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REUTERS/THOMAS PETER «Uma aldeia de onde as pessoas saem, mas nem por isso fica mais vazia» - do Público DAQUI |
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Escola do Paraíso = há que cumprimentar os ESpantalhos
Rápida, a Sombra (nos 100 anos de V. F.)
- pelas 10, passou pela Av. de Roma e trouxe R. a S. - um dos reeditados com a Data Redonda do Nasc. de V. F. ; receava que «fosse Repetição»...;
- consultada a prat. da E. da Sala (a mais «Nobre»...), verificou que não.
- agora há que fazer a Lista das «faltas» (ainda que não se chegue à Completa..., por «opção» (ou por Ora?) e substituir as edições do C. de L. (capa dura, sim, mas letra minúscula...) - quando houver V....
[vai ser Dia de Envelopes]
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Agriculta, a Artista
- 8:20 - no caminho, com A. Pad., jovem Mestre Subst. de G. D., que se declarou «feliz no Paraíso» [ ao fim de uma semana e «picos»]; V. soprou: «sim, é uma «A. O...»
- 10:45 - 12:15 - Susto causado pela «Bela Adormecida» (M. S., do 2.º Bloco) - A. P., assistente oper., A. C. (comp. de Bloco), C. Sapp. e M. J. R. (Mestres), (tb. lívidas), lá a «devolveram ao Mundo dos Sentidos», ao fim de uma Hora...
- 12:25 - Almoço no STP - , com a jovem M. ,Mestre do 4.º Bloco - Pequena Grande M. do Norte ; a conv. derivou para a Horta - cem metros, em S. Ant. da Caparica -, onde diz que «agriculta largos Canteiros com tudo...» [...]
- 12:25 - Almoço no STP - , com a jovem M. ,Mestre do 4.º Bloco - Pequena Grande M. do Norte ; a conv. derivou para a Horta - cem metros, em S. Ant. da Caparica -, onde diz que «agriculta largos Canteiros com tudo...» [...]
Well
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Camões («encontra a Serpente») - José Guimarães
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| DIANA QUINTELA/ GLOBAL IMAGENS |
[V. lembra-se de, no «Estágio» - P. A. V., 9192 - , ter «abusado» das «Autosicografias» Camonianas de José Guimarães [ESTA, por exemplo], naquelas «Actividades FolK» Obrigatórias no Contexto]
[pior foi «abastardar» os LUS., com aquela péssima «BD» brasileira...]
A notícia, do «DN», refere a EXpos. («Exconjurações»),de J. G. (76), em Lisboa, ( desde 2011, aí não...) - DAQUI - Galeria, AQUI
sábado, 23 de janeiro de 2016
jau, aliás António, por Eugénio
[inicia-se nova-velha fase de montagem de Envelopes; como «exercício de aquecimento», (re)leituras por aqui e por ali...]
LAMENTO DE LUÍS DE CAMÕES
NA MORTE DE ANTÓNIO, SEU ESCRAVO
... viveu em tanta pobreza, que se não tivera
um jau chamado António, que da Índia
trouxe, que de noite pedia esmola para o
ajudar a sustentar, não pudera aturar a
vida. Como se viu, tanto que o jau morreu,
não durará ele muitos meses.
Pedro de Mariz
Devias estar aqui rente aos meus lábios
para dividir contigo esta amargura
dos meus dias partidos um a um
- eu vi a terra limpa no teu rosto,
só no teu rosto e nunca em mais nenhum
27-12-79
Eugénio de Andrade, Homenagens e outros epitáfios (1.ª ed.: 1974); transcrito da p. 242 de Poesia (reunida), 2.ª ed., 2005
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Porta Aberta Ou «Flagrante» do Ser Português, Hoje
Porta Aberta - até às 14 e 30
[com Didasc. e tudo...] a dado passo,
UMA: "diz que vai abrir um Cabeleireiro" [...]
OUTRA: "o teu pai é Cab.?"
UMA: "não, tem cinco sapatarias, uma bomba de gasolina e..." [não se percebeu o resto...]
OUTRA: "então, o teu pai é rico..." [...]
UMA: "agora; o dinheiro não pode sair de Angola" [...]
OUTRAS:[...]
UMA: [...]" com a minha Madrasta [expressão que se omite] está a construir uma nova casa" [...] ; [vai pelo corredor fora, «saracoteando-se»] "Lá seria rica, aqui..." [não audível, o resto]
FIM
No chão do corredor, grupo de 1.º Bloco, (com a habitual «frescura pré-carnavalesca...») «debica» (coisas «decoradas») sobre a F. de I. P., de G. V.
[com Didasc. e tudo...] a dado passo,
UMA: - "o meu pai, ontem, telefonou-me, para" [...] "e a querer saber de mim, vejam lá" [risinho e pausa]
OUTRAS: [...]UMA: "diz que vai abrir um Cabeleireiro" [...]
OUTRA: "o teu pai é Cab.?"
UMA: "não, tem cinco sapatarias, uma bomba de gasolina e..." [não se percebeu o resto...]
OUTRA: "então, o teu pai é rico..." [...]
UMA: "agora; o dinheiro não pode sair de Angola" [...]
OUTRAS:[...]
UMA: [...]" com a minha Madrasta [expressão que se omite] está a construir uma nova casa" [...] ; [vai pelo corredor fora, «saracoteando-se»] "Lá seria rica, aqui..." [não audível, o resto]
FIM
MAPA DE ONTEM
cerca das 13; à esquina da Augusta com o Rossio -
- estava junto à caixa do MULTI, com dois jovens*...; S. [...], Grande Leitora, já então, de 1.º (e agitado) Bloco [...]; depois foi o Paraíso Content. (que a própria referiu como «turbulento»...) , o curso no Porto [...]
- está com 23; Cenógrafa, disse que "vinha do D. Maria, onde está a trabalhar", mas "não diretamente", frisou
[foi um reencontro muito (...) e «o resto não se diz...»]
- estava junto à caixa do MULTI, com dois jovens*...; S. [...], Grande Leitora, já então, de 1.º (e agitado) Bloco [...]; depois foi o Paraíso Content. (que a própria referiu como «turbulento»...) , o curso no Porto [...]
- quando V. relembrou que "era uma das que não esquecem, porque" [...] respondeu [...]
- perguntou "se V. se lembrava do livro de Vergílio Ferreira que ela lera, apresentara" [...]; V. aproveitou para lhe mostrar a aquis. que acabara de fazer na FNC e tentou «relançá-la» para outras [...] de V. F. (cem anos de N., a 28...)
- foi rápido, porque os * já lá iam, ao fundo da Augusta
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
MAPA DO DIA
[foi ontem, mas passa a ser como se tivesse sido Hoje...]
8: 15: «intercepção» de C. A., para falar das Gravuras do pai, D. A. (falecido, com 69, em 15), reproduzidas em Com que pena (de Alegre, de 92);
8: 15: «intercepção» de C. A., para falar das Gravuras do pai, D. A. (falecido, com 69, em 15), reproduzidas em Com que pena (de Alegre, de 92);
- e «a mais nova de três irmãs» discorreu sobre a «empreitada» do Destino a dar ao vastíssimo Espólio e Biblioteca paternos... [pois]
[quanto a V., relembrou a visita que fez ao At. de D. A., por volta de 00, com a Arq. A. A., para adquirir a «delicadeza» para Mestre F. R., que «acolhera» o Princeso em G. D....]
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
RUGIDO - MAPA DO DIA
[Na Past., cerca das 9 e 45]
- ao lado, dois V., desconhecidos de V.[...]; um evoca «aventuras de Infância», como, por ex., «travessias do Mira, na Casa Branca»; depois,entrega Cartão com [...] ao outro, que fala do Livro que já publicou (270 pp., S. Teot. de outros Tempos...); mais tarde, o primeiro diz que "tem tudo Arquivado, mas que não tem paciência para..."; despedem-se desejando-se mutuamente «não partir Antes...» [...]
- a caminho da Farmácia, Cortina de Água, finalmente;
Dr. (para a Pequena...): "faz lembrar quando estamos em Phnom Pen (...)"
V.: [...]
Dr: (faz várias referências a Pol Pot, aos regimes, ao rei, ao 1.º Min. - «quase Rei» - ao «Parlamento que não o é»...)
V.: "há um filme, com a amizade entre..." (Terra Sangrenta, de Roland Joffe...) [...]
DR.: "ela tinha sete irmãos; todos fugiram, nessa altura..."
[a Pequena vai confirmando, no seu péssimo português...; é Cambojana, e não Indon., como V. e a General «alvitravam»]
Well
domingo, 27 de dezembro de 2015
Rugido + «(A Doce Insolência do) Sono dos Velhos» (por M. E. C.)
6.º Dia do 4.º Natal. Cálido, de Chuva nem Sinal...
[reaberto o Café do R., ocupa-se a (habitual) Mesa do Canto...]
Recortes:
[reaberto o Café do R., ocupa-se a (habitual) Mesa do Canto...]
Quanto à Crónica de MEC, de ontem, foi lida à Assembleia, que se riu das «idênticas Figuras» que o Menino APN faz...
Recortes:
[...].Dormir sentado é um dos poucos consolos da velhice. Cabecear só é horrendo para quem assiste: para quem está lá dentro é como passear num barquinho à beira-mar, ora subindo, ora descendo as ondas.
Acorda-se umas dez ou vinte vezes, faz-se um ar espavorido, como quem decididamente não pediu para voltar à realidade, muito obrigado e volta-se a adormecer, hipnotizado pela vingança.
As sonecas batem-se com crescente violência e prazer. Embala-nos a ausência de angústias de passar por aborrecido, malcriado ou bêbado. A vergonha é um dos traumatismos (e um dos preços mais caros) da juventude. Passa-se e dorme-se melhor sem ela.
[...] Passar pelas brasas é uma doce insolência perante a morte.
Miguel Esteves Cardoso - DAQUI
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
O vendedor de livros (usados)
Domingo. Chiado. Rua Anchieta. Repete a feira de Sábado, por ser Natal.
Cerca das 10 e 30. Vendedor ainda jovem. Não Gordo. Calvo. Barba por fazer. Em estado «Vermelhusco».
V.: (apontando) "saído há tão pouco tempo e já está aqui? e por este preço?" (baixo, o preço)
Vend.: "o crítico não gostou e vendeu-mo logo"
V.: "ai, é assim? ai, ele é isso?" (qual o crítico, inquirido, não o revelou)
Vend.: "é a vida" (manuseia-o) "eu também já o li e não gostei"
V.: "porquê?"
Vend.:"não sei, não gostei"
(na continuação da conversa irá afirmar que o "viu na diagonal"...)
MORAL: «já não há vendedores como...»
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
«Pequena Árvore»
Quem, a propósito de Narrativa de A. Lobo Antunes, fala de «Árvore Bibliográfica», é A. Eus - AQUI....]
- Nos Qd.s Nat., V. listou 4 Ramos, «recentes», de uma (possível) Árvore...:- Lilias Fraser (2001), de Hélia Correia (também por Blimunda «reaparecida» no último cap....)
- Myra (2008), de Maria Velho da Costa;
- Meninas (2014) , de Maria Teresa Horta;
- O Inventário do Pó (Maio, 2015) , de Joana Bértholo (que foi - é, será, voltará a ser? - da Casa)
- [Resultados a Haver...]
MAPA DO DIA ou «Nascido antes da [...]»
[dia de Dez., com temp. de PRIM...; ontem fez anos o Pai Velho]
[a dado momento de um dos «CDT.s» da manhã, V, , pensando, sentiu-se feliz por ter nascido quatro décadas antes da Ditadura dos COMP...]
[a dado momento de um dos «CDT.s» da manhã, V, , pensando, sentiu-se feliz por ter nascido quatro décadas antes da Ditadura dos COMP...]
Acompanhamento:
- Hotel, de Paulo Varela Gomes;
- Caviar é uma Ova, de Gregorio Duvivier (que interessou Mestre J. J. - de D. de C., - à esq. de V. sentado...) - (uma das Narrat. lida por Campilho - AQUI)
8:30 às 10:00:
«sem história» - excepto o I Cap. da «Confusão entre Púb. e Priv.*....»
10:30 às 12: 15:
II Cap.* - «A história da Invasão do Espaço (Aberto) do Outro» OU «Quem anda à Chuva molha-se» OU «A (Santa) Internet é uma escola de ódio» (nem a propósito: Duvivier, Caviar é uma ova, p. 183)
14:30 às 20:30 - (Ufff!) - duríssimo; pois, com A.C. + J. O. + A. F. + I. M. + C. R. ! - A. C. chamou B. a todos os restantes - Viva! - uma Lição de «ContraArgument.»....
domingo, 13 de dezembro de 2015
Tratado da Mão («as Mãos do Escultor«)
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| Fotografia de David Clifford - de uma série de 22 - «Uma viagem pela obra de Rui Chafes - da Casa do Público |
As mãos do escultor (20
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
O irmão de J. - «Ex - AA»
[o Apelido L. (com duplo «s») vem do avô, o médico e cientista A. L., que adoptou o pai... (outras histórias...) ]
- V. avistou-o «de perfil», junto à Máq. do Café - e identificou-o «logo» como irmão de J. (0910 e 1112?) [...]
- é F., cinco anos mais novo, mais leve ou de «menor envergadura» do que J. (que já concluiu a Licenc.) - está no mesmo C. (D. de Com.) - na «2.ª Etapa (como é que V. só agora o «encontrou»?)
- Velho, está V.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
«Escola do Paraíso»
- 8 e 20 - a caminho da [...], com a companhia de T. B., M. de H. da C. e das A.[...]
- [...] «então, T., vieste para ficar?»
- «sim, vai ser até ao Fim.»
- [...] na «Escola do Paraíso»...
- [???]
- «só conheço duas. Esta e a de Miguéis...»
- [???]
- [...] a do Romance de Miguéis [...]
[referências várias; prometeu ir ler; V. pensa que o fará, atendendo aos rumos seguidos pela conversa...]
Está ganho, o Dia
[Janeiro, 6, 8 e 25, no mesmo local: T. B. informa que o leu de «fio a pavio», isto é, sem parar, em cerca de 16 (de 24) horas e que se ... («e o resto não se diz»; aleluia]
[Janeiro, 6, 8 e 25, no mesmo local: T. B. informa que o leu de «fio a pavio», isto é, sem parar, em cerca de 16 (de 24) horas e que se ... («e o resto não se diz»; aleluia]
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
«Que Nome é o Seu?» - [em época de Envelopes]
[é a «fase aguda» dos Envelopes - que antecede a «Liberdade Provisória» da 1.ª Estação de 1516 (...) - vai-se redescobrindo «aqueles excertos» (...)]
«[...] Marta Maria ainda soluçava de mansinho, Minha Mãe, esta é a minha mulher, o nome dela é Blimunda de Jesus.
Deveria isto bastar, dizer de alguém como se chama e esperar o resto da vida para saber quem é, se alguma vez o saberemos, pois ser não é ter sido, ter sido não é será, mas outro é o costume, quem foram os seus pais, onde nasceu, que idade tem, e com isto se pensa ficar a saber mais, e às vezes tudo.»
José Saramago, Memorial do Convento, 51.ª ed., Caminho, p. 138
domingo, 22 de novembro de 2015
A Luz que os fez ficar...
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- a propósito da EXP. [«O Círculo DElaunay»] no CAM, artigo de Lucinda Canelas sobre Sonia e Roberto, o «Simultaneísmo», as relações, sobretudo com Almada e Viana [...]
- No Público, de hoje
[«Marché au Minho», Sonia Delaunay, c. de 1915]
sábado, 21 de novembro de 2015
Cegueira (Ensaio sobre) - (A arquitetura do)
(pelos 20 anos da public.) - Roteiro da construção do Romance, pelo Diário («Cadernos de Lanz.«) - e por recortes de textos públicos - disponibilizado pela F. J. S. e pela Editora:
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Mapa do Dia - com Final «EX-AA»
- 9 e 15 - FIN - Av. G. R. - IMI
- com a INFORM. «aos soluços» - [...] a «carimbadela» do «antigamente»...
- 10 e 15 - Banif - Fecho de [...] - o Ger., o sr. Pedro, relembrou que «veio para a Alm. Reis em Maio de 1991... [...]»
- 10 e 30 às 12 - «EStádio ROMA» - 4 «Rabos de Cavalo, «iguais» - UNIV, ...?
- UMa: «... aqueles rest. em que as Gorj, vão para a mesma Caixa...; [...]» [o resto adivinha-se...]
- mais tarde, para um «AMIgalhaço», entret. chegado: «queres vir ao «meu» restaur..? [...] pratos a 12 E. [...] - mais a GOrj. [...]para mim[...]» [...] percebe-se que trabalha há pouco «num Goês»
[«Gente Fina»]
- das 20 e 30 às 23 e 45 - do Chiado ao Carmo [...]
- a partir das 22 e 30, dois Grupos [...] - cá fora, um, de três FUM.: «[...] posso apresentar-te à minha prima, que é Segurança da mulher do C. [...]»
[C., de «Cabide da Rua Augusta», para a General Z....]
[C., de «Cabide da Rua Augusta», para a General Z....]
- à esq. da R. Ivens, SEL, + 2 «Ex-AA» - SEL, de 1.º Bloco de 1011, finalmente em ESCUL, após [...] em 1213 e 1314 - «fininha», ainda, «contentinha»...
Aleluia
domingo, 8 de novembro de 2015
Carta da Escócia
C. L. - Tranquila FIN. de há dois anos - já referida em várias E. - «arrisca» tornar-se Corresp. REgular do [...] V. - Recortes, então, da Missiva de 28-10:
[...].A Escócia tem realmente um clima horroroso, ainda por cima agora começa a anoitecer mais cedo. Lá para as três da tarde o sol já começa a cair, [...]
A escola é a School of Textiles and Design, que pertence à Heriot-Watt University. A Universidade é em Edimburgo, mas, infelizmente, o meu campus fica em Galashiels, uma cidade muito pequena, por isso acaba por ser um sítio isolado. Mas, ao contrário de [...], o ensino compensa todas essas adversidades.
[...] As leituras andam fracas, falta tempo... Acabei a Odisseia e ando a tentar ler a Jane Austen, [...]
sábado, 7 de novembro de 2015
Tratado da Mão
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| «Reciclagem», de Victor Ribeiro - DAQUI |
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
«30 andares (se o prédio tivesse») - Duvivier («Caviar é uma ova») - por Campilho (Matilde)
[18:20 - pausa nos Envelopes - e que agradável - [«em fundo, «Ai Portugal, Portugal / De que é que tu estás à espera...» - Sérgio + Palma - AQUI]
Matilde Campilho lê narrativa «SE o prédio tivesse...", do livro de Gregorio Duvivier - Caviar é uma ova - ora lançado - na Casa do Público - «autovideopsicografado» por Mariana Soares
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
R. P. P. - MAPA DO DIA
Ontem, a partir das 18:30, R. P. P. regressou ao Paraíso - de onde não há muito «se foi embora...» - para apresentar o seu mais recente Filho.
No disc. de agradec., disse que «o Paraíso (também) era Paradoxal...»
POis.
Foi Bonita a Festa, sim.
[Então Aquela Voz... de P. D....]
No disc. de agradec., disse que «o Paraíso (também) era Paradoxal...»
POis.
Foi Bonita a Festa, sim.
[Então Aquela Voz... de P. D....]
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
«à vassourada» [ou «o novo Homem Securitas, parte 2»]
[tudo com uma «hora de avanço» - o despert. marcava 5.30, mas viu 6:30...]
N., 23 Primav. - o «novo Homem Securitas» - fez uma autobiografia sumária:
-diz-se «natural de uma aldeia perto de Pombal»; da mãe, M. da C., diz que «desconhece a idade, que a Senhora não a revela» (???) que «trabalha desde sempre numa fábrica de Sanit.; que «agriculta alguns, pequenos terrenos, ao f. de s.»; 4 filhos (menina + 3, dois gémeos, os últimos); Pai [...]; «vassouras partidas nos Lombos dos Meninos, muitas»
[diz-se «agradecido por...»] - [e o «resto não se diz...»
N., 23 Primav. - o «novo Homem Securitas» - fez uma autobiografia sumária:
-diz-se «natural de uma aldeia perto de Pombal»; da mãe, M. da C., diz que «desconhece a idade, que a Senhora não a revela» (???) que «trabalha desde sempre numa fábrica de Sanit.; que «agriculta alguns, pequenos terrenos, ao f. de s.»; 4 filhos (menina + 3, dois gémeos, os últimos); Pai [...]; «vassouras partidas nos Lombos dos Meninos, muitas»
[diz-se «agradecido por...»] - [e o «resto não se diz...»
[dizia-se, por S. Paulo, quando D. era M.: «só se perdem as que caem no Chão»]
[começou bem, o dia...]
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Autopsicografia - Pessoa - de Costa Pinheiro
Das múltiplas «Autopsicografias» que Costa Pinheiro realizou, «Fernando Pessoa Heterónimo», de 1978, será das mais conhecidas...
Partiu o homem (na sexta, aos 82 - notícia AQUI, por exemplo, fica a Obra do Pintor, «em diálogo com a do Escritor»:
Recorte:
“O Pessoa de Costa Pinheiro não é o de Almada Negreiros e não é uma imagem ilustrativa. Ela faz uma compreensão filosófica dos heterónimos do escritor antes das leituras de José Gil e de Eduardo Lourenço. Mas fê-la com a pintura, com as telas”.
«Anti-Saramago»
- [I. A., do 4.º Bloco]
- Menos 2 ou 3 anos, Frescos, naqueles Quadrados, já com vários «Carunchos», faz cá uma Diferença... [que não «engana» V....]
- Menos 2 ou 3 anos, Frescos, naqueles Quadrados, já com vários «Carunchos», faz cá uma Diferença... [que não «engana» V....]
- A conversa começou com a prof. do Pai [...]; depois com a da Mãe - já falecida
- «Foi prof. na Fac. de Letras [...]; Doutoramento na área da Literatura Medieval [...]
- Então, a M. deve ter «herdado» cá uma Biblioteca...
- [...] bem andei à procura do «M. do C.»... não o encontrei [...]
- [...] [????]
- «o meu pai disse que a minha Mãe não gostava de...»
Well
Carta da Escócia
C. L. - Final. de D. T., de 2013, e Qd.a de «múltiplos talentos»... - após um ano «albicastrense» - rumou à Escócia [há cerca de um ano - AQUI + AQUI]
Recorte do «Emel»:
[...] muita chuva, muito trabalho mas, sem dúvida, muito mais feliz! [...] instalações maravilhosas [...]
Recorte do «Emel»:
[...] muita chuva, muito trabalho mas, sem dúvida, muito mais feliz! [...] instalações maravilhosas [...]
É incrível também o quão bem as coisas funcionam aqui, é tudo organizado e pensado, [...]
E o «resto não se diz...»
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
«O poema ensina a cair» - Luiza Neto Jorge
Interpretado por Catarina Furtado, na série «Voz», disponível na «Casa Ensina», da RTP - AQUI
[transcrição do texto confirmada na p. 143 da 2.ª ed. (de 2001, da Assírio & Alvim) da poesia (1960 - 1989), de L. N. J. (reunida em 1993) - uma «pequena alteração», só]
[transcrição do texto confirmada na p. 143 da 2.ª ed. (de 2001, da Assírio & Alvim) da poesia (1960 - 1989), de L. N. J. (reunida em 1993) - uma «pequena alteração», só]
sábado, 3 de outubro de 2015
«O poema ensina a cair»
Foi uma série - de 2014, Agosto a 2015, Junho - do Expresso - «42 Vozes Poéticas» - que a Si ou a Outras se liam - «conjunto» muito diverso e «amplificado»...
- que voltam a ser disponibilizadas, na sua totalidade [...]
- que voltam a ser disponibilizadas, na sua totalidade [...]
Recorte inicial:
Este é um documento único, de conversas e leituras com 42 poetas contemporâneos portugueses. Alguns são jovens da geração de 70, outros são mais velhos e começaram a dar cartas na poesia portuguesa na segunda metade do século passado. Eis a a compilação, aberta a todos os leitores, da primeira temporada d' O Poema Ensina a Cair, [...] AQUI
[Quanto a «O poema ensina a cair», relembre-se que é título e 1.º verso de um poema de Luiza Neto Jorge]
[Quanto a «O poema ensina a cair», relembre-se que é título e 1.º verso de um poema de Luiza Neto Jorge]
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
«Pessoa é um espelho partido» + »Não sei o que o amanhã trará»
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«Não sei o que amanhã trará» - espectáculo de Marionetas [...] - " que aborda" “o universo infinito de Fernando Pessoa”, [...] - explicou o encenador:“Pessoa é um espelho partido. Aqui estão apenas alguns estilhaços. [...] DAQUI
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quinta-feira, 24 de setembro de 2015
M.
- neste quarto dia de Palácio 1516, pelas 12:50, no «pós-prandial», V. depara-se com M. (filho de ......)
- um dos mais brilhantes discípulos de S. M. - Qd.o de «máximas» [nunca tendo sido disc. de D.] trouxe nota mínima do «639» (certamente em 0809...), então Motivo para indignação «generalizada»...
- Mestre da sua Área (CIN), pela 1.ª vez no Paraíso 1516 (tão jovem que ainda é...), «lado a lado» com S.M. ... - é a Renovação (Etária e não só...)
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Fecho [+ Mapa do Dia]
- C. foi ao «Palácio pré-1516», buscar o «639» - [... ]
- M. App. deixou uma das suas «Autopsicografias» - pequena surpresa do Dia
- Fecha o «Alpa» (Casa de Inverno) e (re)abre o «Peri» (Cave do Verão)...
- M. App. deixou uma das suas «Autopsicografias» - pequena surpresa do Dia
- Fecha o «Alpa» (Casa de Inverno) e (re)abre o «Peri» (Cave do Verão)...
quinta-feira, 11 de junho de 2015
MAPA DO DIA
Paraíso 1415, 319, 17:30 às 19 [OU FIM]
- a modalidade «TIRA-DÚVIDAS» (Unid. a Unid...) - tipo «Última Hora» - [- «Se não sabe, por que é que pergunta?, João dos Santos] «redundou» na «Cena» do Costume:
- «podia fazer um Apanhado Geral da Matéria»?
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Cem dias
«Cem dias de Silêncio» ... - aí estão
[de «Solidão», seriam Cem anos...]
[de «Solidão», seriam Cem anos...]
- no CdT do 2.º Bloco estará D. e não C.
- em setembro, regressa a «...»...
[até lá, cem dias de «Liberdade Provisória»...]
«Toda despedida é uma Morte...» - Campos, por Zenith
[os últimos Quadrados do Paraíso 1415 foram ontem - ALELUIA - sem Despedidas]
- FINAL., a maioria «vai fazer-se à Vida», como diz o Povo - alguns, saudosos, virão de Visita...]
- FINAL., a maioria «vai fazer-se à Vida», como diz o Povo - alguns, saudosos, virão de Visita...]
[Visitar a Casa onde Nasceu é o que C. pensa fazer, há Décadas...; será neste V.?]
[...]
Toda despedida é uma morte...
Sim, toda despedida é uma morte.
Nós, no comboio a que chamamos a vida
Somos todos casuais uns para os outros,
E temos todos pena quando por fim desembarcamos.
[...]
Os versos são do poema, de Campos, de Incipit «Saí do comboio,»
Lido e comentado por Richard Zenith, numa das Casas do Público, em janeiro de 2013 - [já ref. no Aapalav.]:
AQUI
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Cavalos brancos (Lenda dos) - Manuel Alegre
Bairro Ocidental = Sentimento dum (Novo) Ocidental ?
- Deste livro de Manuel Alegre, de 2015 - já lido - um poema muito referido será «Resgate» - que pode ser ouvido na voz de Luís Gaspar, no seu «persistente» Estúdio Raposa
- Deste livro de Manuel Alegre, de 2015 - já lido - um poema muito referido será «Resgate» - que pode ser ouvido na voz de Luís Gaspar, no seu «persistente» Estúdio Raposa
- transcreve-se outro [...]
LENDA DOS CAVALOS BRANCOS
Cavalos brancos me levaram
por ti por mim se perderam
e nunca te encontraram
e nunca me trouxeram.
Noite a noite galoparam
noite a noite me perdi
cavalos brancos me levaram
sem nunca sair de aqui.
Desertos lagos de sal
vales e montes atravessaram
ilhas azuis de coral
cavalos brancos me levaram.
Por sobre as águas passaram
sobre a espuma e a areia ardente
e nunca chegaram
ao país ausente
Um era acaso outro vento
galoparam além de mim
cavalos brancos de dentro
com eles fui e não vim.
Sempre de mim para ti
nunca nunca te encontraram
noite a noite me perdi
cavalos brancos me levaram.
Manuel Alegre, Bairro Ocidental, 2015 (Maio), D. Quixote, pp. 31, 32
sexta-feira, 22 de maio de 2015
Blimunda e Lilias, I - «Que nome tem vossemecê?» - (Hélia Correia)
- Lilias Fraser, tb. Peres, tb. MacLean...
- antes da última «Ronda» de Envelopes, C. retomou, na p. 140, a leitura há um ano interrompida - agora sem o «respaldo» da Força Jovem de Sempre Sorrisos - que por aí andará a «desbravar» caminhos univ....;
- e lá «alcançou» Blimunda, a cerca de quatro páginas do final (XVIII cap.):
Recorte(s): [sublinhados acrescentados]
A mulher riu. Tinha um tão claro riso que Lilias julgou, por um momento, achar-se rodeada de crianças. No entanto, apesar do seu cabelo, ainda muito escuro, e do seu rosto, liso e moreno, onde brilhava a leve sugestão de emulsões orientais, vinha dela uma esplêndida velhice. Atravessara o tempo e convencera-o a separar-se dela para sempre. Olhava para Lilias com firmeza, como quem dá o último retoque numa obra que honrou a expectativa.
O quarto era pequeno e abafado, de tectos muito baixos, em abóbada. A luz esvoaçava entre as paredes, desenhando arabescos com as asas. Lilias soerguera-se do enxergão, levantada pelos olhos da mulher. [...]
A mulher disse:
- Comes e descansas, porque essa fuga não acaba aqui.
E levantou-se. Usava trapos grossos e sobrepostos. Isso não lhe dava o ar de uma mendiga. Olhava o lume. Lilias viu o sinal manchar-lhe a face, que era a face direita, a do poder.
- Como te chamas?
- Lilias Fraser, madam.
A mulher acercou-se novamente. A sua voz cantada enchia o ar como se ressoasse numa igreja. «Perdeste muito sangue. Amanhã vejo se a criança está viva na barriga.»
Lilias extinguia dentro de si mesma a vigilância de que precisara para fazer o caminho até ali. E aquela fraqueza que a tomava, em vez de a assustar, trazia o embalo da sua infância ao colo de Margaret. «Que nome tem vossemecê?»
- Blimunda - disse a mulher - Blimunda Sete-Luas.
- É um bonito nome - disse Lilias. Quis pegar-lhe na mão, porém Blimunda já não estava a seu lado. O próprio fogo se tornara invisível, devagar. [...]
A mulher disse:
- Comes e descansas, porque essa fuga não acaba aqui.
E levantou-se. Usava trapos grossos e sobrepostos. Isso não lhe dava o ar de uma mendiga. Olhava o lume. Lilias viu o sinal manchar-lhe a face, que era a face direita, a do poder.
- Como te chamas?
- Lilias Fraser, madam.
A mulher acercou-se novamente. A sua voz cantada enchia o ar como se ressoasse numa igreja. «Perdeste muito sangue. Amanhã vejo se a criança está viva na barriga.»
Lilias extinguia dentro de si mesma a vigilância de que precisara para fazer o caminho até ali. E aquela fraqueza que a tomava, em vez de a assustar, trazia o embalo da sua infância ao colo de Margaret. «Que nome tem vossemecê?»
- Blimunda - disse a mulher - Blimunda Sete-Luas.
- É um bonito nome - disse Lilias. Quis pegar-lhe na mão, porém Blimunda já não estava a seu lado. O próprio fogo se tornara invisível, devagar. [...]
Hélia Correia, Lilias Fraser (2001), 2.ª ed., Relógio D'Água, 2002, pp. 279, 280
domingo, 17 de maio de 2015
Cantar de Amigo - Ana Luísa Amaral
[para M. M. M. (A.), que se «encantou» com o Género, criando uma Jóia «para» C. de A. de D. Dinis, de «Incipit» " - Amigo querede-vos ir"
Revisitação do Género em poema do recente livro de Ana Luísa Amaral, que «dialoga» com o mais «conhecido» texto do «Cancioneiro Dionisíaco»... -
[Transcrito incompleto]
PEQUENO CANTO DO AMIGO
Ay mar, ay mar tão escuro e fundo,
se sabeis novas do meu amigo,
ai mar e u é?
Sem novas, minha amiga,
que o mar desta cantiga
é onde o vosso amigo:
Ay tempo, ay tempo tão sustido,
se parastes ao ver o meu amigo,
ai tempo e u é?
Sem novas, minha amiga,
que o mar desta cantiga
é onde o vosso amigo:
Ay canto, ay canto tão parado,
deixai-me pelo menos
ficar do meu amigo
algo lembrado
[...]
Ana Luísa Amaral, E Todavia, 1.ª ed., Assírio & Alvim, 2015 (Abril), pp. 49, 50
terça-feira, 12 de maio de 2015
Livrónicos
[em 95, na P. da P., C., então D., foi a Salzburgo - F. de S. «alargado», como prémio «ganho» no Concurso «....» (não se lembra do nome...) + M. L. C. ...
+ A. C. (e a irmã), então uma jovem licenciada...]
[um pouco antes de 05, durante o M., reencontrou-a, na Fac. de L. - já como Prof. Univ., Lit. Medieval...]
[agora, em 15, A. C. surge «à frente» da «Bibliotrónica» - Plat. onde são «alojados» «Livrónicos» ... AQUI
Mapa da manhã
[«Verão em pleno Maio»; dia em que o 3.º Bloco foi para C. Branco...; logo, com mais tempo..., C. passou pela Bert., para «reservar» os P. C., de H. H., a sair na sexta...; «Mexicana» fechada...; na «R. D». (na J. XXI), um dos sócios informa que foi «tomada» pela Carc.; ... quanto à «N. L.», em Alvalade, foi «Insolvência»...]
Well
terça-feira, 28 de abril de 2015
Desconhecida («Ex-AA»)
[manhã: localizada a «pequena» J. J., filha de A. Isa. Per. - colega da FAC, num dos Bl. de J. P.]
- pelas 13 e 30 [enquanto o 1.º Bloco se ocupava do «M. do C.»...], apareceu no topo da escada junto ao Quad. 502; «Colorida», magreza que disfarçava bem a Idade, com um capacete na mão... Romagem de Saud...]
- disse que: «fora Qd.a no início da década de 80»; «frequentara «CER e MET» (A.s do Fogo?); «é professora, da área, no Superior»; «os filhos não tinham seguido A...»; «viera buscar um CERT. (???)...
- foi curta a conversa, pá...
- pelas 13 e 30 [enquanto o 1.º Bloco se ocupava do «M. do C.»...], apareceu no topo da escada junto ao Quad. 502; «Colorida», magreza que disfarçava bem a Idade, com um capacete na mão... Romagem de Saud...]
- disse que: «fora Qd.a no início da década de 80»; «frequentara «CER e MET» (A.s do Fogo?); «é professora, da área, no Superior»; «os filhos não tinham seguido A...»; «viera buscar um CERT. (???)...
- foi curta a conversa, pá...
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Mapa da Tarde
- Em final de tarde quente (demasiado, para a época) cumpriu-se a tradicional Visita ao Chão (coberto de Mato) de General Z.
- Silêncio. Secura, já Extrema. Canto do Pássaro e do Vento.
- Desta vez, dando boleia ao
sr. A. (92, o da «raizinha») e à dona S. (86) (referenciados em agosto de 2013)
- Deu para «cansar»
Well
- Silêncio. Secura, já Extrema. Canto do Pássaro e do Vento.
- Desta vez, dando boleia ao
sr. A. (92, o da «raizinha») e à dona S. (86) (referenciados em agosto de 2013)
- Deu para «cansar»
Well
terça-feira, 31 de março de 2015
Eça, por Campilho (Matilde)
REcorte de O Mandarim, lido por Matilde Campilho - (livraria Cultura, «Minha Língua minha Pátria»)
via Casa do Público
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