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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

«Pequena Europa», na Zmab

[hoje, reabriu o R.,...; dia um pouco menos cálido...; «nem parece Inv.», é o que mais se ouve, diz, na deserta Ald...; 
Pausa em tudo, até nas Leit.; só o «regresso» de M. I. C., com Pequena Europa; vai na p. 38, J.]

quinta-feira, 7 de abril de 2016

«Abaixo o Fasismo» - M. E. C.

[o Outro proclama: «Morte ao F. (com «mais um c»)]

- Este é o título de  Crónica de MEC, no Público, como habitualmente:  DAQUI

Recorte final:
[...] O fasismo é como o envenenamento mais eficaz e indetectável de todos: o lento. O castigo de viver é dividido em prestações aceitáveis em que cada uma promete a eliminação (inteiramente mentirosa) da seguinte."É só uma fase" é uma frase propagandística e nociva para a nossa saúde que significa, prosaicamente "aguenta-te à bronca, minha filha ou meu filho, porque o sofrimento consecutivo é a nossa sina nesta vida de merda em que pensar que podemos fugir-lhe é a droga poderosa que nos mantém, certinhos, no horrendo caminho que nos coube". 
«Abaixo o fasismo», Miguel Esteves Cardoso, Público, 05-04-2016

domingo, 27 de dezembro de 2015

Rugido + «(A Doce Insolência do) Sono dos Velhos» (por M. E. C.)

6.º Dia do 4.º Natal. Cálido, de Chuva nem Sinal...
[reaberto o Café do R., ocupa-se a (habitual) Mesa do Canto...]


Quanto à Crónica de MEC, de ontem, foi lida à Assembleia, que se riu das «idênticas Figuras» que o Menino APN faz...

Recortes:
[...].Dormir sentado é um dos poucos consolos da velhice. Cabecear só é horrendo para quem assiste: para quem está lá dentro é como passear num barquinho à beira-mar, ora subindo, ora descendo as ondas.
       Acorda-se umas dez ou vinte vezes, faz-se um ar espavorido, como quem decididamente não pediu para voltar à realidade, muito obrigado e volta-se a adormecer, hipnotizado pela vingança.
    As sonecas batem-se com crescente violência e prazer. Embala-nos a ausência de angústias de passar por aborrecido, malcriado ou bêbado. A vergonha é um dos traumatismos (e um dos preços mais caros) da juventude. Passa-se e dorme-se melhor sem ela.
[...] Passar pelas brasas é uma doce insolência perante a morte.
Miguel Esteves Cardoso - DAQUI

terça-feira, 10 de junho de 2014

Fecho + «APAGA-APAGA»

- fecha, temporariamente, a Casa de Inverno (o «ALPA») reabre a de Verão (o «Peri»)
- cada vez mais S. «se agarra» a estes Ciclos, para [...] (« e o resto não se diz...) -

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Fecha o «ALPA»

- é Dia de «desbastar» o Campo - apagar, do «ALPA»,  o mais «infeliz ou circunstancial ou ....»

É Tempo de Limpeza; espera-se mais Tempo para Leituras - que, ao longo do Tempo do Paraíso 1213 [com 2.º ano de «Castigo»], foram ainda mais «inviabilizadas»

Para esse Tempo - reabre o «PERI» - a Casa do VERÃO

segunda-feira, 1 de abril de 2013

«Inquietação», José Mário Branco + Naifa + Canal Q

Nova versão de «Inquietação», de José Mário Branco, para os 3 anos do «Canal Q», pela «Naifa»
 

Tratado da Mão, I

[3.ª Estação. Abre amanhã. Vai ser, como sempre, Rápida. Sombras.]
[Exercícios de Aquecimento. Nem por isso.]


Fotografia de MARK BODAMER, Público, 01-04-2013, p. 24, Nicolau Ferreira
(«Usam ferramentas, com que partem nozes ou apanham térmitas. Fazem e desfazem alianças. Matam-se. São altruístas e também se ajudam.»)


 

segunda-feira, 18 de março de 2013

SABÁTICAS

Foto de Nelson Garrido
[frequentemente lhes diz T., quando não sabem «que o Futuro nunca é já ali e que, quando o é, já foi», que:
- têm ainda «seis décadas pela frente»
- «tirem um ano de Sabática, para VIAJAR, conhecer MUNDOS OUTROS (mesmo, ou num Trabalho, ou num VOLUNT»]
[tudo, por ontem ter lido sobre o Motivo, no Público, pp. 10,11 - «Depois do 12.º ano, uma pausa para viajar», artigo de  Graça Barbosa Ribeiro  - AQUI]

[SABÁTICO foi  o «ano mais feliz» de T. - já «fora da Idade» - (ainda que) a viajar só por DENTRO dos livros - os passeios pela Costa não contam - mas com (quase) tudo PAGO - quando os Mestres ainda não eram «Material DESCART.» - foi em 04 - 05 - Ontem, tão Longe]

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Holofernes (Judite)

«Judite decapitando Holofernes», Caravaggio
Recriação, pela pena de Ana Cássio Rebelo - «Ana de Amsterdam» (fechado em 2017?)
- AQUI  (verbete de 11 de fev. de 2013

[não se identifica, naturalmente, a Finalista do Palácio que nunca tinha ouvido falar do Mito - Tadinho do Palácio = «Oficina do Despacho»]

- [quadro reencontrado, num sótão, em Toulouse;
 - artigo de Abril de  2016, no Público;     artigo de Março de 2019, sobre o leilão do mesmo, no DN

domingo, 3 de fevereiro de 2013

A menina que guardou as botas

A menina que ainda guarda as botas que trazia à chegada ao «Paraíso Portugal» tem  cerca de 70 anos,
chama-se  Hannelore Rodrigues Cruz e nunca fez a viagem de regresso à Áustria.
Ver o artigo, já referido em anterior Entrada, AQUI

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Salomé e Judite - temporário (re)encontro

- «não se pode fugir a um» Lucas Cranach (muito menos a dois)»
 - Título que «encima» o Vídeo do Público, sobre o «Encontro» (temporário) entre Salomé e Judite - ambos de Lucas Cranach
 - a primeira, do Museu Nacional de Arte Antiga, a segunda, de visita, emprestada pelo  The Metropolitan Museum of Art.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Paraíso, Autopsicografias

Entre 1947 e 1952, 5500 crianças austríacas foram acolhidas por famílias portuguesas. Fugiam das marcas da II Guerra Mundial: a fome e o frio, o pai que tinha ficado na guerra. “Lá é o paraíso”, diziam-lhes as mães antes da partida. [...]
Reportagem de Cáudia Sobral, no Público, de 24-01 - AQUI

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

sábado, 10 de novembro de 2012

Presente do Indicativo

 Recorte final da Entrada «Presente» de «Horas Extraordinárias», de Maria do Rosário Pedreira:

[...] Os bons escritores – entre eles, Agustina – estarão vivos até depois de mortos; e, mesmo então, terão – parece-me – todo o direito ao presente do indicativo.
 
[batalha frequente no Quadrado]

terça-feira, 15 de maio de 2012

Almada - «COMEÇAR»

Muito brinca G. (com os «1112») com «Começar», de Almada

«Começar, num espaço de tempo onde a Lógica, o Número é,  segundo o Mestre do Futurismo, unânime»

Recorte do documentário «Almada e Tudo», de 1999, de Manuel Varella

[abençoada Santa, que deixa voltar a ouver tais coisas]



segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Eco e Narciso

[para ler e reler, mesmo que se perceba logo ao ler, esta Entrada de «Ela», «a leitora»:            AQUI]              [ou ali ao lado, na lateral barra]

domingo, 25 de setembro de 2011

Miscelânea + Almada

«Miscelânea», é o que este território será, sobrepondo registos e perspetivas.

Passa a «navegar» por  outras paragens - é natural, há uma semana que dezenas de novos (e anteriores) Qd.s «tomaram de assalto a Loja do Mestre G.» (André, não)

É simples.
Tal como os «antecessores», define-se:
- como um «espaço público para uso privado» - diarístico, mas «híbrido ou escorregadio»
- como um «elegante envergonhado» que espera não «embaraçar» ninguém
- COMO um «apaga-apaga»
- afinal, o poema, com esse título, do «único Português Sem Mestre» de que há conhecimento jamais deixará de ser «o Esqueleto» da Casa