sábado, 15 de novembro de 2014

«Sophia» (Mar de) + Ana Seara

[ Ana Seara compôs uma peça musical, de 8 minutos, «para» este poema de Sophia]
- no YT, «carregado» pelo «P3» (sup. do Público)

[também «amanhã», vista nas televisões]

FUNDO DO MAR

No fundo do mar há brancos pavores,
Onde as plantas são animais
E os animais são flores.

Mundo silencioso que não atinge
A agitação das ondas.
Abrem-se rindo conchas redondas,
Baloiça o cavalo-marinho.
Um polvo avança
No desalinho
Dos seus mil braços,
Uma flor dança,
Sem ruído vibram os espaços.

Sobre a areia o tempo poisa
Leve como um lenço.

Mas por mais bela que seja cada coisa
Tem um monstro em si suspenso.

 Sophia de Mello Breyner  Andresen, Poesia I, 1944 – transcrito da Obra Poética I, 5.ª ed., 1999, Caminho, p. 50

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Kely Barboza + Tancredo Ferrari (MAPA DO DIA)

[que Nomes!]

António Pedro. Cerca das 10.

Estão «porta com porta», onde, em tempos, eram (2 das) Lojas do Sr. Domin. - Madeiras, pois -  (tem a neta num 2.º Bloco do Paraíso 1415...)
- C. «apostou» com a General Z. [pois, pois,  deu   motivo para Conversa...] «quanto tempo se irão aguentar ...»
[pois, que estes cab. br. abrem (e fecham) (quase) «num abrir e fechar de olhos»...]
- [continuam abertos, a 2 de outubro de 2016 - Aleluia]

«A queda» (sobre) [«pensar - sentir»] - Gonçalo M. Tavares

[nos intervalos do último Envelope, já dá para voltar a Ler...]

Recortes da «Crónica», de hoje, de Gonçalo M. Tavares:

[...]
2.
Em que sítio do corpo se sabe? Saber é algo que vem do cérebro (vem-vai) - mas também do calor, do frio e da dor.
Saber a partir do impacto: um corpo forte vem contra o nosso corpo forte e ensina-nos . Aprender pela queda e pelo salto. Pelo salto vejo, pela queda sinto.  [...]
(Rastejar como forma de se pôr ao nível do chão, queda como o ato do mundo que nos coloca ao nível do chão. [...])
E de qualquer maneira isto: caio para me aproximar das coisas. Cair como método científico, correr andar saltar e cair.
Caio como quem vê pelo microscópio, caio como método de análise, caio para ver mais de perto, caio para ver de outro ponto de vista. Caio porque quero entender.
[...]
 
Gonçalo M. Tavares, «Sobre a Queda», Visão, n.º 1132, 13 a 19 - 11 - 2014, p. 10

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Ricardo Reis + Lídia + CNB

Foto de Rodrigo de Souza + recortes da «Info» da Casa do Diário de Notícias:
São treze bailarinas dançando em movimentos geométricos e sincronizados. Os corpos habituados à rigidez dos movimentos do ballet clássico resistem a fluidez poética do ballet contemporâneo trazida por Paulo Ribeiro. [...]. E assim vai nascendo 'Lídia', o novo espetáculo da CNB para comemorar os cem anos da revista 'Orfeu' [...]
Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio/Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos/Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas./(Enlacemos as mãos.) Assim começa o poema de Ricardo Reis que serviu de mote para a construção desta peça criada em parceria pelo coreógrafo Paulo Ribeiro e o compositor Luís Tinoco: [...]

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

SMT + MAPA DO DIA

[enquanto  General Z. [...], das 10  às 11, C. percorreu a Outonal Avenida -  «inventariando» mudanças [...] [na «Prada», impec. «fardada» de Negro, «Pat.» [a menina do anúncio da P. R. P....], com «perto de 40», ainda muito B. - do Bloco de T. A. - 92 - 93

- lá foi até à «SMT», - esquina da R. S. com a B. S. - fevereiro de 75 a abril de 78 (3, tantos anos) - outras histórias [...]
- tem agora uma ESP no declive... - a FUNC (cerca de 50 e tal):

- pode sentar-se na ESP, paga o mesmo [...]
- [C. «declinou»]
- está a fazer um «reconhecimento» da Casa?
- [....] [Silêncio]
- veio cá «matar saudades»?
- [...]
- muita gente vem cá para «matar saudades»!...
- a senhora é muito observadora, muito perspicaz...

[que mais poderia C. dizer - não estava «virado para confissões» - cada vez menos está]

domingo, 12 de outubro de 2014

Castelo Branco + «EX - AA»

- declarando-se, logo, «Albicastrense», C. L. (que realizou um dos melhores percursos, no ano passado, no QUAD. de C., então S.), enviou «Emel» [...]

- Recorte do mesmo:
 
[...] Eu a pensar que me tinha livrado do Português, quando chego à faculdade e me deparo com uma cadeira do dito cujo!  [...] [e o resto, logo o apagou C.]

 [esta coisa de as FAC introduzirem «cadeiras» de Port. nos primeiros anos, já deve ter deixado de «dar pano para mangas» há muito...]

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

[«Se não sabe, por que é que pergunta?»] + Mapa dos Dias + «EX-AA»

[sexta; pesa tanto]

- ontem, G. esteve no Galhardo, a «substituir os INT»; General Z.«resmungou», mas só até conhecer o Menino; 
- cá do Bairro, «anda pelos 32»;  «AA. », de 3.º Bloco, de D. de P., em 99-00;  LIC em «[...] de A. V.»,  2 anos como Prof., ano e meio de C. de MECAT., ........
«presta serviços» na área da ELEC. + CAN. + «o que for necessário [...] 
[= EMP. do «Biscate»?]

- hoje, pela hora do almoço, apareceu B., de 1.º Bloco em 07 - 08; após várias hesitações e mudanças, vai concluir «qualquer coisa em COMUN.»
 - falaram de João dos Santos [«Se não sabe, por que é que pergunta?»], que lhe «reapareceu» na FAC, e as referências a Odemira prometem Futuro [...]

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Dia 1 = 119 + 1 : MAPA ou «Facebook»

[dia em que C. «foi visitado» por «Sempre Sorrisos» + M. C.]

[Dia de calor podre, ventilado  a «correntes de Ar», ... ; dia em que, finalmente, Novos (e Novas) Rostos de M. se avistavam...]

[a  larga e comprida Alameda «afunila» numa porta «normal» e é sempre engraçado ver a «Massa» [que Rosto numa Multidão de Rostos que desfila?
(ainda) Compacta e POntual - a formar «Gargalo»]
 
[de Resto, nos Quadrados, todos os Rostos DESconhecidos  rapidamente passam a Familiares]

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Dia « - 1» = «Mulher dos sete...»

[enquanto o sr. DT «bemvindava» grupo Nórdico, Louro, Espigado, Bronzeado, o ex-sr. DT, à (em) frente de «Nova TRopa Fandanga»
(«Gritinhos», não tarda...),    Muito Familiar, retratava a Dona GTT como
«A Mulher dos Sete Ofícios (Instrumentos?)»
Ah, Valente!

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Faz Fresco

[«Faz frio. / [...] Vibra  uma imensa claridade crua.» - Cesário, «Cristalizações»]

- cerca das 9 e 15;
- dia de outono; luminoso e fresco, visto que dois cantoneiros lavam as Ruas, em frente do Palácio 1415 (por ora, Deserto)

C. (para um deles):
«A partir de Quinta, podem vir todos os dias!»
[o sr. Cantoneiro sorriu.]

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

MAPA DO DIA + QUOTAS

- [último C. de T. - o do Bloco que, parece, «menos Rosa» será...;
talvez por isso, alguém alvitrou:
«é preciso preencher quotas neste C. de T!»]
- [com tanto H. (P. R. + D.F. + A. F. + A. P. + L. S. + J. J. + J. F. = 7 !) - alguns de «Naniz bem EMP.», conseguirá o «lado de lá» «fazer farinha»?...]

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

MAPA DO DIA + «Ex-AA»

[diluviano dia, de Setembro, pelas 13 e ...;  pelo meio de bloco P.,  «irrompeu» B. M. R.,  - («semi-Homónima» de D, pelo «R»») - ; vinha buscar «peça de...»]
 
[oriunda de um décimo «Contentatorial», fez um percurso determinado, brilhante, sem ...]
 
[está no Porto, no 2.º ano de [...]; diz que «gosta da cidade»; acrescentou que «agora está tudo mais «nivelado», mas que, no início, com a «Embalagem» que levavam do Paraíso 1213, faziam A Diferença»;
Aleluia]

[não se deu conta de que, no Paraíso 1415, ainda não havia Infantes; boa distração]
[só Velhos e jovens «proto - CONT.», «condenados» ao  «volunt....»]
 

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Facebook ou «as cores das MAÇÃS», II

[Antes de abrir o livro, («Somos UMA LANÇA em África»), o senhor DT apresentou «11 Faces Novas» ]                   - Jovens, poucas...
 - as Outras virão «aos arrancos», quando os Deuses...
- imagine-se então o Nível Etário das presentes...

- C. «fugia» da Ventilação Sofisticada = «correntes de AR» (que não «suporta»)

[Ah, as maçãs eram de diversas cores]

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

A cor das maçãs

[reabertura do «Alpa»...] 9:45  - Pelo «Palácio 1415», [...] sempre «aluada», A. T. («H. Zero» em...),  julgava que o Ritual era hoje...
C.:«então, Dona GTT. [eterna GOV.], de que COR serão as MAÇÃS amanhã?
E C. «já se vê» como o da ILUST.
[ de Enric Vives-Rubio para a «peça»  «Estudos Gerais é um curso para curiosos inquietos», de Raquel Ribeiro, na «2», do Público de 14 - 09 - 2014, pp....]


quarta-feira, 11 de junho de 2014

terça-feira, 10 de junho de 2014

Fecho + «APAGA-APAGA»

- fecha, temporariamente, a Casa de Inverno (o «ALPA») reabre a de Verão (o «Peri»)
- cada vez mais S. «se agarra» a estes Ciclos, para [...] (« e o resto não se diz...) -

domingo, 8 de junho de 2014

junho, 8, letra pequena

[se fosse possível «suspender o tempo», S. fá-lo-ia «sobre» estes dias Iniciais de Junho
- «iniciais», porque, com o fim dos Envelopes,  são retomadas as   adiadas L.

[...] "ser Deus por uns minutos e parar o sol sobre Lisboa. Ora aí está a solução: parar o sol sobre Lisboa, parar o sol sobre mim" [...]
 
- Lobo Antunes, 2007 [...] («sobre» verso de Ruy Belo?) - a verificar  Ler mais: http://visao.sapo.pt/se-eu-fosse-deus-parava-o-sol-sobre-lisboa=f496957#ixzz342QoOoSO

- mais «complicado», o junho passado - houve a Pintura,  20 anos após...
[o senhor L. L. «oficiou» --- AQUI + AQUI] houve que deslocar [...]

sábado, 7 de junho de 2014

Pausa

E, ao terceiro dia de Pausa, já se conseguiu a Bolsa de Silêncio que permitirá [...]
[ontem, das 14 às 16 e 30, não foi fácil, a ouvir todo o habitual ARGUM dos aprend. de FEIT. que «pensam poder salvar o futuro de todos e de cada um»...; conseguiu-se, folheando a GRanta, n.º 3...]

é junho; vem aí o (próximo) «apaga-apaga» + fecho (temporário) do ALPA...

domingo, 1 de junho de 2014

MAPA DO DIA (da Criança)

[enquanto Princeso e C. não «cumprem o programado» - (eng...e «está tudo dito...»)]
[são os maiores vinte dias ... -  sair, sair... - aspirar «odores de tempo de Fronteira» - «sobre Tudo», regressar à Casa Verdadeira - a da Infância -

[é o que também faz A. Eus - após «largo interregno», na sua Casa - «CAsAs» - AQUI] [...] Já vivi em vários lugares, mas aquele que aparece como a Minha Casa é essa casa da infância da qual não guardo qualquer objecto.[...]

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Saramago e os Pequenos Leitores

«Por esta não esperava», S.

Alguns dos P. L. do 3.º Bloco deixaram «mesmo» para o Quadrado a leitura do «Final» - resistindo «a saltar»

M., a «DISC.» [«não percas a Rosa»] lança:
- «Ó M. , acha bem o Final, tão trágico e tão rápido, a modos que Seco?»

S.: «...»

["foi bonita a Tragédia", pá]

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Blimunda + Lilias + Hélia Correia + «Sempre Sorrrisos»

- «Sempre Sorrrisos» é B. B. - com ela estabeleceu  S. uma «parceria»: - ler, finalmente, o livro de Hélia Correia, que há anos esperava -

- começaram há cerca de 15 dias; «SS» está quase a terminar, S. «paralisado» na p. 79; ontem, no Quadrado, S. «fez batota» e avançou..., até "encontrar" Blimunda...         «SS», no seu, só seu, Est., «recalcitrou»...

RECORTEs: 

         [...] Anne por longo tempo se lembrou da criatura que se atravessara no seu caminho como um desperdício, um fragmento de guerra distorcido pela beleza de uns cabelos infantis. Pois, quando ela abortou e muito pano de linho foi necessário para lhe ensopar o sangue, a sogra e o seu próprio desgosto lhe diziam que Lilias lhe deitara mau olhado. [...]
      Muitas mais vezes Lilias viu mulheres que pareciam dissolver-se num líquido vermelho, perdendo todo o corpo devagar, até que delas nada mais ficava senão um nó de vermes sobre o chão. A sangradura começava-lhes no sexo, e a substância da vida ia-lhes escorrendo, ao longo dessa tripa, ia chamando pelo que já jazia e tinha o aspecto de um coração meio devorado pelas feras. Lilias olhava para a mulher que lhe sorria na iluminação da gravidez e nada lhe dizia, sabedora da inutilidade do aviso. Baixava o rosto e prosseguia, cada vez menos dada à compaixão. Porém, naquelas noites de criança, [...]

Hélia Correia, Lilias Fraser. 2002, Relógio D'Água, pp. 47 - 48

[1.ª ed: 2001; como é possível que um romance destes não esteja em «n+1» edição? Distração, certamente; pois se Também S.  levou 10 anos a «decidir-se»... VIva «Sempre SOrrriSOs»]

terça-feira, 20 de maio de 2014

Visitas...

Ontem. Átrio Central. Cerca das 16 e 30
[...] senhora de «30 e tal». [...] -I., uma das Qd.as de Bloco  de 00 - 01, FIN. de ADV, do Bloco  onde pontificou C. I. - um dos mais [...] ; DIR. de FOT., [...] [«Garden Films»...]
- erntre outras coisas, disse:

- «ter saudades dos  QUAD de S.» [?!]
-  ter trabalhado na V. de C.,  na área da ILUM [...]
- trabalhar agora em «Gestão de COND», em empresa familiar [...]  [é a Vida, diria o «Outro»...]
- quanto ao tópico «Emigrar», alegou que: «está tudo mau lá fora, também»; e acrescentou:
- «onde é que existe este nosso SOL?»

- «está bem, está bem, ó 31 Primaveras...»

domingo, 18 de maio de 2014

Saramago e a «prosa que ofende» [ou «tijolos e homens»]

Quarta, pelas 11, 4.º Bloco, numa daquelas «sofridas Corridas» pelo texto...

D. de A.: (mais leve, após o «desbaste capilar»): - M., sinto-me [penso-me?] ofendido por Saramago!
S.: ??? (aproxima-se)
D. de A. (mostra a página e lê): "[...] e a diferença que há entre tijolo e homem é a diferença que se julga não haver entre quinhentos e quinhentos, quem isto não entender à primeira vez não merece que lho expliquem segunda"
(e acrescenta) - já li isto várias vezes e não entendo nada...
S: (...) [!!!]

[de D.de A., não se faz Retrato algum, e «o resto não se diz...»]

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Leonoreta, não a (do poema) de Gedeão

Quando, em 92 - 93 (ano PROB),  S., então D. (já não muito Jovem...) «arribou» ao Palácio, a BIBLIOT funcionava numa sala do 3.º Piso [...]
Quem dela «cuidava» era L. L., já muito perto da APOS., após uma longa Carreira (sim, houve tempos em que existiu, a C.)
«Reaparece, agora, com perto de 85 (!) PRIM, com o projeto da Pub. das «Memórias».

AQUI [LUSA]

terça-feira, 6 de maio de 2014

MAPA DO DIA - Ex - AA

[cerca das 15 e ...]

- estavam as duas à porta do QUAD, em mais uma daquelas situações «não canónicas» - pretexto para o 1.º Bloco «chalacear» ( atividade em que mais se distinguem...)

- G. V. (um dos retumbantes sucessos da L. M., a PSI) e ....... - ambas pelos 23; a primeira com rebento de seis meses ao colo; 
- são agora colegas de trabalho na MULTI «P and B» - «vá lá, vá lá»

- foram dois (chamados) «casos difíceis» - «e o resto não se diz»

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Saramago: «O poeta quando jovem»

Retrato do poeta quando jovem

Há na memória um rio onde navegam
Os barcos da infância, em arcadas
De ramos inquietos que despregam
Sobre as águas as folhas recurvadas.

Há um bater de remos compassado
No silêncio da lisa madrugada,
Onde brandas se afastam para o lado
Com o rumor da seda amarrotada.

Há um nascer do sol no sítio exacto,
À hora que mais conta duma vida,
Um acordar dos olhos e do tacto,
Um ansiar de sede inextinguida.

Há um retrato de água e de quebranto
Que do fundo rompeu desta memória,
E tudo quanto é rio abre no canto
Que conta do retrato a velha história.

José Saramago, Os poemas possíveis, 5.ª ed., Caminho, Lisboa, 1999, p. 59           [1.ª ed: 1966]

quarta-feira, 2 de abril de 2014

BRANCO - Rosa (Maria Martelo)

[têm perguntado a S.: «então, já não invades QUAD.?»,  «a propor aqueles P.?»]
[tem respondido: «estou muito contido» ... [« e o resto não diz»]

[hoje, abriu uma excepção, no Quadrado de A. G. - de quem tanto [...] - 2 rapazes, 2, após anos de [...] - e escreveu na Tela, enquanto a Mestre procedia à AVAL, person., com o(a) INF (a) sentadinho à ilharga e tudo...]


Branco

Interessa-me o inconcreto branquejar
da roupa no estendal (o branco, não)

mais do que o peso da água, ver
que o nada não se vê na água a evaporar

na luz do tecido em contraluz interessa-me
o vazio suspenso do vazio
quando a roupa enforma ao vento e sobe
no arame, interessa o risco que sustém a louca nave,
os voos desabitados e a pequena hora de ninguém.

Rosa Maria Martelo, Relâmpago, n.º 31 / 32 [transcrito da p. 139 de Resumo - a poesia de 2013, fnac / documenta, 2014



«A P. da P.»

- é a mais agradável, a P. da P.;
- em dia [agora já GRANDE] de Sol e Chuva, desce-se ao CH;
- os ENVELOPES que esperem
[podem esperar]

- encontra-se aquela ou este - da COLH mais recente;
- levanta-se a cabeça, disfarça-se a falta de V;

Well

sábado, 22 de março de 2014

TRatado da Mão - Ana Jotta

Ana Jotta, 68, "a mais jovem das artistas portuguesas", ganhou o Grande Prémio EDP», por Vanessa Rato - foto de Miguel Manso - imagem obtida da Casa do Público - DAQUI

domingo, 16 de março de 2014

MAPA DOMINICAL = Palavra como «tentativa de tocar o ponto» (Pomar)

10:20; no dia, «segundo o S., dedicado ao Descanso», S. termina finalmente os TTI's. -   [com PINK F., em fundo, como sempre que precisa de «mobilizar» a F. do S.]

Quanto ao  poder da «palavra literária» - [...]

- [C. J., há dias, relembrou  artigo - reportagem sobre a (re)publicação da obra «de escrita» de Júlio Pomar - um «Ex-AA», relembre-se -, de que se transcreve o p. final:

Pomar não deixou nunca, porém, de escrever. “Queira-se ou não, faça-se o que se fizer, não se pode prescindir nunca da palavra, que é sempre a tentativa de tocar o ponto. O pintor dá muita importância ao visto, a uma catarse sobre o espectáculo da comunicação, mas não pode prescindir da palavra.”
na íntegra, AQUI

quarta-feira, 12 de março de 2014

MAPA DO DIA

[ainda «atafulhado» de TTI,s]

- (já sem a sua «criadora», R. P. P., 45 minutos de «Ouvir o S. a ler» - salvo excepções - o que trouxeram nem «qualificado» pode ser - 

- «Figuras do Tempo Desperdiçado» [enquanto «podem», porque não?]
Well

[M. S. continua a carregar, dia após dia, desde o  Bloco inicial, a M. M., de Thomas Mann, em edição «velhinha» (emp. por Eli) - vai na página 490]

[quanto a Samuel: Remington, (2013), de Jorge Listopad (1921; -) ]

domingo, 2 de março de 2014

MAPA DO RUGIDO

Violento, ventoso, Rugido. Aldeia deserta.
[Há pouco, reencontro com  P. M.-H.,  «ZMAB-dependente»,  agora no D. F. de L., «ultrapassado» que foi, pelos «Q.Z.P.», no regresso ao Palácio 1314]

[o Ideal para a EMPREIT. dos Envelopes; e a APN ajuda: às sete, saltar;
- há dias, no GALH, o F. do 4E, de regresso da «sua hora diária de GOLF,» pelas 15, dizia que «se levantava às 5 e àquela hora já tinha 8 horas feitas de trabalho...»
- Well - vidas e vidinhas...]

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Envelopes + Pedregulhos + Rugido

[não está nada contente com S.; tem sido, de todos os Nomes, o menos humorado;
duro ou pouco flexível, cruel, até, com «quem o criou» - Bicho que, desde o último Corte - o Brutal, de JAN., em vez de Sangrar, ainda mais Bicho se vem tornando]

- os Envelopes estão quase todos cheios - A. Eus chama-lhes Pedregulhos, em mais um APONT do D. de M. A.  - AQUI

[pelo GALH. - «exercícios de aquec.» -   ESC - ZMAB
- lá, pelo menos, há mesmo pedregulhos - a areia deve ter ido com o TEMP
 - e há o RUGIDO - a pouco mais de 100, ladeira abaixo, ladeira acima

Aleluia

domingo, 23 de fevereiro de 2014

«Em nome do Nome» - Memorial do Convento

[não há ler; só há reler - manhã de preparação de Envelopes - releitura atenta (mais Uma) leva à «paragem sobre» o excerto abaixo transcrito]
[sublinhados acrescentados]

[…]lembrem-se de que toda esta nossa obra terá de ser feita em absoluto segredo, não o podem saber nem parente nem amigo, [...] perante el-rei o responsável sou eu, padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão, De quê, perguntaram  Blimunda e Baltasar ao mesmo tempo, De Gusmão, foi assim que passei a chamar-me, por via do apelido de um padre que no Brasil me educou, Bartolomeu Lourenço era quanto bastava, disse Blimunda, não me vou habituar a dizer Gusmão, Nem precisarás, para ti e Baltasar serei sempre o mesmo Bartolomeu Lourenço, mas a corte e as academias terão de  chamar-me Bartolomeu Lourenço de Gusmão, pois quem, como eu, vai ser doutor em cânones precisa ter um nome que lhe assente à dignidade, Adão não teve outro nome, disse Baltasar, E Deus não tem nenhum,  respondeu o padre, mas Deus, em verdade, não é nomeável, e no paraíso não havia outro homem de quem Adão houvesse de distinguir-se, E Eva não foi mais que Eva, disse Blimunda, Eva continua a não ser mais que Eva, estou que a mulher é uma só no mundo, só múltipla de aparência, por isso se escusariam outros nomes, e tu és Blimunda, diz-me se precisas de Jesus, Sou cristã, Quem o duvida, perguntou o padre Bartolomeu  Lourenço, e rematou, Bem me entendes; mas dizer-se alguém de Jesus, crença ou nome, não é mais que vento da boca para fora, deixa-te ser  Blimunda, não darás outra resposta quando fores perguntada.[...]

José Saramago, Memorial do Convento, 51.ª ed., Caminho, pp. 196-197

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

«que nem a mãe da gente»

[«Pente Fino» = viagens por curtas, sugestivas expressões]

«O Brasil - como minha pátria - é que nem a mãe da gente»

[proferida aqui - vídeo do Público, texto de Vera Moutinho,  
da série «Brasil na Estrada»]

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Barcelona (EX - AA)

Mais de 4 anos (e uma Lic. - em H. de A. - ) depois, M. J. J. está finalmente em BARC. - não para o C. almejado,  para um EST, até junho - já AQUI referido

Dá notícias ao fim de um mês - Recortes do E - M de ontem:
"[...]
Isto por aqui vai bem, estou a adorar o estágio. Porém, tem sido complicado encontrar trabalho, porque sou estrangeira e preciso de um número de identificação, e de um lado empurram para o outro...e não tem sido fácil.

Sempre quis viver em Barcelona mas agora que cá estou aprecio mais que nunca Lisboa. [...] saudades de coisas "básicas" em Portugal, [...] Não imagina como passei a gostar de ouvir português. [...]

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A Visita da Jovem Sobrinha (Ex-AA)

S. R., a Sobrinha, mas não a «verdadeira», «a de Palmela» -  mais Doce que a Outra - estava junto ao «Bunker GTT», pela hora do almoço.
Chamou, de longe, familiarmente.

«Anda pelos 25». FOT., «equilibra» com trabalho («40horas!») num LAb de FOT

(COmp. de F. F. V. - «rapaz Raro ou de múltiplos Talentos» - já várias vezes aqui referido e apagado - )

- entre outras coisas agradáveis, perguntou a S. «se ainda carregava aqueles livros todos para os gloriosos 5 minutos iniciais...» 

[e mais não se diz...]

A «Camoniana» do sr. L. L.

O senhor L. L., «pintor de paredes», já foi aqui referenciado.
«Trabalha sem parar».
Ontem, domingo, pelas 17:30 (Hora de S. B.) veio ao Galhardo, remontar, «num ápice», a base do móvel de uma C. de B.

Por «trabalhar sem parar», segundo o próprio, «perdeu» a anterior COMp., e também porque [...]

- à despedida, já no Elevador, enquanto General Z.  brincava com o anterior, proferiu, em tom definitivo:

- «Erros meus, má Fortuna, Amor ardente», já dizia o Bocage.

Está perdoado. Bocage gostou, certamente.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Lusíada - Manuel Alegre

LUSÍADA

Desterro desconcerto desatino
vai-se a vida em palavras transmudada
vai-se a vida e cantar é um destino
página a página de pena e espada.

Conjura desengano má fortuna
oxalá só vocábulos mas não
a escrita não se cinde a vida é una
cantar é sem perdão é sem perdão.

Quebrar a regra nenhum verso é livre
outra é a norma e a frase nunca dita
lá onde de dizer-se é que se vive.

Cortando vão as naus a curta vida
transforma-se o que escreve em sua escrita
Lusíada é a palavra prometida.


 Manuel Alegre, Com que pena Vinte poemas para Camões, D. Quixote, 1992, p. 43

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

2014. Palácio. Semana 1

Cinzento, para o Negro, o Branco Palácio.
Nos Quadrados, demasiados Pasmos.

[Sentir Pensado da primeira semana]

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

«bicho da terra» + «Argonautas», Castro Mendes

[o Motivo é tão conhecido - «retomado» em: Lusíadas, I, 106, 8 - , que «não faz Mossa» ver Plateias Inteiras que o «desconhecem»...]

OS ARGONAUTAS

Bichos da terra tão pequenos,
esgravatando à roda do mundo, 
atarantados, sem rumo:

só e apenas isso, 
agora e em todos os tempos.

Luís Filipe Castro Mendes (1950), Lendas da Índia (2011), p. 67




quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

2015

11 horas.
Zmab.
- Abre agora o Sol, mas não para «ficar»
 
- Para S., o «15» será Redondo, duplamente, pelo menos.
Será necessário Resistir ao «14» - Saltar?

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Barcelona (ex-AA)

[ZMAB -
um dos Velhos Residentes diz:
«Tão pouca gente na Z., neste [final de] ano» 
- responde L. - o filho do «Alemão» - : «Só neste (final de)  ano?]

M. J. J. gosta, como S., de só dar notícias quando «o rei faz anos»
[S. não a esquece quando,  num típico Bloco «AA» inicial, fazia  a  Diferença - a  intelectual]

É das que não desistem de perseguir os S. mais profundos e diz que

«[...] aqui a menina vai voar para Barcelona! Depois de estar com a alma esmagada por uma licenciatura que só serviu para passar as horas, todas elas infinitas naquelas salas perturbadoras, um milagre caiu dos céus e consegui um estágio na galeria de ourivesaria [...]
[ e o resto não se se diz aqui]
- promete um «Blog em forma de rascunho» que irá «diarizar» a Coisa...
Aguardemos.


quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

FRio + Pensar + Corpo + Peso - Gonçalo M. Tavares

Recortes de «Frio em dezembro e hotéis», Visão, n.º 1086, 26-12-2013, p. 10
 
[...]
No calor o nosso corpo afasta-se de nós, afasta-se do centro. Está para ali à minha frente ou ao meu lado. No frio, pelo contrário, o corpo torna-se aquilo que eu quero proteger e aquilo que me protege. Por isso é que nos apertamos muito no inverno, no exterior. Temos de fazer duas opções opostas ao mesmo tempo. Proteger e ser protegido. No inverno, o corpo ocupa menos espaço. De facto, é impossível exigir reflexão a um povo que viva debaixo do sol e do calor permanentes. Acima de trinta graus de temperatura, filosofar é perder a vida e o exterior. Abaixo de oito graus, não pensar é não ter cabeça.
[...]
É preciso materializar as ideias. Colocar comprimento, largura e volume numa ideia. [...] Toda a ideia terá peso concreto ou nada terá. Só o peso concreto dá peso espiritual; só o peso concreto dá peso potencial. Quanto pesa a tua ideia?
[...]

RUGIDO

- às 10, quando S. saiu [há sempre um ou dois sítios abertos, na Aldeia]
 o RUGIDO «parecia subir a rua» - violento espectáculo - a ver, enquanto as Famílias, fechadas, se entretêm a «jiboiar»

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Os Maias - Eça, por João Botelho

- depoimento «torrencial» de João Botelho, nos «Bastidores» das filmagens dessa, agora, Operática, Revisitação - é sempre de Portugal que se trata -citando:

 «Neste espelho em forma de filme, Portugal vê-se, sempre igual, há mais de um século. »

- na Casa do Público - AQUI

Aranhiço(s)

A Casa é «deles»
- minúsculos, só de muito perto é visível a miríade de «patinhas»
 - houve que subir e caçá-los, um a um
- foi a «atividade principal» desta (primeira) manhã de Exílio (das Famílias...) - foi tudo para os «Montes» - «Pausa» na Aldeia Deserta

Aleluia

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

"não, obrigado, estou bem, nada de novo" - Herberto Helder, por Pedro Penim

[ontem, no H. da L., enquanto esperava, de pé, como tanto gosta, leu, finalmente, em contínuo, o livro - Servidões - que mais tem andado na mala, no saco, no 1.º Bloco de «O Velho e o Paraíso»]

- à noite, a interpretação do poema indicado «acima» por Pedro Penim, aCtor do Teatro Praga - na Casa do Público - AQUI

domingo, 8 de dezembro de 2013

Voltaire (o senhor) - Gonçalo M. Tavares

[S. não costuma adquirir o «DN», ao Domingo - excepto no Verão - ou hoje, num passeio-intervalo-dos-«extraordinários»-Envelopes - para combater o Gelo - 11:00 às 11: 30 - esteve certa,  a leitura dessa «pausa»]
Recortes:
[...]
O senhor Voltaire disse:
[...]
(outra foto)
Como se vê por esta foto - disse o senhor Voltaire - em 1955, já há cortinados feios, e o rádio encontra-se no canto do quarto, e o quarto encontra-se no canto da casa, e a casa encontra-se no canto do bairro, e o bairro encontra-se no canto da cidade. Portanto, o rádio é o único centro das vidas que foram empurradas para a periferia. O rádio traz notícias do centro e assim o ouvido das pessoas que vivem na periferia torna-se uma parte fisiologicamente central, fisiologicamente actualizada.
(outra foto)
Em 1956, em plena cozinha, uma máquina muito grande executava uma função muito pequena. Mais tarde, o tamanho das máquinas diminuiu e as funções aumentaram. Até ao ponto em que a máquina desaparecerá no meio da paisagem [...]
(outra foto)
Diz o senhor Voltaire:
Como se vê, os homens usam muito bigode, dividindo o rosto em dois; e a inteligência fica para cima e as palavras para baixo. E, separadas que estão as duas partes, é natural que o homem diga futilidades, mas pense profundamente.

Gonçalo M. Tavares, «O senhor Voltaire e o século XX - rádio e bigode», «Notícias Magazine, n.º 1124, 08 - 12 - 2013, p. 98

Outras, da mesma «série» - AQUI

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

C. C. («CARBONE»)
- de avô italiano - «homem do mar» - Genovês [ficou «prometida» a história restante...]

- «apresentou-se» esteticamente compósita (ou Modelo Vivo de diferentes «matérias icónicas»):

 - calças de Jogador de Golfe de «antanho» OU «à Tintin», OU «à Corsário» [...]
- Carrapito de «Carochinha» (sem João Ratão) [...]
-  Jaquetão de Marujo [...]

- já teve que ouvir «duas leituras» de «si mesma, a outra» e «o resto do dia promete»

Eh, eh, eh (em dia de Envelopes)

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Deidda + Mafalda Arnauth + Pessoa + «Mar Português»

- Lançamento do quarto trabalho de Mariano Deidda dedicado à obra de Pessoa - pela qual se apaixonou, desde que o leu, muito jovem, numa tradução do Livro do Desassossego, de Antonio Tabucchi (escritor, professor e intelectual «Europeu», que sempre recontou como, quando também muito jovem, o poema «Tabacaria» lhe «construiu um Rumo de Vida...»  - ver, por ex., AQUI)

- trabalho  dedicado à Mensagem , desta vez - Ouvir, então, «Mar Português» - AQUI
e ler AQUI - endereço do Público, o  artigo intitulado «44 poemas apontados ao Futuro de Portugal»

- Recortes, do próprio Deidda:
 - [...] Era muito jovem quando o descobri, e encontrar-me com uma obra tão forte como a do Livro do Desassossego foi como se tivesse as mãos a tapar os olhos e de repente os destapasse. Pessoa abriu-me os olhos. E comecei a ver o mundo de outra maneira.” [...]
- [...] o livro de Pessoa que agora musicou é uma obra sem tempo: “Fernando Pessoa contou, em 44 poemas, a grande história de Portugal do passado. Mas lidos por uma óptica moderna são 44 poemas apontados ao futuro de Portugal[...]



sábado, 16 de novembro de 2013

VAN GOGH («A tesoura de») - Nuno Júdice

A TESOURA DE VAN GOGH
(variante)
 
[incompleto; recorte inicial]

 
No quarto em que fecharam o van gogh não havia
nem tela nem tintas para ele pintar a sua própria
orelha. Van gogh estava sentado em frente de um
espelho, olhava para a orelha e não sabia o que fazer
com ela: se tivesse tela e tintas, e lhe tivessem
dado um pincel, teria pintado a sua orelha sentada
numa cadeira de pau, com as costas pintadas de azul
e a frente de amarelo. Mas sem ter nada disso,
van gogh olhava para o espelho e a orelha como
que crescia na sua cabeça, ocupava o espelho inteiro,
tapava-lhe o rosto e impedia-o de ver o que quer que
fosse à sua volta. Então, van gogh começou
a procurar soluções para o problema
que a orelha colocava: [...]
 
Nuno Júdice, Navegação de acaso, D. Quxote, 2013 (nov.), pp. 70-71


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

«vende trapos, pequena, vende trapos» («come chocolates...», Campos)

[faltavam 10 ' para a abertura da FNC -   S. «fazia tempo», pela Praça onde os Cafés foram substituídos por Bancos e estes por «Manjedouras»]

-  avistou o «arraial» de Trapos na Esquina Nobre [com a R. do O.] onde ANTES havia uma Livraria do «DN»        [????];  - «Incrédulo», entrou[...]

-  à espera de comp.  [...] - a um balcão, D. S. (1112, RPE),  Típica «Ex» de uma certa «AA» - [«e o resto não se diz...»] - de origem ANGOL., Qd.a por duas vezes - de «serviços mínimos» com a Palavra - contou:
- «que a família voltou  toda para Angola e só ela regressou, após sete meses, que correram mal»;
- à (tradicional) pergunta: «e como vai a Carreira Artística?», respondeu: «uma coisinha aqui, outra ali, como Modelo...

- «vende Tecidos, pequena, vende Tecidos»

terça-feira, 5 de novembro de 2013

«(des)Encontros - AA»

M. R. é uma «recente» «Ex-AA».

«Senhora», já - por Herança Ibérica? - de muitas leituras, natural (ou discretamente) se destacou num Bloco fraco, mas, porque, tendo sido o que mais seriamente «tomou a Receita» de S. -  alcançou um número razoável de Sobreviventes no Cataclismo «639» do passado Verão.
[Ah - facilmente obteve um P. no C. «E. com A.»]

Está no Porto, em ARQ - em parceria com a Pequenina PRO, também M., de seu Nome - e visitou, ontem, o Palácio 1314 
-  («arejada», com Corte mais Curto a Enq. a Moldura)

À pergunta «Que nome é agora o seu?» - terá respondido?
Não se lembra, S.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

o poder da metáfora

Maria Rueff: «esquizofrenia bem resolvida a Metáforas»

- depoimento, emocionado,  na sessão sobre a obra de António Lobo Antunes, no CCB, no último domingo - do endereço do Diário de Notícias - NÃO - do YouTU

«APAGA - APAGA»

- [não anda a ler nada de «jeito»];

- não tem T.-  para novas AQUIS. - («alimentar o Vício»);

- nos Qd.s, o discurso tem oscilado (mais «entaramelado» do que gostaria);

- a Paciência vem, mas com um enorme esforço;

- outubro estava «carregado» de «circunstâncias»;

- foi de «inteira reposição», o «APAGA-APAGA»
 

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

VideoPsicoGrafias - H. H. - «As MUSAS CEGAS, VII» [+ Envelopes ]

[Fechado, para a Gloriosa Empreitada dos Envelopes]

Fica «Substância» que chega para esses Dias [e para muitos mais]:

 
 
«As MUsas CEgas, VII», de «A colher na boca.... - dito por Luís Lucas - «Videografado» numa Casa EXemplar:      - CinePovero

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

«639» = «assassinar a vontade de escrever»


[ também eu tirei «x» na primeira fase; depois, assassinei a vontade de escrever e consegui tirar «y» na segunda; de nada serviu, pois entrei na primeira....]

Well        

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Abertura do 1314

[às 8:30, serviu de Sinaleiro, S.]

a) após tanto tempo de Silêncio, havia que «defender» as pobres pregas vocais («cordas» lhes chamam, também)

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

20 anos

É um regresso «Em Grande».

I. M., mestre de FILO - talvez 20 anos depois.

Difícil foi convocar as imagens de então, face ao Rosto de  agora.

Aleluia, de qualquer modo.