Menor», A. M. permanece. Eterna, porque não depende apenas da Terra]
[«Tecedeira de Segredos tecidos», também; T. ia pensando que Segredo desta vez traria]
[notícias de duas «ex-AA», «dilectas DISC.» de A. M., de 05-06?; notícias agradáveis e muito, para ambos] [mas T. não deixa que o Ego demasiado aflore; e lá ficou A. M., «atribuladinha» Só lá fora chovia]
recorte final da crónica de Valter Hugo Mãe, no Público, referindo a reedição da obra de Eugénio:
[...] A cada volume, relemos os clássicos de sempre. Lapidares, como nascidos directamente da natureza do tempo. Como se o tempo fosse pronunciando o que lhe parece, maduro. Um tempo que se pensa, sábio. Alguns dos seus poemas não parecem trabalho de ninguém, são a respiração natural das coisas. A assombrosa manifestação do que demorou a eternidade para ter voz. Sempre vi o Eugénio de Andrade como um poeta ideal para os começos. Receitei os seus livros a todos os jovens, tão irónico parece isso agora, porque estive convencido de que não há melhor para seduzir para a leitura e a escrita. Hoje, percebo que os seus textos são sobretudo para quem quer chegar ao limite das palavras. Ali, onde elas acabam de ser palavras e passam a mexer nos nossos ossos com dedos.
[...] Os bons escritores – entre eles, Agustina – estarão vivos até depois de mortos; e, mesmo então, terão – parece-me – todo o direito ao presente do indicativo.
[não havendo - por ora - Força para se autov.ar com os horríveis Envelopes, T. vai lendo como sempre o fez: «tocando em tudo o que, de sugestivo, pela frente lhe surja»]
[e vem a Noite pela janela - os 3 «menos bons meses do ano» estão aí]
- neste caso, o texto de José Castello de 24 de Outubro, no seu blogue - «Literatura na Poltrona» - em que usa Duras como Argumento
Era "uma tarde de Inverno, chuvosa, fria". A jovem Cleonice
Berardinelli recostou-se na poltrona e ajeitou a almofada. "Li Os Lusíadas numa
tarde deêxtase. Quando chegou no Canto VI, na tempestade, me senti embalada nas
ondas, mas era a chuva lá fora." Em São Paulo, em 1938.
Os
Lusíadas numa tarde? "Incrível, não é? Li depressa. Estava lendo como quem
devora uma história. Claro que comecei a voltar atrás, a parar." Nem sabe
quantas vezes releu, ao longo do século XX. "Foi amor à primeira vista e
definitivo." Depois desdobrado, dos cancioneiros a Saramago, fez dela a maior
lusitanista do Brasil.
E esta terça-feira, dia em que completa
96 anos, [...]
Alexandra Lucas Coelho, Público, 28 - 08 - 2012, p.26
Entrevista-Reportagem completa: AQUI [T. lembra-se de uma Cena assim, talvez antes de 2000, no Velho Paraíso. Numa segunda de manhã, pela escada, uma Qd.a, claro, disse-lhe que ocupara a tarde «morrinhenta» de domingo a ler a Obra Prima de «fio a pavio». Resistira, mas não vinha «em muito bom Estado», de facto. Embora não «derrubada», longe do «êxtase» da Menina Cleo]
[Em 93-94, no D. P. V., um pai, esforçado profissional da C. C., queixara-se, ao DT, de que «o p. de P., veja lá, agora até quer que o meu R. leia um livro enorme e incompreensível!». Esforçado era, o Menino, de facto.]
08:40 Mercado de Arroios. Dona R., a «hortaliceira», boa senhora, até; do tão amado Povo Gasparino: «[...] pois, os P. só trabalham 6 meses...» [T.: «Fuzilá-los, Já!»]
09:40 Pingo Doce da Av. de Paris [pois o da C. M. ainda não abrira]
Semi-andrajoso, de nacionalidade indefinida, com todos os seus «não-haveres» numa mesma mala, há anos que tenta vender Lenços de Papel, à porta. Como variante, foi atrás de T. até ao carro. Depois de verificar que havia moeda de 50 cêntimos, atirou uma embalagem para dentro do porta-bagagens e lá regressou , empurrando o das compras. [Impávido, o Sol continuou a brilhar.] (J. G. F....)
Ao balcão do talho, para a Plateia, de 3.ª I. Outro, «Castiço»:
«O P. da C. é que Endireitava Isto!»
[mau. mau Maria]
11:15:
Avenida G. R. Talho. Leitura, de pé, enquanto o sr. Carlos «descasca» as COD.s
Paquistanesa, «a menina que queria estudar para ser médica», luta contra a morte - obrigatório direito Taliban para quem ouse...
[que Mundo este]
11:45
Lidl.
F. S., ainda Jovem (muito dedicado) M. do Palácio 1213, Verdadeiro Criador, vem a sair, «carregado». Sempre SIMP, vai a correr ao carro buscar um convite-programa dos «Ateliês de Lisboa», convidando o Bisonho, Caseiro T.....
«É sempre uma sede de liberdade que nos acorda para o gratuito. E não uma liberdade disto e daquilo. Eu diria: é antes, uma pura liberdade de ser, de sentir-se vivo; uma expansão da alma, náo condicionada pela avareza das convenções; uma urgência não de dons mas de dom. Hoje, por exemplo, uma amiga procurou-me para que eu lhe indicasse um voluntariado. Ela nem tem muito tempo, dedicada a um emprego absorvente e complexo, com os filhos numa idade em que dependem muito dela. «Talvez só possa dar duas horas de quinze em quinze dias» - disse-me. E eu retorqui-lhe, sorrindo:
«Duas horas podem ser uma imensidão.»
José Tolentino Mendonça. Nenhum caminho será longo - para uma Teologia da Amizade [livro lançado a 8 de Outubro]
Esta manhã o sol atravessou de repente para o outro lado da rua - são tão sombrias as casas quando delas se perde o nome de alguém, tão escuros os corações dos que ficam lá dentro para habitar a dor.
Maria do Rosário Pedreira, Nenhum nome depois [1.ª ed:2004]; transcrito da p. 209 de Poesia reunida, 2012
[...] Lia e continua a ler muita poesia, e grande parte da sua biblioteca está dedicada a esta área. A biblioteca, a casa: quem conhece a casa de Oeiras percebe que é uma continuação lógica do seu trabalho.
E a biblioteca tem um lugar especial dentro dessa casa, tanto que o artista passa muito tempo a ordená-la, a visitá-la, a usá-la. “Uma coisa que sempre tive desde miúdo é alguma propriedade de linguagem. Sou minimamente dono da palavra. E, como dono, gosto de a usar. Não me permito dizer que sou poeta ou escritor, mas gosto da palavra, de jogar com ela, de introduzir até o erro no sistema. Até pelos títulos das minhas obras, onde há conjugações que parecem em falta, mas não estão.”
«Despachada», esta Qd.a orgulha-se do Apelido que «carrega».
Pediu a edição completa para o localizar:
Se os antigos delitos que a malícia Humana cometeu na prisca idade
Os Lusíadas, VIII, 65, 1-2
Mais tarde, sumariou a história da Avó «Prisca Maria» (Alentejo) e de como a «alcunha» se transformou no Apelido diferenciador das gerações seguintes [...]
[A «despachada» do lado, M. G., «a francesa», a seguir, contou a história do «duplo L» - de que T. só ouviu fragmentos ...]
[T. é da «colheita» de 55 - Hum, a Memória daquela garrafa de CR&F Reserva, de austero rótulo - deambulando, enquanto os Infantes tinham o comportamento habitual, isto é, .... [querias...] foi lendo «um poema para cada ano», proposta deste recente livro de Amadeu Baptista] Mil Novecentos e Cinquenta e Cinco
Estão a chover ursos de peluche no meu cobertor, lá fora é quase dia, o pai ligou a máquina de barbear e a mãe cicia como só as mães ciciam, com quadradinhos de açucar e luzes a acender e a apagar dentro da boca.
Já aqui veio três vezes aconchegar-me a roupa, dizer coisas parecidas com o vento a deslizar entre as folhas das árvores, um coelhinho branco a correr entre este canto e aquele, um perfume parecido com o meu quando me chama gatinho da mamã. Tive um sono repousado. Os maus não apareceram.
Amadeu Baptista, Açougue. Lisboa, &etc, 2012, p. 11
[Em Abril de 2010 - «Paraíso nos Contentores» - G. falhou uma das apresentações de Diálogos para o fim do mundo - de J. B., que passara a deixar Convite]
[por isso, há uns 12 anos que não (re)vê uma das mais brilhantes M. do Velho Paraíso]
[foi no JL de 30 de Maio, p. 17, que se deparou com o artigo «Conto, microconto e nanoconto», de Miguel Real [...]
(reescrita e acescento de outro de 2005 - 2006, quase com o mesmo título): [...] [vá lá ler]
- Assim:
- Vídeo duma FUTURA apresentação, por José Mário Silva, no Endereço da própria J. B. - onde outros elementos do percurso de J. B. estão disponíveis
Já em algum dos recortes «apaga-apaga» G. se referiu ao 1.º espe(c)táculo da Comuna- que o «marcou« para sempre - numa Garagem, na Praça José Fontana, em frente do (liceu) Camões, em finais de 72:Auto da Alma, de Gil Vicente, recriado, e protagonizado por uma inesquecível, então muito jovem, Manuela de Freitas.
Não se lembravaera de pormenores como o dos «bilhetes a 20 escudos», o dos «150 lugares esgotados durante quase meio ano» - obtidos no endereço E. da Companhia. - uma das Maravilhas da Santa Net: «reacender as partes apagadas da Memória»
Dura há quarenta anos, a fazer no 1.º de Maio. Não é «caso senão para brincadeiras, sérias», naturalmente.
Ouver histórias várias, da viva voz do fundador, João Mota, no Curto Tempo do vídeo alojado no endereço do DN: AQUI
Cerca das 12.45. Ilha. V., uma das pequeninas lutadoras do Bloco B, para G: «O feriado amoleceu-me»
Cerca das 18:00. Na placa Central, dominam os bebés de várias das jovens A. do Palácio 1112. Vieram à Inauguração.
I. A., Mestre de Ouriv., senta o Fruto mais recente ao colo da mana, de seis anos. E vá de «abastecer» o «avantajado Infante». E, para a Menina, quase «soterrada» sob tal Volume: «Estás a segurar bem o Mano, não estás?.»
Espreitando, acena que sim, a pequenina Morena.
Começa cedo a «segurar o Universo na sua Órbita» [Memorial do Convento, p.....]
[o que General Z. riu com a «Cena», quando G. lha contou]
Que dizer dos Prog. Esc.? Que são isso mesmo, esc., e que, por isso, «deixam de fora» os melhores entre os melhores que nem os «Programadores» poderão APAGAR;
Neste caso, claro, Francisco de Sá de Miranda, talvez quase tão genial como Camões;
- e G. relembra(-se de) uma extraordinária sequência de aulas de Heitor Gomes Teixeira, a provar o «RIGOR MATEMÁTICO» da poesia de Sá de Miranda;
Alguém chamado Tiago, português que assina Shadul no You Tube, dá a ler Llansol trazendo o seu texto (neste caso o primeiro diário póstumo, Uma Data em Cada Mão. Livro de Horas I) para novas formas de experiência, envolvendo-o simplesmente em sons e cores. O texto vive, e emerge o seu fundo mais fundo:
Alberto Savinio, A cidade das Promessas, 1928, Paris, Galeria Daniel Malingue - reproduzida na página 70 da obra de Eco
cerca das 13:45
INTERVALO. B., a Felina do Bloco A, entra, ladina. Apodera-se do Marcador Azul e «vagueia» pelo Branco Quadrado.
Armado em Cuco, não «aos cucos», G. aproveita [A Qd.a estivera a «fazer listas» no anterior Quadrado.]
Fala-lhe do livro de Eco, resultante da exposição «Vertiges de la liste», em 2009, no Louvre. [Afinal, pretexto para G. começar a tarde, retomando o mesmo.]
O receio de não conseguir dizer tudo não tolhe apenas defronte a uma infinidade de nomes, também o faz defronte a uma infinidade de coisas. A história da literatura está cheia de colecções obssessivas de objectos. Certas vezes, estas colecções são fantásticas, como aquela dos achados que (relata Ariosto) Astolfo encontra na Lua, onde foi recuperar o cérebro de Orlando, outras vezes são inquietantes, como acontece com o elenco de substâncias malignas usadas pelas bruxas de Macbeth, de Shakespeare, por vezes são delirantes de perfumes, como a colecção de flores que Marino descreve no seu Adónis, às vezes são pobres e essenciais, como a recolha de detritos que permite a Robinson Crusoé sobreviver na sua ilha [...] certas vezes são vertiginosamente normais, como a imensa colecção de objectos insignificantes que povoam a gaveta da cozinha de Leopold Bloom no Ulisses, de Joyce, outras ainda são nostalgicamente ternas, mesmo na sua imobilidade digna de um museu, e quase funéreas, como a colecção de instrumentos musicais da qual nos fala Mann, no Doutor Fausto. Por vezes as coisassão simplesmente odores, ou melhor, fedores, como na cidade descrita por Suskind
[sublinhado que está a cor diferente foi acrescentado]
Umberto Eco. A vertigem das listas. 2009, Lisboa. Difel, p. 67
No Corredor Central, Gabriel, o Verdadeiro, cruza-se com o Falso. Começou a primeira Etapa com Barra quase Máxima. Mas vai segurá-la. É um dos «Happy Few» (expressão de Eli).
[tem também a vantagem de já ter congeminado um «Plano B». Arte da Pastelaria]
G: - Descobri que me roubou a Identidade...
G: - Desde Setembro... E já o fiz Personagem por várias vezes - só que já está Apagado. É o Jogo da Casa
David Teixeira nasceu em 1990, em S. Pedro do Sul. Tem um livro pronto a editar, que se intitulará Pródromo. O poema que aqui se transcreve é o primeiro que publica.